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sábado, 2 de março de 2013

Confira a 6ª chamada do Processo Seletivo 2013 da UFOPA


A Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA) torna pública a relação dos aprovados na 6ª convocação do Processo Seletivo Regular de 2013.

Os candidatos convocados devem realizar habilitação e matrícula nos dias 4, 5 e 6 de março de 2013, das 8 às 12 e das 14 às 18 horas, na sala 122-A do Amazônia Boulevard (Av. Mendonça Furtado, 2946, Bairro de Fátima – Santarém/PA).

No link abaixo, a relação com os nomes dos candidatos aprovados.


Universidade Federal do Oeste do Pará
Processo Seletivo 2013
Sexta Convocação
120131599055
ADELIANE SANTOS SOUSA
120167808134
ADRIA ANTONIA SOUSA DE ARAUJO
120156066786
ADRIANO GRINGS DE ABREU
120159253013
ALBANITA BENTES MACEDO
120156765838
ALDEMIR BRITO SILVA
111016944668
ALESSANDRA DA SILVA SANTOS
111034233468
ALESSANDRA SILVA BATISTA
111044724294
ALINE GAMBOA DA COSTA SANTANA
120158486481
AMANDA FERREIRA MACIEL
111009764544
AMANDA VIEIRA DA SILVA OLIVEIRA
111013756348
ANA BEATRYZ ROCHA DOS SANTOS
120154475212
ANA CAROLINE RIBEIRO DE BRITO
111004745614
ANA CAROLINE TEIXEIRA DA SILVA
120115160851
ANA KAROLLYNE AMORIM FIGUEIRA
120172230340
ANA TEREZA DOS SANTOS FIGUEIRA
120131868935
ANDRESSA SARUBI ALMEIDA
120112017852
ANDRESSA SOUSA DA SILVA
111003620621
ANNA CAROLINE ZANONI
111001199350
ANTONIA MOREIRA MARREIROS CAMPOS
120172027188
BEATRIZ ALMEIDA TEIXEIRA
120158495862
BRENO LUCIO EIRADO DE CASTRO PINHEIRO
120136761748
BRUNA KAROLINI VRONSKI ROCCA DE ARAUJO
120152991205
BRUNA RAFAELA TRINDADE NUNES
120157687032
CARLOS FERNANDO KELLY LISBOA PAIVA
120137144700
CAROLINE SILVA OLIVEIRA
120136080163
CASSIO FREITAS DOS SANTOS
120166117391
CRISTIAN WELLEM FERREIRA DIAS
120157454143
CRISTIANE COSTA DOS SANTOS
120164901648
DANIEL COSTA LIMA
120121468250
DANIEL SERGIO VASCONCELOS GONCALVES
120118138627
DANIELA DOS SANTOS AMERICO
111058829361
DANIELE SOUSA DA SILVEIRA
120122812353
DANIELLY HELENA SOUZA SILVA
120169922597
DAYANA PRADO PEREIRA
111007151995
DEBORA JAMILLE PEREIRA MENEZES
120142344584
DIANA ALBUQUERQUE DOS SANTOS
120182944523
DOUGLAS JHONE BRITO LINS
120169748872
EDINEI DA SILVA TEIXEIRA
111041414367
EDSON JOSE MONTEIRO DA SILVA
111005337587
EDUARDO ALESSANDRO NAVARRO RODRIGUES
120129389651
EMILY KARENINA TIECHER
120155689402
ERICA SOUZA REGO
120113106590
ERILA KEVELIN SILVA DA SILVA
120130201856
EVELYN CRISTINA DA SILVA COELHO
120183877544
EVERSSON DOUGLAS FERREIRA TAVARES
120111924597
EVERTON BENEDITO BARBOSA MONTEIRO
111019786524
FABIANA GUIMARAES SILVA
120133194061
FELIPE DE SOUSA MALCHER
120131760361
FERNANDA DE SOUSA OLIVEIRA
111020155214
FLAVIA LARISSA NORONHA NUNES
120112610031
FRANCIONEI DA COSTA RODRIGUES
120112456538
FRANCISCO GERLAN MOURA TEIXEIRA
120136812245
FRANCISCO JUNIO DOS SANTOS SOUSA
120111654778
GABRIEL WANDERLEY LUCIO
111006526804
GABRIELA NASCIMENTO RODRIGUES
120138949949
GEOVANE VINHOTE PEREIRA
120122858540
GIOVANA RIBEIRO ALMEIDA
120170178502
GRAZIELLA ESCOCIO DE ALMEIDA
120124981365
HERISSON PAOLO DOS SANTOS TORRES
120125454369
HIGOR BARBOSA DA SILVA
120139117793
HILARY BENTES DA SILVA
120136699848
IGOR DA COSTA RAMOS
111035973180
ISRAEL RODRIGUES DA SILVA
120184126658
JAIME ELIAS PINHO SOUZA
120149888113
JAMERSON GUIMARAES DA SILVA
120165751348
JARLON TEIXEIRA COSTA
111004461071
JEAN MICHEL DA SILVA GUALDEZ
120143796349
JESSICA PATRICIA AGUIAR DA COSTA
120117839591
JORDAN VICENTE AZEVEDO MOURAO
120110224141
JOZAFAR WILSON NUNES
120159053375
KAREN YASMIN TAVARES DA SILVA
120132022428
KEICIANE ALEXANDRE DE SOUSA
111006543300
KIANIA CRISTINA CARVALHO DE SOUZA
120125311525
KLEY BARROS DE OLIVEIRA
120177195275
LAUREN ELISA BRAGA PALMA
111043343432
LAUREN YASMIN DUARTE DA SILVA
111002920362
LAYANE QUEIROZ RAMOS LIRA
120113561921
LAYSA LARISSA BATISTA DA SILVA
120111419086
LEYLA DOS REIS LOPES
120110402511
LINDELMA GOMES SALGADO
111043140361
LISIANE LOURDES DA SILVA MONTEIRO
120122273061
LUAN FELIPE FEITOSA DA SILVA
120157224172
LUANNA DOS SANTOS GALVAO
120110884761
LUCAS LOUREIRO DE SOUSA
120119357942
MAISE LIMA PRESTES
120110944632
MARCELO TAPAJOS BORGES
120142236226
MARCIO JUNIOR MOURA DA COSTA
120173654976
MARCOS ANDRE DA CRUZ COTA
120147481571
MARESSA FIDELES PEREIRA
120131844904
MARIA JACKELINY RAMOS
111003376160
MARIANA SILVA DE FREITAS
120138158186
MARIVALDO DA SILVA CUNHA JUNIOR
111057408965
MARLIANE SILVA COSTA
120115246739
MARLON IAGO DE OLIVEIRA
120131508718
MAURICIO DA ROCHA SEREJO
120111393290
MIGUEL REBOUCAS DE SOUSA
120115158261
MIRANILDA SARMENTO SILVA
111001023421
NAILDA FONTES DE OLIVEIRA
120135520666
NATASHA ALBUQUERQUE LAVRATTI
111006377213
NAUM BORGES DA SILVEIRA
111004579412
NAYANA ALVES DA SILVA
120110162880
PATRICK SANTOS DA SILVA
111021226476
PAULO OTAVIO BENTES FREITAS
120110938624
PAULO RICARDO SOARES DA CRUZ
120157000592
PEDRO ANDERSON DE AGUIAR LIMA
120134387172
PEDRO HENRIQUE MACHADO DA SILVA
120117774325
PRISCILA JAQUELINE PAVAO PINTO
120136367021
RAFAEL DA CRUZ COSTA
120124940472
RAFAEL FERRAZ DA SILVA
120157540295
RAFAEL LUCAS PEREIRA DA SILVA
120181582741
RAFAEL RENTE MEDEIROS
120182313477
RAFAELA DE OLIVEIRA SANTOS
120151277011
RAFAELA SOARES CASAES
120133267254
RAIANA CUNHA DE FIGUEIREDO
120134768044
RAIMUNDO WILSON DE JESUS SILVA
120126252107
RAMSES LUCAS SIQUEIRA ROCHA
111001645406
RAYANNE REBECA MALAQUIAS PENICHE
120134124406
RAYZA ANDRADE DE OLIVEIRA
111041491515
REGIANE DE QUEIROZ FONSECA
120132015995
REISE CARVALHO ALMEIDA
120173004939
ROSANA BORGES DE SOUSA
120162309032
ROSANE SILVA DOS SANTOS
111002954844
SAMMYLA LETICIA ANSELMO OLIVEIRA DA PAZ
120136050876
SAMUEL VIANA CRUZ
120122041942
SARAH VIANA FARIAS
120135945527
SUSANA MACHADO MONTEIRO
111044593165
TAMIRES CAROLINE SALES DE OLIVEIRA
120118933133
TATIANA DE ALCANTARA PONTE
120130106551
THAINA CRISTINA CARDOSO COSTA
120174700050
THAIZA DANIELLY CRAVO PEREIRA
120129859495
THAMIRYS RANDEL BASTOS
120183163223
VALERIA CRISTINA VIEIRA PAULINO
120153239957
VANESSA DE AGUIAR CANTAO
120143579330
VERENA SANTOS DE SOUSA
120141553473
VICTOR SILVA SIDRIM
120126246077
WERLLEN LISBOA DE ATAIDE
120150597810
WESLEI SANTOS OLIVEIRA
120119047277
YASMIN DE JESUS PAMPOLHA ARAUJO

