Em nota ao blog, a propósito do post Justiça condena mineradora a pagar R$ 650 mil, a Mineração Rio do Norte (MRN) informa já apresentou recurso contra a decisão da Justiça do Trabalho.
A empresa foi penalizada a pagar R$ 653.700,00 por danos morais
coletivos, além de ter de cumprir várias obrigações para a regularização
da jornada de trabalho de seus empregados.
Abaixo, a íntegra da nota:
“A respeito da ação civil movida pelo Ministério Público do Trabalho
de Santarém, a Mineração Rio do Norte informa que já recorreu da decisão
e apresentou recurso no Tribunal Regional do Trabalho, 8ª Região, em
Belém.
A empresa aguarda apreciação do órgão sobre o recurso.
Érica Bernardo
Analista de Comunicação
Mineração Rio do Norte”
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terça-feira, 4 de dezembro de 2012
Prefeito tenta no STF reverter sua cassação
O prefeito Jardel Vasconcelos, de Monte Alegre, ajuizou ontem (2) recurso extraordinário junto ao TSE (Tribunal Superior Eleitora) contra a decisão da Corte que cassou seu registro de candidatura à reeleição, por inelegibilidade, com base da Lei da Ficha Limpa (prestação de contas reprovadas).
Com o recurso, o gestor do PMDB quer que o caso dele seja julgado no STF (Supremo Tribunal Federal).
Na semana passada, Jardel teve embargos de declaração rejeitados à unanimidade pelos ministros do TSE. Agora, tenta a sua derradeira cartada na mais alta corte de Justiça do país.
O prefeito montealegrense concorreu à reeleição neste ano, na condição de sub judice. Obteve 12.521 votos, ficando em 1º lugar na disputa, mas impossibilitado de assumir o cargo novamente porque o TRE (Tribunal Reional Eleitoral) do Pará cassou-lhe o registro de candidatura, decisão ratificada pelo TSE.
O médico Sérgio Monteiro (PT), o 2º mais votado, é quem deve ser empossado como prefeito, e comandar os destinos de Monte Alegre a partir de janeiro de 2013.
Fonte: Blog do Jeso
Concursos públicos oferecem 1,7 mil vagas no Pará
A Fundação Centro de Referência em Educação Ambiental Escola Bosque Professor Eidorfe Moreira (Funbosque), em Belém, abriu concurso público para 114 vagas em cargos de nível alfabetizado, fundamental, médio e superior. Os salários variam de R$ 622 a R$ 1.492,80, sendo que além do salário, os profissionais vão receber vale-alimentação de R$ 220 e vale-transporte. As inscrições podem ser feitas até o dia 7 de janeiro, por meio do site (www.cetapnet.com.br). A taxa é de R$ 40 para nível fundamental, R$ 50 para nível médio e R$ 70 para nível superior.
Mais dois concursos também estão com inscrições abertas. A Marinha Mercante recebe as inscrições até o próximo domingo. Estão sendo oferecidas 370 vagas para Cursos de Adaptação a Segundo Oficial de Máquinas (200 vagas) e Segundo Oficial de Náutica (170), os interessados em participar devem acessar o site (www.mar.mil.br/ciaga), sendo que a taxa é de R$ 50. Já Secretaria Municipal de Educação (Semec), que prorrogou as suas inscrições até o próximo dia 14, está ofertando 1.187 vagas em cargos de nível fundamental, médio e superior. Os salários variam de R$ 622 a R$ 1.244. As inscrições devem ser feitas no site (www.cetapnet.com.br).
Debate sobre quilombos tem parceria da MRN
Nesta terça-feira
(4), será aberto o I Encontro para Gestão Ambiental e Conservação da
Biodiversidade em Territórios Quilombolas do Pará. O evento, que terá
duração de dois dias, será promovido pela Secretaria de Estado de Meio
Ambiente do Pará (SEMA), com patrocínio da Mineração Rio do Norte, no
auditório do Centro de Ciências Naturais e Tecnológico da Universidade
Estadual do Pará.
O encontro faz parte das ações do projeto ConBio-Quilombo que atende territórios quilombolas do Estado com o objetivo de promover a gestão ambiental e conservação da biodiversidade através do uso sustentável dos recursos naturais.
Nos próximos dias, profissionais da área ambiental do governo estadual e federal, além de representantes de comunidades remanescentes de quilombos, estarão debruçados em conhecer e discutir a situação socioambiental dos territórios quilombolas no Pará. Entre os temas em debate estarão a Política Estadual para as Comunidades Remanescentes de Quilombos, o Programa Brasil Quilombolas e as ferramentas de gestão ambiental e territorial.
