A Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA) encerra nesta
terça-feira, 20 de janeiro, as inscrições para o seu Processo Seletivo
Regular 2015. O prazo seria finalizado no domingo, dia 18, mas foi
prorrogado pela instituição em decorrência de problemas técnicos
constatados no site. Não há taxa de inscrição.
Inscreva-se
Podem se inscrever candidatos que já concluíram o Ensino Médio ou equivalente e participaram do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem)
dos anos de 2013 e 2014 com nota superior a 500 na redação e a 400 em
uma ou mais áreas. Eles deverão preencher o formulário e o questionário
socioeconômico e indicar duas opções de cursos, vinculadas ao mesmo
instituto.
A primeira chamada será publicada em 27 de janeiro. Estão sendo
oferecidas 1.191 vagas em 24 cursos de graduação ministrados em Santarém
(1.106), Oriximiná (45) e Óbidos (40). Destas, 600 são reservadas para
cotas sociais. Detalhes no Edital, pelo telefone (93) 2101-6532 ou pelo e-mail comunicaufopa@gmail.com.
Por Wanja Borges
Fonte: vestibular.brasilescola.com
Terça-Feira, Dia 20 de Janeiro de 2015
Medida beneficia quilombolas de Oriximiná, no noroeste paraenseOs quilombolas da Reserva Biológica do Rio Trombetas, em Oriximiná, no noroeste do Pará, vão poder continuar explorando os castanhais da área. A decisão foi tomada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), que acatou recomendação do Ministério Público Federal no Pará (MPF/PA) e prorrogou um termo de compromisso que ordena o uso dos castanhais pelas comunidades quilombolas.
Para a procuradora da República Fabiana Schneider, “a assinatura do termo da castanha é, além de um compromisso assumido pelo ICMBio, um direito fundamental das comunidades que ali vivem e que possuem uma ligação centenária com o território”.
Impasse - O documento assinado pelo ICMBio deve valer até que seja apresentada uma solução de acordo com as determinações constitucionais quanto à regularização territorial da área em questão. O impasse é que, na área onde estão as comunidades quilombolas, há uma floresta nacional (Flona Saracá-Taquera), instituída muito tempo depois da ocupação territorial pelos quilombolas, e uma reserva biológica (Rebio do Rio Trombetas).
Essas áreas são reivindicadas pelos quilombolas e o MPF/PA já entrou com várias ações judiciais para o reconhecimento da propriedade das comunidades tradicionais, mas a questão está há anos na Câmara de Conciliação da Advocacia Geral da União (AGU).
Para a procuradora da República Fabiana Schneider, “a assinatura do termo da castanha é, além de um compromisso assumido pelo ICMBio, um direito fundamental das comunidades que ali vivem e que possuem uma ligação centenária com o território”.
Impasse - O documento assinado pelo ICMBio deve valer até que seja apresentada uma solução de acordo com as determinações constitucionais quanto à regularização territorial da área em questão. O impasse é que, na área onde estão as comunidades quilombolas, há uma floresta nacional (Flona Saracá-Taquera), instituída muito tempo depois da ocupação territorial pelos quilombolas, e uma reserva biológica (Rebio do Rio Trombetas).
Essas áreas são reivindicadas pelos quilombolas e o MPF/PA já entrou com várias ações judiciais para o reconhecimento da propriedade das comunidades tradicionais, mas a questão está há anos na Câmara de Conciliação da Advocacia Geral da União (AGU).
Fonte: justicaemfoco.com.br
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