Linha demarcatória entre os municípios de Oriximiná e Terra Santa é oficializada


A linha demarcatória parcial entre os municípios de Terra Santa e Oriximiná, ambos no oeste do Pará, foi oficializada nesta quinta-feira, 28, via decreto assinado pelo governador em exercício Helenilson Pontes. A iniciativa trará enormes benefícios aos municípios, pela aferição de renda proveniente da exploração de recursos minerais existentes na região.
O titular do Instituto de Terras do Pará (Iterpa), Carlos Lamarão, explica que a área demarcada fica na faixa de terra conhecida como “Platô Bela Cruz”, localizado na Floresta Nacional Saracá-Taquera e com uma reserva de bauxita de cerca de 103 milhões de toneladas de minério. “Com essa demarcação, haverá uma precisão de limites, o que antes, quando não existia o traçado, causava mal estar na relação entre os dois municípios, porque impedia a partilha da receita gerada pela Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais - CFEM”, diz Lamarão.
Dados do CFEM mostram que Oriximiná arrecada mensalmente, de royalties, um valor médio de R$ 1,2 milhão. No ano passado, a arrecadação da CFEM ficou em torno de R$ 13 milhões e a expectativa é de alcançar este ano o patamar de R$ 15 milhões. Lamarão ressalta que o trabalho de demarcação foi realizado pelo Iterpa no início do ano passado e todos os resultados foram aprovados pelos respectivos gestores municipais.
A atuação do Iterpa limitou-se a fixar em campo os marcos delimitativos dos limites territoriais dos dois municípios interessados, com fundamento na legislação que instituiu suas bases físicas. O instituto também deverá fornecer aos dois municípios interessados cópia integral das peças técnicas referentes aos trabalhos realizados no local, inclusive do memorial descritivo e mapa de localização.

Fonte:  Agência Pará de Notícias

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Parceria entre Alcoa e Senai oferece capacitação a estudantes de Juruti, no Oeste do Estado


 
 
 
 
Programa Jovem Aprendiz
Programa Jovem Aprendiz
 Para impulsionar o desenvolvimento da região e valorizar a mão de obra local, a Alcoa, em parceira com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), aposta na formação de novos profissionais por meio do programa Jovem Aprendiz, no município de Juruti, no Oeste do Pará. Com esta iniciativa, jovens estudantes com idades entre 16 e 24 anos, participam de um processo seletivo concorrido, mas que é um passaporte para ingressar no mercado de trabalho. Durante os cursos, os alunos passam por aulas teóricas e práticas, além de participar de um estágio supervisionado por funcionários da Alcoa, na Mina de Bauxita de Juruti.
Quem tem a chance de participar do programa não esconde a satisfação e já desenha planos para o futuro. “O curso superou as minhas expectativas. Logo no início, as primeiras aulas já foram suficientes para despertar a vontade de seguir carreira na área”, revela o estudante João Wagner Santos, da turma de Operador de Manutenção Eletromecânica, que está se dedicando ao máximo para alcançar uma oportunidade dentro da própria empresa.
O principal objetivo do Jovem Aprendiz é formar novos profissionais e oferecer aos estudantes qualificação e instrumentos para conquistar o primeiro emprego. De acordo com Rogério Ribas, gerente de Recursos Humanos da Alcoa Juruti, a participação da Companhia neste programa reafirma o compromisso da empresa com a educação e o crescimento da região. “Valorizar a mão de obra local é um dos fatores que nos permite crescer com sustentabilidade, gerando emprego e renda para quem vive aqui. Trazer um programa como este para o município, que vem de uma cultura extrativista e hoje está construindo uma cultura industrial, oferece aos jovens outros horizontes e caminhos profissionais. Acreditamos que o sucesso da Alcoa Juruti será medido quando tivermos lideranças formadas no próprio município, a exemplo de outras unidades da Empresa. Esta é a nossa meta aqui no Pará e o Jovem Aprendiz abre esta oportunidade”, afirma.
Em Juruti, o programa integra um conjunto de iniciativas para qualificar a mão de obra local, abrangendo cursos de capacitação para a população local, inclusive na zona rural, beneficiando cerca de três mil pessoas desde 2006.
A jovem aprendiz Cristiane Moreira de Souza acredita que o curso de Operador de Manutenção Eletromecânica irá contribuir de forma significativa para a sua formação profissional, pois aborda assuntos que não são vistos durante o ensino médio, o que funciona como um diferencial.  “Eu vejo nesse curso uma porta aberta para o mercado de trabalho e uma oportunidade muito grande de seguir carreira dentro da Alcoa; entrando com técnica e crescendo cada vez mais, sempre aprendendo”, comenta.
Os alunos de outras turmas, que concluíram o curso de Eletricista de Manutenção Industrial, afirmam ter hoje  uma visão diferente a respeito da  eletricidade: o medo que existia no início das aulas, deu lugar à admiração e à vontade de aprender cada vez mais. “Gostei muito do curso, e pretendo seguir a carreira, fazer uma faculdade de Engenharia Elétrica, e vou me esforçar para isso”, conta Anisson da Silva, um dos jovens participantes do programa.