As atividades do evento terão início sempre às 8h. A Mineração Rio do Norte estará presente no encontro. (Ascom/MRN)
Justiça condena MRN a pagar mais de R$ 650 mil
A empresa Mineração Rio do Norte,
sediada no Município de Oriximiná, no Baixo Amazonas, foi condenada pela
Justiça do Trabalho ao pagamento de R$ 653.700,00 em danos morais
coletivos, além de ter de cumprir várias obrigações para a regularização
da jornada de trabalho de seus empregados. A sentença, prolatada neste
mês de novembro, é resultante de ação civil pública (ACP) ajuizada pelo
Ministério Público do Trabalho (MPT).
O MPT, por meio da Procuradoria do
Trabalho no Município de Santarém, instaurou Inquérito Civil Público em
face da empresa Mineração Rio do Norte S/A, após receber relatório de
fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), noticiando a
ocorrência de infrações trabalhistas cometidas pela mineradora,
verificadas em ação fiscal no ano de 2009. Em 2010, a empresa participou
de audiência administrativa na sede do Ministério Público do Trabalho
em Santarém e apresentou documentos que constatavam a concessão
irregular de intervalo intrajornada e o excesso habitual de horas
extraordinárias trabalhadas.
A Mineração Rio do Norte alegou que a
jornada ininterrupta praticada por seus trabalhadores estaria amparada
por Acordo Coletivo de Trabalho, firmado entre a empresa e o Sindicato
dos Trabalhadores nas Indústrias Extrativas de Minerais Não Ferrosos de
Oriximiná – Pará (STIEMNFOPA). Em 2011, ambas as partes participaram de
audiência mediada pelo Ministério Público do Trabalho na busca por um
consenso quanto à alteração do acordo coletivo vigente. A mediação
terminou sem que se chegasse a um acordo.
No final de 2011, o MPT propôs à
mineradora a assinatura de Termo de Ajuste de Conduta (TAC), acordo de
natureza extrajudicial, que tinha por finalidade regularizar a conduta
da empresa. A Mineração Rio do Norte recusou-se a assinar o TAC sob
alegação de que a prática de horas extras habituais devia-se à
necessidade imperiosa do serviço.
O Ministério Público do Trabalho ajuizou
então, ação civil pública requerendo que a empresa fosse forçada a
abster-se de submeter seus empregados à prorrogação de até 2h na jornada
em turno ininterrupto sem amparo em instrumento normativo coletivo;
abster-se de prorrogar a jornada de trabalho dos empregados submetidos a
turnos ininterruptos de revezamento para além da oitava hora diária;
cumprir a ordem jurídica trabalhista no sentido de que a prorrogação da
jornada de trabalho se dê de forma excepcional, não habitual, não
excedente de 2h diárias, ressalvado deste limite as situações expressas
na lei; abster-se de exigir ou permitir a prestação de serviços pelo
empregado em seus dias de folga; conceder a todos os empregados
intervalos para descanso dentro da jornada de trabalho (intervalo
intrajornada) na seguinte proporção: a) aqueles cuja duração do trabalho
exceda seis horas devem ter no mínimo uma hora e no máximo duas horas
para repouso e alimentação e b) os empregados que trabalharem de quatro a
seis horas por dia devem ter intervalo obrigatório de quinze minutos
diários.
Todos os pedidos feitos pelo Ministério
Público do Trabalho – tanto as obrigações requeridas em sede de tutela
antecipada quanto os pedidos finais –, incluindo a condenação por dano
moral coletivo, foram deferidos pelo juízo da Vara do Trabalho de
Óbidos. A Justiça do Trabalho declarou totalmente procedentes os
argumentos do MPT quanto ausência de acordo coletivo autorizativo da
prorrogação em 2 horas além das 6h da jornada normal em turno
ininterrupto de revezamento, visto que o registro do acordo coletivo de
trabalho no Ministério do Trabalho e Emprego somente ocorreu após o
ajuizamento da Ação Civil Pública.
Além disso, foi igualmente ratificada a
ilegalidade dos termos do acordo, ao autorizar a prática de horas extras
em turno ininterrupto além da oitava hora, já que tal assunto não pode
ser objeto de negociação coletiva, por referir-se à matéria
essencialmente de saúde laboral. Quanto às provas trazidas nos autos, o
Juízo considerou válidas e suficientes as apresentadas pelo MPT, diante
da confissão da prática da jornada em desacordo com a lei pela empresa,
sem comprovação de que a situação era apenas pontual.
Da mesma forma, o pleito de indenização
por dano moral coletivo foi acatado pelo juízo, segundo o qual, no caso
em questão, embora o labor extenuante prejudique especificamente o
trabalhador, “o direito à execução de jornada de trabalho saudável é
titularizado por todos os empregados da reclamada e de forma uniforme, o
que o torna um direito coletivo”.
A Mineração Rio do Norte deverá pagar R$
653.700,00 a título de danos morais coletivos, quantia reversível ao
Fundo de Amparo ao Trabalhador – FAT ou à instituição sem fins
lucrativos que preste serviços em favor da comunidade na região afetada.
