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terça-feira, 14 de agosto de 2012

Ufopa retoma aulas apenas para alguns alunos

Insituto de Ciências e Tecnologia das Águas não aderiu ao movimento grevista.

Ufopa retoma aulas apenas para alguns alunos

 
 
 
 
 
 
 
 
Aulas foram retomadas para alunos do ICTA Santarém - Os professores do Instituto de Ciências e Tecnologia das Águas (ICTA) da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) iniciaram nesta segunda-feira, 13 de agosto, as aulas do 2º semestre letivo de 2012. O ICTA foi um dos institutos que não aderiram à greve nacional dos professores, e conseguiu integralizar as disciplinas do 1º semestre letivo deste ano, encerrando as aulas no último mês de junho.

Neste início de agosto foram retomadas as aulas de dois programas: Programa de Recursos Aquáticos e Aquicultura e Programa de Biologia Aquática e Vegetal. De acordo com o modelo acadêmico adotado pela Ufopa, os alunos estão ingressando no terceiro semestre do instituto, no qual os alunos já começam a estudar disciplinas mais específicas relativas ao curso em que pretendem ingressar.

“As atividades do ICTA não foram paralisadas com a greve. Os professores conseguiram finalizar os módulos e seus respectivos componentes curriculares, portanto estamos conseguindo manter o calendário acadêmico planejado, no início do ano, pela Ufopa. De acordo com o previsto, as aulas iniciam-se nesta segunda, 13, e seguem até o dia 15 de dezembro”, informou a coordenadora do Programa de Biologia Aquática e Vegetal, Profa. Graciane do Socorro Taveira.

O Pró-reitor de Planejamento Institucional, Prof. Aldo Queiroz, afirmou que o calendário da Ufopa está mantido e que os institutos que aderiram à greve devem apresentar um cronograma de reposição de aulas, assim que for cessado o movimento. “Boa parte dos professores da instituição estão desempenhando normalmente suas atividades nas aulas do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor); com isso, nós esperamos que esses professores retomem suas atividades aqui em Santarém”. Queiroz informou ainda que, de acordo com informações repassadas pelo diretor do Instituto de Engenharia e Geociências (IEG), Prof. Celson Lima, 85% dos módulos foram integralizados. “Com isso, quando as aulas forem retomadas no IEG, em três semanas conseguiremos finalizar as atividades”, afirmou Celson.

ICTA – O Instituto de Ciências e Tecnologia das Águas (ICTA) visa à construção de cenários sustentáveis para as águas amazônicas. Dessa forma, a missão do ICTA é ser um instituto de referência na formação de profissionais habilitados em recursos hídricos e aquáticos, com capacidade técnica e científica para pesquisar, diagnosticar e solucionar os problemas gerenciais, tecnológicos e organizacionais em suas respectivas áreas de atuação na região Amazônica.

No instituto estão alocados três programas: Programa de Biologia Aquática e Vegetal (PBAV); Programa de Recursos Aquáticos e Aquicultura (PRAA); e Programa de Saneamento Ambiental e Recursos Hídricos (PSARH), os quais, no primeiro ciclo de formação, ofertam, respectivamente, os bacharelados interdisciplinares em Ciências Biológicas, Ciência e Tecnologia das Águas, e Gestão Ambiental.

Fonte: Ascom Ufopa

Concurso do MP de Contas do Pará oferece mais de R$ 22 mil

As inscrições seguem até o dia 28 de setembro.

Pará - O Ministério Público de Contas do Estado do Pará abriu nesta terça-feira (14), concurso público de provas e títulos com 2 vagas para o cargo de subprocurador de contas. De acordo com o edital o salário é de R$ 22.911,73.

As inscrições iniciam hoje (14) e seguem até às 23h59 do dia 28 de setembro, somente via internet, pelo endereço eletrônico (www.aocp.com.br). Para se candidatar é necessário ser barachel em direito e possuir no mínimo três anos de atividade jurídica.