Fonte: Tarú

Merenda de lata pode ser substituída por comida da floresta

Ideia é aproveitar lei que determina a compra de produção agrícola de comunidades extrativistas locais

CALHA NORTE (PARÁ) - Na região de peixes fartos e onde é possível plantar mandioca, banana, abacaxi - fora a castanha, que é abundante, e alimentos nutritivos da flora local -, ao chegar numa vendinha na comunidade de Cachoeira Porteira, no Rio Trombetas, para comprar o nosso jantar, o que encontramos são latas. De feijoada, de sardinha, de legumes. Nada fresco. Sem combustível suficiente para manter refrigeradores ligados o tempo todo, a solução são os enlatados, que abastecem até mesmo a merenda escolar.
Pensando em melhorar essa situação e ao mesmo tempo oferecer uma alternativa de geração de renda em bases mais sustentáveis, o Imaflora, uma das entidades que compõe o Consórcio Calha Norte (formado, entre outros, também por Imazon Conservação Internacional e Museu Paraense Emílio Goeldi), iniciou um trabalho para melhorar a merenda que é enviada para as comunidades quilombolas de Oriximiná aproveitando os produtos cultivados por elas mesmas. A cidade, que concentra a maior quantidade de remanescentes quilombolas do Estado do Pará, soma 34 comunidades.

"Os alimentos para chegar em Cachoeira Porteira, por exemplo, vão em barcos que levam até 14 horas para fazer o trajeto desde Oriximiná e não têm refrigeração. Então o jeito é ir mesmo em latas, mas podemos pensar em algumas alternativas", comenta Leo Ferreira, do Imaflora.
A ideia foi aproveitar a lei que criou o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Ela estabelece que na compra dos produtos da merenda, ao menos 30% seja adquirido pelos municípios da produção agrícola de comunidades extrativistas locais.
Mas num município tão grande como Oriximiná (107,6 mil km², o segundo maior do País), em que as comunidades ficam distantes e isoladas, o produtor encontra dificuldade até em acessar a chamada pública.
O primeiro passo foi, então, fornecer assistência técnica e apoiar as comunidades a ofertarem seus produtos. E ao mesmo tempo articular com a Secretaria de Educação do município o processo para abrir as chamadas públicas para esses produtos.
"Chegou a se temer que os quilombolas não teriam produção suficiente. Mas um levantamento mostrou que algumas até perdem cará, abóbora, melancia, banana, porque não têm mercado", conta Ferreira. Cada comunidade tem uma característica. Algumas são mais dependentes da castanha do pará, como é o caso de Cachoeira Porteira, e outras têm perfil mais agrícola. "Checamos com as lideranças quem tinha algo para oferecer", diz.
Também foram investigados os hábitos alimentar dessas comunidades, seus pratos típicos, suas receitas. "Vimos que dava para pensar até em chá com produtos da floresta, substituir biscoitos por biju, por exemplo."
A primeira chamada pública deve acontecer até março para a 1ª venda - de produtos in natura, principalmente frutas e legumes. A ideia mais para frente é incluir produtos como peixes e polpa de açaí, mas por causa das condições de transporte, eles terão de passar por algum processo de beneficiamento.
Também se discute a inclusão da castanha. Enviar com casca, como hoje os quilombolas costumam vender, daria muito trabalho para as merendeiras. Antes talvez seja necessário alcançar uma outra etapa do desenvolvimento das comunidades, que é a instalação de usinas de beneficiamento da castanha nessas próprias regiões, avanço que também está sendo articulado pelo Imaflora.
A farinha de mandioca é outro ingrediente na lista. Hoje ela já entra na merenda das escolas na área urbana. Pode entrar na das comunidades já neste semestre. "A venda deve melhorar a renda das comunidades. Só vamos conseguir garantir a conservação da Calha Norte, se der a essas pessoas boas condições de vida", defende.

Fonte:  Giovana Girardi - O Estado de S.Paulo

Comunidades do Trombetas comemoram boa safra

Produtores do Lago do Batata comemoram produção de limão que é comercializada na feira de Porto Trombetas
 
 
 
 
Produção de limão
Produção de limão
O projeto de Agricultura Familiar desenvolvido na região do Trombetas, no oeste paraense, com apoio da Mineração Rio do Norte, vem dando bons resultados este ano com o plantio de limão.
A região do Lago do Batata, uma das comunidades beneficiadas, comemora a boa safra. Os produtores locais da comunidade estão entre os que receberam as 30 mil mudas distribuídas dentro do projeto para fortalecimento da produção familiar, há quatro anos. Agora, eles comemoram o início da comercialização do fruto na feira de Porto Trombetas.
Com a produção a todo vapor, os agricultores estão investem tempo no plantio de cebolinha, já em fase de cultivo, e nos mais de mil pés de pimentão, já de olho na próxima safra.
O projeto Agricultura Familiar tem a parceria do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Oriximiná (STRO). Através do Sindicato, a MRN realiza repasses que garantem aos agricultores apoio técnico, treinamento, consultoria para elaboração de projetos sustentáveis, além de insumos e ferramentas.
O método de plantio do projeto é similar ao utilizado nos Sistemas Agroflorestais, no qual são utilizadas pequenas áreas, preferencialmente as já alteradas, para a produção de frutíferas como maracujá, mamão, cupuaçu, abacaxi, entre outras; além de hortaliças e essências florestais.

Fonte:  Ascom/MRN



quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Juruti começa elaborar Orçamento Participativo

Definido: a Prefeitura de Juruti marcou para o próximo sábado (2/03) a 1ª assembleia do POP (Planejamento e Orçamento Participativo) do município, a ser realizado na comunidade Curumucuri.
Marquinho Dolzane, prefeito de Juruti
Mais 7 assembleias, em 7 localidades diferentes, estão programadas, conforme quadro detalhado no Leia Mais, abaixo. A 8ª, marcada para 15 de abril, será a assembleia geral, quando o POP será finalizado.
No sábado, em Curumucuri, moradores de 19 comunidades rurais no entorno terão vez e voto para decidir quais obras e serviços desejam que seja implementado pelo prefeito e vice, Marquinho Dolzane e Jonas Morais, respectivamente.
“É a primeira vez que Juruti vai experimentar uma decisão tão democrática como essa”, destaca Marquinho, filiado ao PSD. “Quando definimos o nosso slogan (Governando com o Povo) estávamos pensando justamente no orçamento participativo, porque é o ápice da democracia na governabilidade municipal. Iremos em todos os distritos, dialogar com as 207 comunidades”.
No Brasil, a primeira prefeitura a experimentar esse modelo de gestão pública foi a de Porto Alegre, em 1989. No Pará, a cidade de Belém implementou o Orçamento Participativo no período de 1997 a 2004.
“Agora é a vez de Juruti também fazer história, no ano em que completa 130 anos de fundação”, lembra o prefeito.
“É trabalhoso, mas eu estou preparado, junto com o vice-prefeito Jonas Morais e toda a minha equipe de governo, especialmente a Cláudia Panosso, que é a secretária de Planejamento e Gestão, que está a frente desse processo. Estou muito confiante que vai dar certo, e quem ganhará com isso é a população, é Juruti, é a região e é o nosso Estado”, ressalta.