Além de cumprir as obrigações determinadas, sob pena de multa de R$
3.000,00 por obrigação descumprida e por trabalhador encontrado em
situação irregular.
Notícia referente ao Processo nº 0000078-94.2012.5.08.0108
Ministério Público do Trabalho
Assessoria de Comunicação
FONTE: www.prt8.mpt.gov.br
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
'Situação da dengue no Pará está sob controle', diz diretor de Endemias
Dez cidades do estado aparecem em situação de alerta.
Do
De acordo com o LIRAa, outros dez municípios do estado aparecem em situação de alerta: Monte Alegre, Itaituba, Parauapebas, Tucuruí, Novo Progresso, Santa Isabel do Pará, Santarém, Belém, Capanema e Soure.
De acordo com Cardoso, a situação atual da dengue no estado está sob controle. “A Sespa distribui para todos os municípios um produto inseticida para evitar a proliferação do mosquito. Isso também tem melhorado o cenário da dengue no estado. Reduzimos a mortalidade e o número de pessoas com a doença, além dos casos de dengue clássica com complicação”, explicou. Segundo o diretor, desde agosto deste ano a Secretaria vem realizando atividades para preparar os municípios para enfrentar a dengue no período chuvoso.
As cidades com vírus circulantes são aquelas onde há o maior número de casos de dengue tanto notificados quanto confirmados. Os municípios mais notificados são: Belém (4.153), Parauapebas (2.271), Marabá (1.435), Santarém (1.484), Altamira (1.393), Ananindeua (1.004) e Monte Alegre (635).
Já os municípios que apresentam o maior número de casos confirmados da doença, temos: Belém (1.868), Parauapebas (1.334), Altamira (895), Monte Alegre (553), Santarém (460), Marabá (341) e Ananindeua (340).
De acordo com a Sespa, atualmente há a confirmação de quatro óbitos por dengue no Pará, em casos registrados em Parauapebas, Altamira, Ananindeua e Oriximiná.
Fonte: G1 PA
Como as comunidades quilombolas podem obter a titulação de suas terras
A partir daí, seguem-se várias etapas. A primeira delas é a elaboração de um relatório técnico – o RTID – composto de estudo antropológico, levantamento fundiário, memorial descritivo e cadastramento das famílias quilombolas.
Em seguida, abre-se a possibilidade de contestações ao RTID por eventuais interessados. Caso o Relatório seja aprovado, o Incra realiza a indenização dos ocupantes não quilombolas, para que deixem o território.
Os territórios quilombolas titulados não podem ser desmembrados, mantendo-se preservados para as futuras gerações. Tampouco podem ser vendidas e colocadas no mercado, sendo reservada exclusivamente para as comunidades.
Lúcia Andrade, coordenadora da ong Comissão Pró-Índio de São Paulo, considera que a obtenção do título de posse da terra tem impacto decisivo nas comunidades quilombolas. “É o que permite que esses povos planejem com mais segurança o uso das riquezas naturais, criando melhores condições de vida e oportunidades de geração de renda”.
No Pará, por exemplo, os quilombos próximos à cidade de Oriximiná se articularam numa associação para organizar um sistema comunitário sustentável de exploração da Castanha-do-Pará.
Com a posse de suas terras, os quilombolas têm ainda mais facilidade de acesso a uma série de programas do governo federal, tais como o Luz para Todos, o Bolsa Família e projetos do Ministério da Cultura. O Programa Brasil Quilombola (PBQ), lançado em 2004 como uma política de Estado, abrange um conjunto de ações inseridas em diversos órgãos governamentais.
Fonte: Portal da EBC
Jari fechará sua fábrica de celulose em Monte Dourado
O
grupo Orsa, de São Paulo, anunciou na semana passada, em São Paulo, a intenção
de interromper por quase um ano, a partir de janeiro, as atividades da sua
fábrica de celulose instalada em Monte Dourado, no Pará. A paralisação duraria
10 meses. Nesse período a fábrica, especializada em celulose de fibra curta,
seria substituída por outra unidade para passar a produzir celulose solúvel, em
outubro de 2013. Todos os funcionários atualmente contratados, cujo total varia
entre cinco mil e seis mil, seriam demitidos. Nas suas novas operações, a
fábrica irá utilizar um contingente muito menor de empregados.
O
encerramento da produção de celulose faz parte de um rearranjo que a International
Paper, maior produtora de papéis do mundo, realiza desde que adquiriu recentemente
75% das ações do Grupo Orsa. A unidade de Monte Dourado passaria a ser
fornecedora de matéria prima para as outras três fábricas de papelão para
embalagens e quatro unidades de produção de embalagens de papelão ondulado do
grupo. A companhia americana planeja investir 470 milhões de dólares (952
milhões de reais) na nova fábrica do Jari.
