O Santo Antônio é o grande campeão amador de Oriximiná. Em partida realizada no sábado (24), estádio Picanço Diniz (O
Bauxitão), a equipe empatou em 0 a 0 no tempo normal com o Itaperuna e ganhou
nos pênaltis por 4 a 3. Além do título o time quebrou a hegemonia do rival –
que vinha de duas conquistas consecutivas do torneio.
Mais uma
vez, o destaque da partida foram os goleiros, que
seguram o placar mesmo com chances claras de gol. Até mesmo nos
pênaltis, cada um defendeu uma penalidade. A decisão saiu quando o
Itaperuna desperdiçou a última cobrança que foi para fora. O Santo
Antônio é um dos clubes mais tradicionais da cidade, a equipe agora
possui onze títulos do Campeonato de Oriximiná.
Acho que tivemos uma boa partida e os times jogaram muito
bem. Mas, somente um que poderia ser o vencedor e
dessa vez foi o Santo Antônio que foi mais efetivo na hora de cobrar as
penalidades – afirma Edirlúcio Marialva, Presidente da Liga.
Ainda de acordo com a coordenação do campeonato cerca de quatro
mil pessoas compareceram ao estádio Bauxitão, fechando a competição com o seu maior
público em todo o torneio.
Os cidadãos de Oriximiná compraram a ideia do torneio há
muito tempo, por isso temos uma boa média de público por partida, mas dessa vez
confesso que me surpreendi com o número de pessoas na final. Esperamos que no próximo
Campeonato possamos ter.
Fonte; Globoesporte.com
Veja as fotos dessa grande final.
Imagens publicadas por Frank Núnes
Terça-Feira, Dia 20 de Janeiro de 2015
Medida beneficia quilombolas de Oriximiná, no noroeste paraenseOs quilombolas da Reserva Biológica do Rio Trombetas, em Oriximiná, no noroeste do Pará, vão poder continuar explorando os castanhais da área. A decisão foi tomada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), que acatou recomendação do Ministério Público Federal no Pará (MPF/PA) e prorrogou um termo de compromisso que ordena o uso dos castanhais pelas comunidades quilombolas.
Para a procuradora da República Fabiana Schneider, “a assinatura do termo da castanha é, além de um compromisso assumido pelo ICMBio, um direito fundamental das comunidades que ali vivem e que possuem uma ligação centenária com o território”.
Impasse - O documento assinado pelo ICMBio deve valer até que seja apresentada uma solução de acordo com as determinações constitucionais quanto à regularização territorial da área em questão. O impasse é que, na área onde estão as comunidades quilombolas, há uma floresta nacional (Flona Saracá-Taquera), instituída muito tempo depois da ocupação territorial pelos quilombolas, e uma reserva biológica (Rebio do Rio Trombetas).
Essas áreas são reivindicadas pelos quilombolas e o MPF/PA já entrou com várias ações judiciais para o reconhecimento da propriedade das comunidades tradicionais, mas a questão está há anos na Câmara de Conciliação da Advocacia Geral da União (AGU).
Para a procuradora da República Fabiana Schneider, “a assinatura do termo da castanha é, além de um compromisso assumido pelo ICMBio, um direito fundamental das comunidades que ali vivem e que possuem uma ligação centenária com o território”.
Impasse - O documento assinado pelo ICMBio deve valer até que seja apresentada uma solução de acordo com as determinações constitucionais quanto à regularização territorial da área em questão. O impasse é que, na área onde estão as comunidades quilombolas, há uma floresta nacional (Flona Saracá-Taquera), instituída muito tempo depois da ocupação territorial pelos quilombolas, e uma reserva biológica (Rebio do Rio Trombetas).
Essas áreas são reivindicadas pelos quilombolas e o MPF/PA já entrou com várias ações judiciais para o reconhecimento da propriedade das comunidades tradicionais, mas a questão está há anos na Câmara de Conciliação da Advocacia Geral da União (AGU).
Fonte: justicaemfoco.com.br






.jpg)

.jpg)




.jpg)