 Programação
DATA
DIA DE SEMANA
HORA
REGIÃO
02/03
SÁBADO
9H
CORUMUCURI
04/03
SEGUNDA-FEIRA
9H
CASTANHAL
11/03
SEGUNDA-FEIRA
9H
TABATINGA
15/03
SEXTA-FEIRA
9H
JURUTI VELHO
21/03
QUINTA-FEIRA
9H
MAMURU RIO
22/03
SEXTA-FEIRA
9H
MAMURU PLANALTO
26/03
TERÇA-FEIRA
9H
PARANÁ DE DONA ROSA
05/04
SEXTA-FEIRA
8H
CIDADE
15/04
SEGUNDA-FEIRA
8H
ASSEMBLEIA GERAL (CIDADE)

Fonte: Semcom/Juruti

BELTERRA-PA: INCLUSÃO DIGITAL GANHA PRÊMIO MUNDIAL



A inclusão digital mudou a vida dos moradores de Belterra.
O projeto Conexão Amazônia, realizado pela ONG Projeto Saúde & Alegria, com apoio da Fundação Telefônica/Vivo e da Ericsson, foi premiado no Global Mobile Awards 2013, maior feira de telecomunicações e dispositivos móveis do mundo.
O projeto venceu na categoria “Desenvolvimento Econômico e Social: Melhor Produto, Iniciativa ou Serviço em Mercados Emergentes” e os vencedores foram conhecidos nesta tarde, em Barcelona.
Para Caetano Scannavino, coordenador geral do projeto Saúde & Alegria, com sede em Santarém, “o reconhecimento internacional da importância de projetos de inclusão social através das comunicações em nossa região, fortalece uma linha de ação de muitos anos que desenvolvemos nos municípios de Santarém, Belterra, Aveiro e Juruti”.
E complementa: “Para nós, a comunicação e a inclusão digital são estratégicas para a promoção da saúde, da educação e mostrar ao mundo a alegria do Caboclo da Amazônia”.
Com população de quase 20 mil habitantes, Belterra recebeu em 2009 sua primeira estação radiobase (ERB). Com a instalação dessa rede móvel com tecnologia de terceira geração (3G) para a transmissão de voz e dados, mais de 16 mil pessoas foram beneficiadas com a inclusão digital no município.
Mas Belterra não foi o único beneficiado com a ação. Com o acesso à internet de banda larga, a iniciativa das duas empresas tem proporcionado aos moradores dos cerca de 170 vilarejos da região Amazônica do Pará, que ficam no entorno do rio Tapajós, o desenvolvimento desses projetos nas áreas de educação, saúde, meio ambiente e geração de renda.
 
Fonte/Foto: jesocarneiro.com.br

Câmara, Vereadores convocam Secretária de educação. Vereador cobra situação da emprêsa que faz a coleta de lixo

Educação, abrigos e limpeza pública foram os temas principais da sessão da câmara nesta terça-feira, 26.02 em Oriximiná.
A educação foi destaque na câmara depois de ter sido lido na tribuna denúncia de uma mãe que recebeu uma lista com vários itens escolares para aluno do primeiro ano do ensino fundamental a lista consta de 07 cadernos grandes sem arames  capas duras, 01 caderno pequeno capa dura sem arame, 02 cx de lápis de cor, 02 cx de giz de cera, 03 lápis, 02 apontadores, 02 borrachas, 01 régua, 02 vidros de cola de isopor, 100 folhas de papel chamex, 01 tesoura sem ponta, 01 livro de literatura infantil, 01 revista usada e 01 copo inquebrável. O questionamento principalmente da oposição é por que desta cobrança se  o município recebe recursos para compra de material didático? O presidente da Comissão Permanente de Educação vereador Chaboga disse que foi pessoalmente na Secretaria de Educação e obteve a informação que a tal lista não é confeccionada pelo órgão e sim pelas próprias escolas e aprovada pela maioria dos pais. Outra reivindicação foi a distribuição gratuita do uniforme escolar que em várias legislaturas foi aprovado por maioria dos vereadores e nunca foi colocado em prática pelo executivo. Na oportunidade foi solicitada e aprovada por unanimidade a convocação da Secretária de Educação Profa. Hilda Viana para dá explicações sobre a não obrigatoriedade da educação física nas escolas do município e que segundo o vereador Tobias os professôres desta matéria estariam insatisfeitos.
O vereador Rereco através de requerimento solicitou ao executivo a manutenção e recuperação dos abrigos que servem de parada de ônibus ao longo da travessa Carlos Maria Teixeira, segundo o vereador os passageiros sofrem com o calor e sol quente na época do verão e com as chuvas por ocasião do inverno, foi feito adendo para que este benefício seja estendido também para á estrada PA 254 e ramais onde passageiros convivem também com a lama. O vereador Ludugero Jr aproveitou para cobrar um melhor tratamento também aos passageiros que utilizam o porto de Oriximiná que enfrentam dificuldades tanto para embarcar como para desembarcar,  principalmente em época de seca, segundo o vereador fazem mais de 05 anos que foi prometido a conclusão do Terminal Hidroviário e continua do mesmo jeito.
Outro tema bastante discutido foi a limpeza pública da zona urbana que para alguns vereadores, vem trazendo insatisfação para alguns moradores que não recebem a coleta de lixo em suas ruas de forma regular. Na oportunidade o vereador Zequinha Calderaro pediu explicação sobre o contrato da empresa responsável pela coleta do lixo, segundo o vereador o mesmo recebeu documento do Tribunal de Conta dos Municipios dizendo que a empresa contratada estaria com seu cadastro irregular.

Fonte: Tarú

Floresta Amazônica será toda mapeada


A Floresta Amazônica passará por um minucioso mapeamento no segundo semestre deste ano na realização do Inventário Floresta Nacional (IFN). A iniciativa do Ministério do Meio Ambiente (MMA) pretende reunir, até 2016, informações de cerca de 22 mil pontos amostrais de todos os biomas brasileiros — cerrado, mata atlântica, pantanal e caatinga, além da Amazônia. A intenção é que as áreas sejam revisitadas a cada cinco anos e monitoradas de acordo com a evolução dos recursos florestais existentes, contribuindo assim para elaboração de políticas de uso e conservação das matas.

Apesar de ser um país reconhecido e admirado mundialmente pela extensa biodiversidade, um inventário das florestas no Brasil só foi feito uma vez, entre as décadas de 1970 e 1980, ainda assim, mapeando somente os recursos madeireiros disponíveis, seguindo uma tendência mundial que buscava alternativas energéticas para a crise do petróleo. Para o diretor do Serviço Florestal Brasileiro (SFB), Joberto Veloso , no século 21, o foco é outro. “O inventário de hoje está voltado para a obtenção de dados como desmatamento, degradação, usos e funções das florestas, biodiversidade e espécies em extinção”, define Veloso.

Para fazer os registros em cada um dos 22 mil pontos de estudo, os profissionais contratados seguirão um manual elaborado pelo SFB, que determina a medição da altura e espessura dos troncos de árvores, coleta de amostras de cada espécie vegetal e do solo. Também serão realizadas entrevistas com moradores próximos às áreas pesquisadas.

Enquanto o SFB centralizará e consolidará os dados obtidos em campo, as amostras das plantas vão para diferentes herbários, responsáveis pelo trabalho de reconhecimento das espécies. Para controlar o uso da metodologia adotada, o inventário prevê parceria com universidades e institutos regionais, que farão uma segunda medição de cerca de 10% dos pontos, para efeito comparativo.

De acordo com Heron Martins, pesquisador do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), conhecer a floresta é fundamental para preservar os seus potenciais. “O principal inimigo das florestas é o desconhecimento, que diminui o valor da floresta em pé, e ela passa a valer mais como tora de madeira. Com o inventário, ficará mais fácil evitar a construção de grandes obras, como estradas e usinas hidroelétricas, em áreas de importância biológica”, afirma Martins, destacando que não é preciso esperar pelo inventário para preservar as florestas. “O asfaltamento de uma grande rodovia, como a BR-163, torna diversas áreas acessíveis, e quando não há a presença do Estado, para fiscalizar, é mais fácil que outros atores cheguem, descumpram as leis e provoquem o desmatamento”, comenta o pesquisador.