De
acordo com o comunicado feito pela empresa, os ativos de embalagem serão separados
dos negócios florestais e de celulose e transferidos para a nova empresa, como
parte da estratégia da IP “de crescimento de sua presença global no setor de
embalagens e de melhorar os serviços aos seus clientes ao redor do mundo”. A
expectativa das companhias é que a transação seja concluída no primeiro
trimestre de 2013, já que o negócio terá de ser submetido ao crivo de órgãos
governamentais.
Dirigentes
sindicais e alguns políticos do Pará e do Amapá, onde a Jari se instalou,
começaram a pressionar para tentar garantir os atuais empregos. O principal
alvo das gestões é o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social
(BNDES, que concedeu 145,4 milhões de reais à Jari Celulose, para a modernização
da unidade industrial de Monte Dourado, localizada no município paraense de
Almeirim, e ao plantio de até 33,7 mil de hectares de florestas de eucalipto no
período de 2006 a 2008.
O dinheiro do BNDES corresponde a 70% do custo total do
empreendimento, de R$ 207 milhões. Esse visou a manutenção da competitividade
internacional da empresa, a partir da redução de custo de produção proporcionada
pelos investimentos industriais e do aumento da rentabilidade dos seus ativos
florestais.
O
Projeto Jari começou em 1967, quando o milionário americano Daniel Keith Ludwig
comprou uma vasta extensão de terras junto à foz do rio Amazonas para produzir
celulose, papel, arroz e bauxita refratária. A fábrica entrou em operação em
1979. Três anos depois um grupo de 32 empresas nacionais, lideradas por Augusto
Antunes, da Caemi, assumiu o controle da Jari.
Ludwig
se recusou a continuar pagando o empréstimo de 200 milhões de dólares concedido
pelo estaleiro Ishikawajima, que construiu a fábrica e a usina de energia sobre
plataformas flutuantes e as transportou do Japão até a Amazônia, pelo mar, por
30 mil quilômetros. Como era o avalista da transação, o governo federal teria
que honrar o compromisso e executar o americano. Ao invés de estatizar a Jari,
nacionalizou-a.
Em
2000 o Grupo Orsa, fabricante de papel e embalagens em São Paulo, sucedeu a
Caemi no controle acionário. Pagou o valor simbólico de um real e ficou
responsável pelas dívidas, em mãos principalmente do BNDES e do Banco do
Brasil.
Como
a fábrica de Monte Dourado tem capacidade para 410 mil toneladas por ano, a produção
acumulada até o final do próximo mês dará para atender os contratos em vigor
até março de 2013. A partir de outubro ela só produzirá celulose solúvel. O
Grupo Orsa disse que o destino a ser dado à unidade de celulose convencional
(que é o papelão) deverá ser decidido até o final deste ano.
A
decisão, segundo notícia publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, beneficiará as demais empresas do setor, “em
um momento no qual há expectativa de maior pressão no mercado”, por conta do
início das operações da Eldorado em Três Lagoas (Mato Grosso do Sul), neste
mês, e de outras duas fábricas de celulose (Suzano e Arauco/Stora Enso), em
2013. Também os analistas ficaram satisfeitos. O banco americano JP Morgan apontou
os efeitos positivos para o mercado de celulose de eucalipto, principalmente
para Fibria e Suzano Papel e Celulose.
O
Pará, o Amapá e a Amazônia, como ficam nesse novo enredo? Apesar do grande
impacto que a decisão representa, a opinião pública local recebeu com espantoso
silêncio a informação.
Lúcio Flávio Pinto
Articulista de O Estado do Tapajós
Justiça veta emissão de licença para hidrelétrica de São Luiz do Tapajós
Na decisão que concedeu a liminar, (veja a íntegra), a Justiça Federal determina que a licença ambiental prévia só poderá ser concedida após Avaliação Ambiental Integrada (AAI) em toda a bacia dos rios Tapajós e Jamanxim, com base em critérios técnicos, econômicos e socioambientais. A avaliação deverá considerar, inclusive, “a necessidade de mitigações e compensações no que diz respeito à infraestrutura urbana, rodoviária, portuária e aeroportuária, além de investimentos em saúde e educação nos municípios de Santarém, Jacarecanga, Itaituba, Novo Progresso, Trairão, Rurópolis, Aveiro e Belterra.”
A liminar também ordena que o Ibama, a Aneel, Eletrobras e Eletronorte ouçam as comunidades indígenas Andirá-Macau, Praia do Mangue, Praia do Índio, Pimental, KM 43, São Luiz do Tapajós e outras que não tenham sido localizadas. Só ficarão dispensadas da audiência as comunidades indígenas que se recusarem a opinar sobre o aproveitamento hídrico nas áreas em que habitam, devendo a recusa ser demonstrada claramente pelos réus.