Piloto

O Distrito Federal e Santa Catarina tiveram as florestas mapeadas de forma piloto, ao longo dos dois últimos anos, para a avaliação da metodologia criada pelo SFB. Na capital do país, os primeiros resultados devem sair no primeiro semestre de 2013, enquanto os de Santa Catarina começaram a ser publicados durante o 63º Congresso Nacional de Botânica, em novembro de 2012. Na ocasião, foi celebrada a descoberta de uma nova espécie de bromélia.

O Herbário Dr. Roberto Miguel Klein, da Fundação Universidade Regional de Blumenau (FURB), em Santa Catarina, é um exemplo dos benefícios que o IFN poderá trazer. “O herbário pulou de 10 mil para 35 mil registros, e hoje conta com mais de 40 mil plantas, totalizando mais de quatro mil espécies distintas”, comemora o curador, o professor André Luís de Gasper.

O professor pondera, entretanto, que o novo material será inútil sem a formação de taxonomistas — especialistas em identificação de espécies —, sem a manutenção e atualização dos sistemas informatizados e do material oriundo das florestas. “Equipar os herbários e garantir que acidentes como os do Instituto Butantã, da Universidade de São Paulo, não aconteçam são fundamentais para a proteção deste tesouro”, alerta Gasper. Em 2010, um incêndio comprometeu parte do coleção de mais de 70 mil serpentes e quase 500 mil aranhas e escorpiões.

Além do mapeamento e coleta, o IFN também analisará cerca de cinco mil pontos em todo o território nacional, por meio de imagens de satélites. Ao serem cruzadas com os dados obtidos em solo, as informações permitirão a formação de um panorama vasto e inédito das florestas brasileiras. “A repetição do inventário a cada cinco anos possibilitará a criação de séries temporais, que mostrarão tendências dentro das florestas. Assim poderemos analisar os resultados de políticas que deram certo ou as que precisam ser implementadas”, conclui Veloso.

Acesso por rodovia

O Programa de Aceleração de Crescimento (PAC2) tem atualmente 5.279km de rodovias em obras de pavimentação ou construção, de acordo com balanço divulgado na semana passada, e a BR-163 responde por 978km do total. A estrada, que liga o Rio Grande do Sul a Santarém, no Pará, tinha um último trecho de terra, entre Guarantã do Norte, em Mato Grosso, e a cidade paraense. O balanço do PAC2 informa que 62% da obra de asfaltamento do trecho já está concluído, floresta amazônica adentro.

Desmatamento na Amazônia

A primeira região amazônica a ser mapeada pelo Inventário Floresta Nacional (IFN) é conhecida como Arco do Desmatamento, entre Pará, Rondônia e Mato Grosso. Os três estados respondem por 79% dos 35km² desmatados na Amazônia Legal em janeiro deste ano, de acordo com o Boletim do Desmatamento do Imazon. Nas medições realizadas entre agosto de 2012 e janeiro de 2013, as unidades da Federação foram responsáveis por 1.108km² de devastação, ou 86% do registrado na Amazônia Legal, e por 1.004km² de áreas degradadas, 96% do total. A região, no entanto, não é a única que merece atenção. No período, foram registrados 156km² de desmatamento no Amazonas, aumento de 192% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Para a realização do IFN, serão analisados sete mil pontos amostrais em toda a Amazônia Legal, região correspondente a 59% do território nacional influenciados pela Bacia Amazônica e pela área de ocorrência da Floresta Amazônica. Em janeiro, o MMA firmou contrato com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que destinou R$ 65 milhões para a etapa amazônica do IFN. A estimativa do Serviço Florestal Brasileiro é de que mais de cinco mil profissionais deverão trabalhar na realização do inventário em todo o país, até 2016, com custo previsto em R$ 150 milhões. Para a etapa no cerrado, foram disponibilizados US$ 10 milhões pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento.

Fonte: Correio Braziliense

Foz do Amazonas desperta interesse de petroleiras

A disputa pelos blocos da Ba­cia da Foz do Amazonas, no ex­tremo norte do País, promete ser a mais acirrada da 11ª roda­da de licitação de blocos exploratórios de óleo e gás, que será promovida pelo governo fede­ral em maio. O motivo é a des­coberta, no litoral da vizinha Guiana Francesa, praticamen­te ao lado da bacia brasileira, de grandes reservatórios ex­ploráveis de petróleo.

Em sigilo, as grandes petrolei­ras articulam sociedades para concorrer às áreas ofertadas pe­la Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). De olho no súbito inte­resse despertado nas compa­nhias pelas jazidas de óleo e gás presumivelmente escondidas no subsolo marinho do litoral do Amapá, o governo aumentou de 172 para 289 os blocos a serem leiloados. Das 117 novas áreas, 65 estão na Bacia do Foz do Amazo­nas, o início da chamada mar­gem equatorial brasileira.

A formação de consórcios pa­ra explorar a bacia tem mobiliza­do os executivos das petroleiras desde o ano passado. Esse pro­cesso foi acelerado pela desco­berta na Guiana. A Petrobrás, com a experiência de 43 anos de fracassos na bacia, tem interesse nos blocos e finaliza parcerias com companhias internacionais empenhadas em renovar seus portfólios brasileiros.


O secretário de Petróleo, Gás Natural e Combustíveis Renová­veis do Ministério de Minas e Energia, Marco Antônio Martins Almeida, creditou explicitamen­te o aumento da oferta de blocos na bacia à proximidade dos cam­pos guianenses. “Houve indica­ções de possíveis descobertas importantes na Guiana, a 50 qui­lômetros da fronteira com o Bra­sil. Então, a área brasileira tam­bém tem potencial para desco­bertas”, afirmou o secretário.

Descoberta. O petróleo apare­ceu pela primeira vez na Guiana Francesa em 2011. O consórcio formada pelas companhias Tullow-Oil, Total e Shell anunciou a presença, em águas profundas, no campo de Zaedyus, de um re­servatório importante de óleo de boa qualidade.

Nem mesmo o fracasso da prospecção de um segundo poço no campo, no ano passado, arre­fece o entusiasmo das empresas interessadas em disputar área da Foz do Amazonas no leilão da ANP. “O bloco da Guiana France­sa permanece altamente pros­pectivo e ainda oferece um exce­lente potencial para exploração com sucessos múltiplos”, diz o comunicado divulgado pela bri­tânica Tullow Oil.

A de scoberta na Guiana Fran­cesa foi saudada pelas institui­ções financeiras que analisam a indústria do petróleo. Para o Bank of America-Merrill Lynch, o achado “abre uma bacia total­mente nova” na América do Sul e Caribe. O Royal Bank of Scotland demonstrou otimismo com a descoberta ao comentar, em nota, que o conteúdo do re­servatório de petróleo “provavel­mente excede a maioria das expectativas”.

O geólogo brasileiro Pedro Victor Zalán, consultor em exploração de petróleo, avalia que “a imensa faixa marítima de águas profundas (acima de 600 metros de lâmina d”água) em frente do Amapá, Pará, Mara­nhão e Piauí encontra-se hoje en­tre as áreas mais cobiçadas pela indústria petrolífera mundial”.

No artigo “O potencial petrolí­fero das bacias sedimentares bra­sileiras além do pré-sal”, publica­do em 2012 no site www.geofisicabrasil.com, o especialista sus­tenta que também as Bacias do Pará/Maranhão e do Parnaíba (no Piauí), cujos blocos vão a lei­lão em maio, apresentam expres­sivo potencial petrolífero.

Zalán diz que o campo da Guia­na Francesa tem reservatório, de acordo com as estimativas ini­ciais, de cerca de 800 milhões de barris de óleo recuperáveis. “A Bacia da Foz do Amazonas, sua vizinha muito maior, passou a ser considerada como potencial­mente portadora da mesma ri­queza. A geologia do litoral da Guiana se estende para a costa do Amapá. Isso está comprova­do pelas linhas sísmicas e estu­dos feitos. Há grande possibilida­de de depósitos de petróleo se­rem encontrados no Amapá. As petroleiras sabem disso.”

Em janeiro, a 11.ª rodada, aguardada desde 2008, foi mar­cada para os dias 14 e 15 de maio. A Bacia da Foz do Rio Amazonas foi contemplada com 96 blocos, indicativo da importância que o governo vem dando à suspeita de que há óleo e gás abundantes nos campos da costa do Amapá.

Os limites da bacia são a fron­teira do Amapá com a Guiana Francesa e a Ilha de Marajó, no vizinho Estado do Pará.
 
Fonte: O Estado de S. Paulo

Óbidos, Terra Santa e Faró teram Terminal Hidroviário

As ações da Companhia de Portos e Hidrovias do Estado do Pará – CPH divulgou em seu site a construção de vários portos nas cidades da região do Baixo Amazonas, entre elas Óbidos, num investimento de mais de três milhões de reais, com área a ser construída de 500,00 m², para uso de carga e passageiros.
Ao todo, oito cidades do Baixo Amazonas serão contempladas com a construção de Terminais Hidroviários, são elas: Óbidos, Faro, Terra Santa, Curuá, Santarém, Prainha, Almeirim e Santana do Tapará. Segundo o documento, os critérios para escolha dessas cidades foram: Localização espacial – Municípios com prioridade de transporte hidroviário;  Terminais ainda não adequados a legislação da ANTAQ; Prioridade de Governo – Planejamento Estratégico; Quantidade de atendimentos / fluxo de passageiros e cargas; Relação com as obras definidas no PAC e Relação com planejamento da SETRAN.
Conforme nota divulgada esta semana pelo Governo do Estado,  estiveram reunidos os técnicos da Companhia de Portos e Hidrovias do Pará (CPH) que apresentam aos prefeitos de Faro, Marinete Costa Machado, e de Santarém, Alexandre Von, além do vice-prefeito de Óbidos, Every Tomás de Aquino, os projetos de construção dos Terminais Hidroviários dos três municípios, os quais, segundo a nota, foram aprovados pelos mesmos.
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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

GOVERNO DO PARÁ VAI CRIAR SELO DE QUALIDADE DO AÇAÍ


Produtores e batedores de açaí vão cumprir normas sanitárias em todas as fases de manuseio do fruto para conseguir o selo de qualidade.
O Governo do Pará vai criar um selo de qualidade a ser concedido aos produtores e batedores de açaí que participarem do curso de capacitação coordenado pela Secretaria de Agricultura do Estado (Sagri), em parceria com a Secretaria Estadual de Saúde (Sespa) e mais 11 órgãos ligados aos setores agrícola, de saúde e de crédito. Para terem direito ao selo, os produtores e batedores terão que cumprir normas sanitárias específicas em todas as fases de manuseio do fruto.
O primeiro passo para a profissionalização da cadeia do açaí começou, nesta quinta-feira, 21, com a aula inaugural do curso de capacitação dos batedores artesanais de açaí. O curso é uma ação do Programa Estadual de Qualidade do Açaí.
O curso vai se estender até o final do ano para atender inicialmente 1.700 dos quase 3 mil batedores da Região Metropolitana de Belém (RMB). Paralelo a isso, também será levado ao interior do Estado, com prioridade as regiões do Baixo Tocantins e do Marajó, que registram o maior índice da doença de Chagas no Pará. Além das boas práticas no manuseio do produto, os batedores vão conhecer técnicas de branqueamento do fruto.
Para que os batedores tenham acesso aos equipamentos necessários à produção de acordo com as regras de qualidade, uma linha de crédito diferenciada será ofertada por meio do Banco do Brasil, Banco da Amazônia e Banco do Estado do Pará.
 
Fonte/Foto: portalamazonia.com.br/ Gervásio Baptista - ABr.

FARO ESTREIA COM VITÓRIA NA COPA ALVORADA DE FUTSAL, EM PARINTINS-AM



Anamilza, Rainha da Seleção Farense
A equipe de Faro estreou ontem, 21, com vitória na XVI Copa Alvorada de Futsal, em Parintins.
O selecionado farense de futsal levou à quadra do ginásio Elias Assayag, em Parintins-AM equipe formada por Ray, Avnner, Ramon, Kilry, Denner, Magal, Lorinho, Ricardo, Pylber, Paco, Socoró e Bigalo.
Com essa formação, a equipe de Faro obteve vitória por 3 X 2 frente ao Bom Motivo, de Barreirinha-AM. Os gols farenses saíram dos pés de Denner (2) e Magal (1). Os dois do Bom Motivo foram convertidos por Leleu.
Aliás, esse resultado final foi construído após a equipe farense estar perdendo por 2 X 0, e conseguir reverter o placar, chegando então aos 3 X 2, que foi o que estampou o placar ao final desse jogaço.
Faro volta a colocar seus atletas em quadra na próxima terça feira, 26, desta feita contra a equipe de Maués-AM.
Acompanharam a equipe em Parintins Mário Lima e Agildo Costa, da comissão técnica, além do treinador, Jones Guerreiro.

Fonte: Amazonia Acontece

Alunos do Ensino Médio da Escola São José colam grau

Alunos da Escola de Ensino Médio São José, em Óbidos, que concluíram o Ensino Médio referente ao ano de 2012, colaram grau neste sábado (24), no auditório da Escola, onde a comunidade escolar esteve presente.
Os alunos das turmas 301, 302, 303, 304 e 305, dos três turnos da Escola colaram grau, num total de 67 concluintes, os quais receberam seus certificados das mãos de seus mestres, em um cerimonial bastante concorrido, que lotou o Auditório da Escola.
O cerimonial da Colação de Grau iniciou por volta da 18h e contou com a presença da Direção da Escola, Professores e Técnicos, alunos, autoridades municipais e a comunidade em geral. Logo após o evento aconteceu a Festa de Colação na Boate Styllus, onde todos participaram.