A Usina Hidrelétrica de São Luiz do Tapajós é projeto que integra o Complexo Tapajós, conjunto de sete grandes usinas hidrelétricas projetadas para a produção de energia, cuja fonte é o barramento dos rios Tapajós e Jamanxim. Segundo a ação civil pública proposta pelo Ministério Público Federal, uma série de medidas legislativas e administrativas vêm sendo tomadas, sem levar em consideração os impactos decorrentes do empreendimento.
A Eletronorte e a Elotrobras alegaram que os estudos de impacto ambiental realizados não indicam a possibilidade de prejuízos ambientais ou às comunidades tradicionais. Argumentaram ainda que, apesar ausência de exigência legal, a Avaliação Ambiental Integrada (AAI) sobre a bacia do rio Tapajós está em fase de contratação pelos empreendedores junto a uma empresa, estimando-se que os procedimentos administrativos se encerrarão em março de 2013, antes da finalização do EIA/Rima para entrega ao Ibama.
Portaria - O juiz José Airton Portela reconhece que não há lei que imponha diretamente a observância de AAI para aprovação de inventário. Tal obrigação está prevista na Portaria nº 372/2009, do próprio Ministério das Minas e Energias – MME. “Diante disso, cabe então responder-se à seguinte pergunta: podem os órgãos públicos envolvidos no projeto hidrelétrico em debate deixar de observar a determinação da Portaria Ministerial 372/2009? A resposta há que ser negativa”, afirma o magistrado.
Para Portela, a observância da Avaliação Ambiental Integrada “é medida protetiva e como tal dispensa lei como instrumento de materialização, já que apenas cumpre determinação do art. 225 da Constituição Federal, quando impõe ao Poder Público e a coletividade o dever de defender e preservar o meio ambiente”.
O Poder Público, acrescenta a decisão, “não pode negligenciar regras que ele próprio instituiu, por mais urgentes que sejam as demandas energéticas do Pais, pois não surgiram da vontade caprichosa de algum burocrata, mas como reclamo da própria realidade da exploração dos potenciais hidrelétricos no Brasil, que registre-se, revelou-se desastrosa por não tomar em consideração os diversos elementos presentes em uma bacia hidrografia.”
Justiça Federal - Seção Judiciária do Pará
Seção de Comunicação Social
Projetos prevêem extração de 270 toneladas de ouro em subsolo paraense
Uma
nova corrida pelo ouro no Pará deve atrair milhares de imigrantes ao
Pará nos próximos cinco anos, já que pelo menos oito projetos espalhados
por várias regiões do Estado confirmaram a incidência do minério. Ao
todo, as reservas paraenses apresentam capacidade de produzir 9 milhões
de onças (oz) de ouro, ou seja, 270 toneladas do mineral.
Dos oito
projetos previstos para o Estado - todos já em fase de implantação -,
três estão na região do Tapajós; dois no Sudeste paraense; um na região
do Xingu; e dois no Nordeste. A previsão é que as oito reservas estejam
em total funcionamento até 2017, de acordo com o geólogo paraense
Alberto Rogério da Silva. Segundo ele, no entorno dos depósitos
minerais, serão gerados cerca de 500 empregos diretos e mais 6,5 mil
indiretos.
Os projetos da região do Tapajós serão explorados pelas mineradoras Ouro Roxo (reserva de 700 mil oz), Unamgen S/A (2 milhões oz) e Serabi Gold (600 mil oz). Já no Sudeste do Pará, a exploração será feita pelos grupos Reinarda Mineração (200 mil oz/ano) e Colossus Minerals (1,1 milhão oz). No Xingu, o projeto pertence à companhia Belo Sun Mining Corporation (cujo plano, embora ainda esteja em fase de licenciamento, apresenta uma reserva de 2,8 milhões oz). Por último, no Nordeste do Estado, estão em fase de pesquisa os empreendimentos das empresas Luna Gold Mineração e Companhia Nacional de Mineração (CNM).
De
acordo com o geólogo, a região Tapajós tem a maior área garimpeira do
mundo (são 100 mil km²), com mais de 2,2 mil pontos de extração de ouro e
uma reserva de 28 mil km².
Alberto
Rogério afirma que uma das empresas instaladas em Itaituba está
articulando um projeto para montar sua refinaria em Belém, com o
objetivo de refinar todo o ouro paraense. Segundo ele, a produção atual
de ouro em Itaituba gira em torno de 250 a 300 quilos por mês. O geólogo
explica que aproximadamente 52% do minério produzido no Pará são
destinados às joalherias de várias partes do mundo; 20% são convertidos
em investimentos privados, ou seja, viram papéis na bolsa de valores; e o
restante (30%) se transforma em outros tipos de investimentos.
Fonte: O Liberal
Tartaruga-da-Amazônia
Fêmea desovando em um tabuleiro do rio TrombetasFamília: PODOCNEMIDIDAE
Nome científico: Podocnemis expansa
Nome comum: tartaruga-da-amazônia ou tartaruga (fêmeas) e capitarí (machos).