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Quilombolas do Alto Trombetas receberão apoio do Serviço Florestal Brasileiro


Comunidades da BR-163 e Quilombolas da Floresta Saracá-Taquera no Alto Trombetas terão apoio do Serviço Florestal para manejo da castanha e açaí
Estruturação da atividade produtiva ganhará impulso por meio de assistência técnica ao produtor e capacitação de extensionistas

Comunidades quilombolas da Calha Norte, no Pará, e produtores familiares da região de influência da BR-163, no mesmo estado, vão receber apoio do Serviço Florestal Brasileiro (SFB) para estruturar atividades econômicas tradicionais do extrativismo da castanha e do açaí.
As localidades em que vivem esses comunitários ainda detêm baixos indicadores sociais e econômicos, portanto, o objetivo é que a assistência técnica em todas as etapas da produção contribua para a organização da atividade, o acesso a mercados e a conquista de melhor qualidade de vida. Cerca de 250 produtores serão diretamente beneficiados. Também está prevista a capacitação de 100 extensionistas.
“A comercialização de produtos não madeireiros tem imensa importância para as comunidades amazônicas. O apoio do Serviço Florestal tem como objetivo fortalecer a cadeia produtiva da castanha e do açaí por meio de práticas sustentáveis para que essa seja uma fonte de renda contínua para essas famílias”, explica a diretora de Fomento e Inclusão do Serviço Florestal, Claudia Azevedo-Ramos.
A assistência será prestada por meio de contratos firmados no dia 05 de fevereiro com o Centro de Trabalhadores da Amazônia (CTA), entidade ligada a uma das maiores iniciativas de extrativismo da castanha no país, no Acre, e Instituto socioambiental Flora Nativa do Pará. No dia 20/02, uma reunião com o CTA detalhou aspectos do trabalho que será realizado.
Castanha
O mapeamento dos castanhais e a realização de um diagnóstico do potencial produtivo das áreas manejadas pelas comunidades serão algumas das primeiras ações feitas com quilombolas situadas na Floresta Nacional Saracá-Taquera e no Alto Trombetas. O mesmo ocorrerá com produtores familiares de Novo Progresso que coletam castanha.
Estão incluídos na iniciativa a caracterização dos produtores, elaboração de plano de negócios, elaboração de projetos para acesso a programas de fomento como o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e o de Aquisição de Alimentos (PAA), monitoramento da produção, oficinas de boas práticas e assistência técnica.
Durante os 12 meses de contratação, deverão ser prestadas pelo menos 700 horas de assistência técnica, que incluem mais de 60 visitas técnicas, considerando todos os grupos beneficiados, incluindo capacitações e atividades de apoio.
Açaí
Assim como no caso da castanha, a assistência técnica para comunidades produtoras de açaí dá continuidade ao trabalho do SFB realizado por meio da Unidade Regional do Distrito Florestal Sustentável da BR-163 com agricultores familiares do município de Trairão, nas comunidades Bela Vista do Caracol, Três Bueiras, Santa Luzia, Batata, Planalto e Santa Rita.
O apoio abrangerá tanto a produção do palmito quanto a do fruto da palmeira do açaí. Haverá orientação para o licenciamento da atividade, inventário participativo das áreas, elaboração de projetos de manejo, assistência para o cadastramento em órgãos oficiais, oficinas de boas práticas e elaboração e submissão de proposta para acesso ao PAA ou ao Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae).
Os resultados serão monitorados a partir de uma linha de base que será construída no diagnóstico das comunidades.

Contato para a imprensa
Serviço Florestal Brasileiro
Assessoria de Comunicação

Iterpa apresenta cronograma para regularização fundiária de terras em Juruti Deputado Zé Maria (PT) participou do encontro com diretores do Iterpa e MPE


Durante o segundo encontro do Grupo de Trabalho que se propõe a discutir a regularização fundiária nas Glebas Mamuru, Curumucuri e Nova Olinda III, nos município de Juruti e Santarém, realizado na segunda-feira, 18 de fevereiro, na sede do Ministério Público Estadual, o Instituto de Terras do Pará (Iterpa) apresentou o cronograma dos trabalhos que visam à regularização das comunidades do Mamuru e Curumucuri que estão previstos para começar já no mês de março. Criado a partir dos encaminhamentos obtidos na sessão especial realizada na Assembleia Legislativa do Pará, em dezembro do ano passado, solicitada pelo deputado Zé Maria (PT), o grupo já apresenta avanços significativos na resolução dos impasses.
De acordo com a assessora do Iterpa que ajudou a desenvolver o cronograma, Karilene Bittencourt, o processo de licitação da empresa que vai efetuar o trabalho está em andamento. “As etapas dos trabalhos foram distribuídas pelos próximos meses, terminando em dezembro de 2013, sendo que o Mamuru será concluído com o registro cartorial e o Curumucuri com a entrega do Contrato de Concessão de Direito Real de Uso Público (CDRU). A Curumucuri será retificada em virtude da área de várzea, por que não há como implantar um marco em regulatório na região inundada”, explicou.
Os trabalhos em campo terão início em junho, período em que diminui o fluxo de chuvas na região, facilitando a demarcação. O diretor do Instituto de Desenvolvimento Florestal do Pará (Ideflor), Thiago Valente, reafirmou que já está definido, por parte do Executivo estadual, a permanência das dimensões do assentamento do Curumucuri em 27mil hectares.
Como encaminhamentos, o grupo definiu um novo encontro marcado para o dia 11 de março na Câmara Municipal de Juruti. Na ocasião, as entidades envolvidas nos trabalhos se reunirão com representantes das comunidades que serão diretamente beneficiadas pela regularização e dois turnos. Pela manhã o encontro será com o Curumucuri e de tarde com o Mamuru.
Estiveram presentes à reunião, também, Jéssica Arrais, Max Ney Gonçalves de Lima e Márcio Mota Vasconcelos, do Iterpa; o vice-prefeito de Juruti, Jonas Moraes Cativo; Kátia Carvalheiro do Instituto Internacional de Educação do Brasil; e a procuradora Sumaya Pereira, representando a Procuradoria Geral de Justiça.

Fonte: Assessoria do Deputado


Porto Trombetas, Terra Santa e Juruti incluídos no anuário da radiografia mineral do Estado

Anuário traz radiografia mineral do Estado
O Sindicato das Indústrias Minerais do Estado do Pará (Simineral) lançará, no próximo dia 14, no Espaço São José Liberto, a segunda edição do Anuário Mineral do Pará. Com o tema “Minérios da nossa terra, riquezas para a nossa gente”, a publicação faz uma radiografia completa da mineração paraense, apresentando ao público o desempenho do setor mineral na balança comercial, saldo das exportações, geração de empregos, projetos de responsabilidade social, ações de sustentabilidade e futuros empreendimentos na região.
A nova versão vem com uma linguagem mais didática e com o dobro do número de exemplares – serão distribuídos cerca de três mil. Outra novidade será o lançamento do Anuário em 13 municípios do Pará, o que supera a marca das cinco cidades contempladas com os lançamentos presenciais realizados pelo sindicato no ano passado.
Além da capital, a publicação será lançada nos municípios de Barcarena, Paragominas, Rondon do Pará, Castanhal, Porto Trombetas, Terra Santa, Juruti, Santarém, Ourilândia do Norte, Parauapebas, Canaã dos Carajás, Curionópolis e Marabá, abrangendo as regiões sudeste, oeste e nordeste do Estado. “Vamos minerar pelo Pará, difundindo as informações sobre o setor mineral para que a população se aproprie desse conhecimento e entenda o quanto a mineração está presente no seu cotidiano e de que forma essa atividade vem contribuindo para o desenvolvimento do estado”, pontua José Fernando Gomes Júnior, presidente do Simineral.
O sindicato apresentará também o “Anuarinho”, versão exclusiva do Anuário Mineral do Pará para o público infantil. A publicação vem com 10 páginas, contendo ilustrações, caça-palavras, passatempo, jogos de erros e outras ferramentas lúdicas para transmitir, de forma didática e divertida, informações sobre mineração. “Acreditamos no potencial dessa ferramenta para formar futuras gerações para a mineração. A expectativa é de que sejam distribuídos cerca de 7 mil exemplares para escolas públicas municipais e estaduais”, afirma José Fernando Gomes.

Fonte: Diário do Pará


Exploração de Madeira no município de Oriximiná, foi o tema que movimentou a primeira sessão da Câmara.