América do Sul: charapa (Peru); tortuga (Colômbia, Venezuela).
América do Norte: Giant South American River Turtle (EUA).
Tamanho/Peso: é a maior tartaruga de água doce da America do Sul, chegando a medir 70 cm de comprimento e a pesar cerca de 25 kg. A maior fêmea de tartaruga já registrada mediu 109 cm comprimento e pesou 90 kg.
Características da espécie: possuem uma coloração marrom, cinza ou verde oliva e sua carapaça é achatada e mais larga na região posterior. Os machos são menores que as fêmeas, e possuem a carapaça mais estreita e cauda maior. Os filhotes e jovens apresentam manchas amarelas na cabeça. Fêmeas adultas têm uma variação ontogenética, no colorido amarelo da cabeça que torna-se marrom escuro com o avançar da idade
Distribuição: ocorre em toda a Bacia Amazônica.
Dieta: herbívoros, ou seja, se alimentam de plantas (frutos, talos, folhas, sementes e algas).
Reprodução: durante a estação de seca as tartarugas migram à procura das áreas de desova, que varia de acordo com a localidade e o ciclo dos rios. Em algumas localidades como nos rios Guaporé e Trombetas as desovas ocorrem em grupos. Antes da desova, as tartarugas se agrupam em frente aos tabuleiros, como são chamadas as praias de desova. Ao sair da água para desovar, as tartarugas andam pela praia atrás de um bom local para postura. Após a postura, continuam agrupadas em frente às praias por um longo período, que coincide com a subida das águas e com o nascimento dos filhotes. São depositados em média cerca de 100 ovos, em ocorre apenas uma postura por ano. O período de incubação dos ovos é em média de 45 a 55 dias e o sexo dos filhotes é determinado pela temperatura de incubação.
Exploração: desde a época do império português, a carne e os ovos de tartaruga-da-amazônia são consumidos pelo homem. O naturalista Henry Bates relatou que no alto rio Amazonas, próximo a cidade de Tefé cerca de 48 milhões de ovos foram coletados anualmente entre 1848 e 1859. Atualmente a lei permite a comercialização da tartaruga-da-amazônia de criadouro comercializado para desestimular o comercio ilegal.
Conservação: anualmente cerca de 2 a 3 milhões de filhotes de tartaruga-da-amazônia nascem nas praias dos rios amazônicos que vendo sendo monitoradas e protegidas. Apesar deste numero estar muito longe dos 48 milhões de ovos que eram coletados anualmente no século XIX, em apenas quatro praias, já é um começo!
Fonte: www.tartarugasdaamazonia.org.br
Ação quer barrar perdão de dívidas da Celpa
O MPF (Ministério Público Federal) pediu à Justiça a anulação de decisão da Anaeel (Agência Nacional de Energia Elétrica) que perdoou o pagamento de indenizações devidas aos consumidores pela Celpa por interrupções no fornecimento de energia.
Segundo investigações, o perdão das dívidas, que abrange os pagamentos de 2012 a agosto de 2015, pode representar um calote de R$ 300 milhões aos paraenses.
A ação é assinada pelo procurador regional dos Direitos do Cidadão, Alan Mansur, e foi ajuizada na sexta-feira (23).
O MPF solicitou à Justiça que a suspensão do perdão seja imediata. O caso será julgado pela 1ª Vara Federal em Belém, cuja titular é a juíza Carina Senna.
A decisão da Aneel foi publicada em nota técnica datada de 26 de outubro, a partir de pedido da Equatorial Energia, empresa que adquiriu a Celpa.
Segundo a Equatorial, a empresa precisa do perdão das dívidas para poder fazer investimentos na distribuidora. E, porque teoricamente os R$ 300 milhões serão aplicados na empresa, o consumidor não sairá prejudicado.
Leia mais em MPF quer anular decisão que livra Celpa de pagar indenizações a consumidores.
NYT destaca crescimento de cidades amazônicas
Reportagem publicada no domingo [25] pelo jornal “New York Times” mostra o crescimento das cidades da Região Amazônica.
O jornal destaca que entre as 19 cidades brasileiras que dobraram de tamanho na última década, dez estão na Amazônia. Ao todo, a população da região subiu 23% de 2000 a 2010, enquanto o Brasil como um todo cresceu apenas 12%.
O “New York Times” conta a história do município paraense de Parauapebas.
Segundo o jornal, a cidade passou “de um fronteira obscura com garimpeiros e tiroteios para uma área urbana em expansão com um shopping center com ar-condicionado, condomínios fechados e uma concessionária de picapes Chevy”.
O jornal mostra preocupação com o impacto desse crescimento sobre o meio ambiente. Segundo o “New York Times”, o governo brasileiro tenta conciliar o desenvolvimento econômico da região com o impacto ambiental.
“E enquanto o país registrou recentes progressos no combate ao desmatamento, em grande parte por fazer cumprir as leis de registro e delimitando áreas florestais, biólogos e pesquisadores do clima temem que o aumento acentuado de migração para as cidades na Amazônia, que hoje tem uma população aproximada de 25 milhões de pessoas, mine esses ganhos”, diz o jornal.
Leia mais em ‘New York Times’ destaca crescimento de cidades amazônicas.
Fonte: O Globo
Pará é recordista de empregos no Norte
O Pará gerou mais de 45 mil empregos formais no período entre janeiro e outubro deste ano, destacando-se como o estado da Região Norte com o melhor desempenho no setor, de acordo com o mais recente estudo elaborado pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).
Segundo a análise do Dieese, foram registradas no Pará 323.050 admissões contra 277.645 desligamentos, o que gerou um saldo positivo de 45.405 postos de trabalho, com um crescimento de 6,56% na geração de empregos formais.
Entre os setores econômicos que apresentaram crescimento na contratação formal, o destaque ficou para a Construção Civil, com um crescimento de 20,47%, seguida pelo Extrativo Mineral, com 12,2%, e da Agropecuária, com 6,77%.
No mesmo período, os setores de Indústria de Transformação foram os que apresentaram o menor índice na geração de empregos formais, com 2,09%.
Fonte: Agência Pará
Primeiro sorteio do Nota Fiscal Cidadã será no dia 27 de dezembro
O site do
programa já registra 14.702 pessoas cadastradas para participar dos
sorteios. Segundo o secretário, isso mostra que o programa despertou o
interesse da população paraense. A Secretaria da Fazenda (Sefa) estima
que um total de 25 mil consumidores devem se cadastrar.
Consumidores devem pedir as notas e cupons fiscais com CPF e só com o cadastro estarão aptos a receberem a premiação. O cadastro para o primeiro sorteio deverá ser feito até o dia 9 de dezembro. Para se cadastrar, o consumidor deverá informar nome, identidade, CPF e número da conta bancária que será utilizada para o depósito dos prêmios, e aceitar o regulamento do sorteio. Em caso de dúvidas, verá ligar para o call Center (0800-725-553).
Consumidores devem pedir as notas e cupons fiscais com CPF e só com o cadastro estarão aptos a receberem a premiação. O cadastro para o primeiro sorteio deverá ser feito até o dia 9 de dezembro. Para se cadastrar, o consumidor deverá informar nome, identidade, CPF e número da conta bancária que será utilizada para o depósito dos prêmios, e aceitar o regulamento do sorteio. Em caso de dúvidas, verá ligar para o call Center (0800-725-553).
Concurso da SEFA confirmado para 2013
Está confirmada a
realização de concurso público para auditor e fiscal de receitas do
Estado, os dois cargos de carreira da administração tributária em 2013. O
anúncio do certame foi feito pelo secretário da Fazenda, José Tostes
Neto.
A decisão foi oficializada por Tostes durante reunião com as diretorias do Sindicato dos Servidores do Fisco Estadual do Pará (Sindifisco-PA) e da Associação dos Servidores do Fisco Estadual do Pará (Asfepa).
A realização de
concurso público foi uma das principais bandeiras em 2012 do Sindifisco e
da Asfepa, que advogam o fim do desvio de função pública no Fisco
estadual. A meta de afastar os servidores sem habilitação à função e
suprir as Carreiras da Administração Tributária (CAT) com concursados é
também uma exigência do Ministério Público, que abriu um procedimento
administrativo contra a usurpação de cargos públicos, a partir de
representação protocolada em 2009 pelo sindicato.
Tostes mandará ao governador minuta de decreto sobre o fundo para publicação no Diário Oficial para vigorar a partir de janeiro do próximo ano. O governo também deve publicar edital de convocação de eleição para que sejam eleitos os membros do conselho para o biênio 2013-2014. A posse dos conselheiros deve ocorrer na primeira quinzena de janeiro de 2013. (SindifiscoPA)
Tostes mandará ao governador minuta de decreto sobre o fundo para publicação no Diário Oficial para vigorar a partir de janeiro do próximo ano. O governo também deve publicar edital de convocação de eleição para que sejam eleitos os membros do conselho para o biênio 2013-2014. A posse dos conselheiros deve ocorrer na primeira quinzena de janeiro de 2013. (SindifiscoPA)
Fonte: Quarto Poder
Prefeitos devem prestar contas de convênios firmados com União
Os prefeitos em fim
de mandato devem prestar contas de todos os convênios firmados com o
governo federal durante sua gestão. É o que determina o Ministério
Público Federal (MPF).
O MPF alerta que é obrigatória a prestação de contas de contratos de repasse e instrumentos correlatos, além de convênios, firmados entre as prefeituras e a União.