Exploração de madeira assunto levantado pelo vereador Chaboga (PSDB) e que levou a maior parte do tempo da sessão da câmara, na última terça-feira, 19.02, devido a importância do assunto. Em requerimento o vereador solicitou a mesa Diretora que solicitasse a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, cópias das notas fiscais e liberação ambiental da madeireira que vem extraindo madeira na comunidade do Sagrado Coração de Jesus, no lago do Salgado I, neste município. Segundo o vereador Chaboga é visível a destruição que a Empresa vem causando a floresta e ao meio ambiente e não se tem conhecimento de nenhuma compensação. O vereador disse que foi informado que á área explorada está além da área contratada. Outra questão levantada pelo vereador com relação ao assunto foi a falta de acompanhamento jurídico na elaboração do contrato. A Comunidade não recebeu nenhuma orientação, segundo o vereador Chaboga o mesmo recebeu informações que o preço da madeira  negociado está abaixo do mercado. Na oportunidade foi solicitado ao setor de tributos informações dos recolhimentos dos impostos da referida madeira e a Secretaria de Meio Ambiente foi pedido relatório sobre estudos de impacto ambiental feito pela empresa madeireira. Para o vereador Chaboga é importante que esta madeira seja trabalhada em Oriximiná gerando através das serrarias  emprego e renda. Aproveitando o ensejo o Vereador Zequinha Calderaro disse que situação parecida está ocorrendo também na comunidade do Bacabal onde nos próximos dias estarão sendo transportadas várias toneladas de  madeira que já estão dispostas no porto daquela comunidade. Com a palavra franqueada vereadores pediram cópias dos contratos de toda ás madeireiras existentes em Oriximiná , a preocupação  temente é que prejuízos como os ocorridos anteriomente venham ser repetidos quando comunitários foram enganados e quando estradas e ramais em nosso município foram destruídos.

Fonte: Tarú

Arrecadação soma R$ 116 bilhões em janeiro e bate recorde histórico

Pela 1ª vez na história, arrecadação ultrapassa marca dos R$ 110 bilhões.
Sobre janeiro de 2012, crescimento real foi de 6,59%, informou Fisco.

A arrecadação federal – que inclui impostos, contribuições federais e demais receitas, como os royalties – iniciou o ano de 2013 batendo recorde histórico para todos os meses. Segundo informações divulgadas nesta segunda-feira (25) pela Secretaria da Receita Federal, a arrecadação somou R$ 116,06 bilhões em janeiro deste ano, o que representa um aumento real (após o abatimento da inflação) de 6,59% em relação ao mesmo período ano anterior.
De acordo com dados do Fisco, esta é a primeira vez que a arrecadação mensal ultrapassa a barreira dos R$ 110 bilhões. Deste modo, a arrecadação de janeiro representa recorde da série histórica da Receita Federal, que começa em 1985, para todos os meses. Em valores corrigidos pela inflação (IPCA), a série histórica tem início em 2003.
Em termos nominais, a arrecadação cresceu R$ 13,48 bilhões em janeiro deste ano, ou seja, sem a correção, pela inflação, dos valores arrecadados no mesmo período do ano passado. Deste modo, esse crescimento foi contabilizado com base no que efetivamente ingressou nos cofres da União.
Fatores para o crescimento
Segundo a Receita Federal, alguns fatores explicam o crescimento da arrecadação em janeiro deste ano. Entre eles, estão o pagamento, no mês passado, da primeita cota, ou cota única, do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL), além da antecipação, em janeiro deste ano, do ajuste anual do IRPJ/CSLL referente ao lucro obtido pelas empresas em 2012.
Também ocorreu, em janeiro deste ano, o pagamento trimestral dos "royalties" relativos à extração de petróleo. Outro fator que explica, ainda de acordo com o Fisco, o crescimento da arrecadação no mês passado é o crescimento da economia brasileira. Os dados mostram que, mesmo a produção industrial tendo recuado 3,5% em dezembro do ano passado (que serve de referência para o pagamento de tributos em janeiro), as vendas de bens e serviços avançaram 5% no mesmo período, enquanto que a massa salarial cresceu 11,88% e o valor em dólar das importações subiu 9,46%.
Tributos
A Receita Federal informou que o Imposto de Renda arrecadou R$ 38,14 bilhões em janeiro deste ano, com crescimento real de 10,5% sobre o mesmo mês de 2012. No caso do IRPJ, a arrecadação somou R$ 22,65 bilhões, com alta real de 20,3%. Sobre o IR das pessoas físicas, o valor arrecadado totalizou R$ 1,14 bilhão em janeiro, com queda real de 9,5%. Já o Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) somou R$ 14,34 bilhões em janeiro, com queda real de 0,58%.
Sobre o Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI), os números do Fisco mostram que o valor arrecadado somou R$ 4,46 bilhões em janeiro, com queda real de 8,29%. Já o IPI-Outros, tributo que, segundo especialistas, está ligado ao ritmo da atividade econômica, a arrecadação somou R$ 1,53 bilhão em janeiro, com queda real de 18,5% sobre o mesmo mês de 2012. No caso do Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF), houve um queda real de 28,43%, para R$ 2,26 bilhões em janeiro deste ano.
A Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins), por sua vez, arrecadou R$ 17,48 bilhões em janeiro de 2013, com elevação real de 11,69% sobre janeiro do ano passado, enquanto a Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL) registrou arrecadação de R$ 11,36 bilhões no primeiro mês deste ano, com crescimento real de 20,19% sobre igual período de 2012.

Fonte:  Alexandro Martello Do G1, em Brasília

Receita libera programa para fazer declaração do IR 2013

Programa pode ser 'baixado' pelos contribuintes na página do Fisco.
Entrega, porém, poderá ser feita somente a partir das 8h de 1º de março.

A Secretaria da Receita Federal liberou, nesta segunda-feira (25), o programa do Imposto de Renda 2013, necessário para realizar a declaração pelos contribuintes. O programa está disponível para download na página do Fisco. O envio da declaração, no entanto, pode ser feito apenas a partir de 1º de março, às 8h.
Neste ano, o prazo de entrega da declaração do Imposto de Renda vai até o dia 30 de abril. Quem perder o prazo está sujeito a uma multa mínima de R$ 165,74.
A declaração poderá ser enviada pela internet, por meio da utilização do programa de transmissão da Receita Federal (Receitanet), ou via disquete, nas agências do Banco do Brasil ou da Caixa Econômica Federal, durante o seu horário de expediente. A entrega do documento, via formulário, foi extinta em 2010.
Segundo a Receita Federal, estão obrigadas a apresentar a declaração as pessoas físicas que receberam rendimentos tributáveis superiores a R$ 24.556,65 em 2012 (ano-base para a declaração do IR de 2013). Veja outros motivos que obrigam o contribuinte a entregar a declaração do IR.
Segundo Joaquim Adir, supervisor nacional do IR, houve poucas modificações no programa do Imposto de Renda deste ano. "Aumentaram um pouco as facilidades. O contribuintes que guardou seu arquivo do ano anterior, vai fazer a importação do programa e receber uma pergunta se quer importar pagamentos efetuados. Aí já aparece, por exemplo, o nome da escola que ele usou no ano anterior e tem só que colocar os valores pagos", explicou.
O supervisor nacional do IR do Fisco confirmou também que a ficha relativa aos rendimentos está mais "detalhada" neste ano, já que passou a incluir itens como a restituição de imposto sobre a renda de anos anteriores, ganhos líquidos em operações com ouro e em operações de ações negociadas em bolsa, entre outros.

Fonte:  Do G1, em São Paulo