Nunca é demais
lembrar aos gestores municipais cujos mandatos encerram no dia 31 de
dezembro, que a administração pública é regida pelos seguintes
princípios: publicidade, lealdade e moralidade.
Mais um lembrete:
caso o vencimento do prazo para a prestação de contas seja após o dia 31
de dezembro, toda documentação deve ser providenciada para que o
respectivo sucessor realize os procedimentos necessários junto aos
órgãos fiscalizadores.
Governo do Pará intensificará combate ao desmatamento
A
concentração de esforços para combater o desmatamento no Pará foi
discutida na manhã desta quinta-feira (22), pelo governador Simão
Jatene, pelo vice-governador, Helenilson Pontes, e representantes do
Programa Municípios Verdes, Ministério Público Federal (MPF), Instituto
Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama),
Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Instituto Homem e Meio
Ambiente da Amazônia (Imazon) e de produtores rurais.
Durante
a reunião, Cláudio Almeida, representante do Inpe informou que o
desmatamento no Pará caiu cerca de 83% em setembro último, em relação ao
mesmo período do ano passado. Segundo os dados do Instituto, vários
fatores contribuíram para esse avanço, como a diminuição das grandes
queimadas e ações de repressão realizadas por órgãos regularizadores,
que vêm multando, embargando e confiscando equipamentos usados para
destruir a floresta, como tratores e serras elétricas.
Entre
as causas do desmatamento ao longo deste ano, foram identificados o
aumento dos valores dos produtos agropecuários, investimentos em grandes
projetos na região oeste do Pará e problemas na condução de políticas
fundiárias, principalmente em áreas federais.
Integração -
O trabalho realizado de forma integrada também foi discutido na
reunião. O superintendente do Ibama no Pará, Hugo Américo, frisou a
importância da política de meio ambiente desenvolvida pelo Governo do
Pará, e destacou a integração entre órgãos e instituições no combate ao
desmatamento. “Queremos avançar muito nisso. Conter o desmatamento
ilegal é uma forma de mostrar à sociedade que os acordos firmados,
dentro e fora do Brasil, foram cumpridos, e essa integração mostra isso”
frisou o superintendente.
Cláudio
Almeida, chefe do Centro Regional da Amazônia do Inpe, disse que o
Instituto já vem contribuindo ao fiscalizar o desmatamento na região, e
agora, com a integração, os bons resultados serão ampliados. “Nós temos
várias ferramentas, além do mapa de desmatamento, que mostram como essa
área está sendo usada. Nós temos toda uma linha de produção de dados,
que leva as informações à sociedade”, ressaltou.
Segundo
o secretário extraordinário do Programa Municípios Verdes, Justiniano
Neto, ações estão sendo realizadas pelas três esferas de governo, e já
com resultados significativos. “A integração é a principal
característica do Programa Municípios Verdes. Não é o Estado coordenando
tudo sozinho; é o Estado junto com a União, por meio do Ibama, em
parceria com produtores rurais, Prefeituras, ONGs e todos aqueles que
participam da produção rural. Seja trabalhando pela sustentabilidade ou
no combate ao desmatamento, eles se reúnem numa mesma mesa e, de uma
maneira leal e franca, têm objetivos comuns, e cada um ajudando o
outro”, finalizou Justiniano Neto.
FONTE: Agência Pará
Projeto “Sacolas Retornáveis” é desenvolvido em Óbidos
Pra
se ter uma ideia, cada família com quatro pessoas polui o planeta com
mais de 1.000 sacolas plásticas por ano, as quais, jogadas em ambientes
inadequados, levam mais de 100 anos para se degradarem.
Em
Óbidos, o Professor Sávio Ricart e um grupo de alunos da Escola São
José, estão colocando em prática o projeto das “Sacolas Retornáveis”, o
que proporcionará uma pessoa deixar de utilizar aproximadamente 500
sacolas por ano, segundo estatísticas feitas por pesquisadores.
O
Professor Sávio Ricart, idealizador do projeto, e seus alunos visitaram
algumas escolas e supermercados obidenses explicando o Projeto, no
intuito de conscientizá-los da importância de utilizarem as sacolas
retorváveis, o que evitará em parte, a utilização indiscriminada dos
sacos plásticos.
A
sacola retornável é a solução para as compras em supermercado, feira,
farmácia, açougue, mercado, vídeo locadora, onde for possível levar uma
sacola para trazer as compras. Nossos pais e avós usavam sacolas
retornáveis, sobreviveram e poluíam menos. Eles não tinham à disposição
sacos plásticos, se viravam como podiam, como a utilização de “cestas de
vime” em suas compras.
A
reutilização de sacolas é uma questão de adaptação aos novos hábitos e
comportamentos. A cultura do desperdício não é mais compatível com um
povo que busca por uma sociedade sustentável.
Informações e fotos de Odirlei Santos.Fonte: chupaosso.com.br
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