A prova objetiva deve ser aplicada no dia 11 de novembro de 2012. Horário e local ainda serão definidos e publicados no edital (www.aocp.com.br).

A taxa de inscrição custará R$ 150,00.

RIO AMAZONAS É MARAVILHA DO MUNDO


O Rio Amazonas foi reconhecido como uma das Sete Maravilhas Naturais do Mundo. A escolha foi feita por povos de todo o mundo, por meio de votação global. A iniciativa de realizar o concurso começou em 2009 com o canadense-suíço Bernard Weber.
A cada ano há a seleção das sete maravilhas naturais do mundo (New 7 Wonders of Nature) pela população. O prêmio é compartilhado pelos países por onde passa o rio, que tem sua maior extensão no Brasil. O Amazonas nasce no Peru e passa pela Bolívia, Equador, Suriname, Colômbia, Venezuela, Guiana e Guiana Francesa.
O Rio Amazonas é o segundo maior em extensão do mundo, atrás apenas do Rio Nilo. Sua bacia tem mais de 7 milhões de quilômetros quadrados de área. A nascente fica no Sul do Peru, no Rio Apurímac, na Cordilheira dos Andes, e a foz no Rio Tocantins, no Norte do Brasil.
A cerimônia de reconhecimento do prêmio foi realizada na cidade de Loreto, no Peru, onde foi descerrada uma placa de bronze com a certificação oficial do Rio Amazonas como uma das maravilhas naturais do mundo. Para as autoridades peruanas, o reconhecimento representa o respeito pela riqueza em biodiversidade que abriga a Amazônia.
Na parte mais estreita do rio, em frente ao município de Óbidos, no Pará, o curso médio do Amazonas, que vai do Pongo de Manseriche, no Peru, até a cidade paraense, a vazão do Amazonas é de 216.342m³ por segundo. No médio e baixo cursos, as águas correm a uma velocidade média de 2,5 Km por hora, que pode aumentar até 7 a 8 Km/hora, em Óbidos, onde está localizada a parte mais estreita no Brasil, com cerca de 1900 metros de largura. Mais abaixo de Óbidos, o Amazonas recebe ainda caudalosos afluentes, como os rios Tapajós, Xingu, Pará e Jari, todos no Pará.
Estima-se que o Amazonas lance ao oceano uma descarga equivalente a 11% de toda a massa de águas continentais, a mais volumosa do mundo. Geralmente em junho, o rio Amazonas, em Óbidos, ultrapassa o máximo das enchentes. A bacia do Amazonas é a mais vasta do mundo, sem contar 992.000Km2 da bacia do Tocantins, erradamente adicionada à do Amazonas.
Fora do estuário, o trecho mais largo do Amazonas, não interrompido por ilhas, fica a cerca de 20Km para montante da boca do Xingu, onde tem 13Km de largura. Durante as grandes cheias, o Amazonas, pode alcançar, em determinados trechos, 40 a 50 Km, ou mais, de largura.
No Marajó, no Pará, o rio Amazonas se liga através de uma série de canais naturais (os furos de Breves), dos quais o mais importante é o furo de Tajapuru. As principais ilhas formadas pelo Amazonas são: Marajó, Caviana, Mexiana e Grande de Gurupá. Fora da embocadura, a maior ilha é a de Tupinambarana, junto à confluência do Madeira.
Nessa região do Pará, apresenta fenômenos muito curiosos, como a pororoca, encontro violento com a as águas do mar, sobretudo no mês do outubro, quando as águas estão baixas, e por ocasião das marés altas de sizígia. O fenômeno é particularmente sensível nos lugares pouco profundos, onde a sucessão de ondas fortíssimas pode causar danos e naufrágios. Outro fenômeno que se observa no Amazonas e grandes afluentes, em todo o seu percurso de planície, é o das terras caídas, resultante do solapamento das margens.
As águas tisnadas de argila do rio Amazonas tingem o oceano Atlântico até uma distância superior a 200Km da costa e diminuem sensivelmente sua salinidade. Por esse motivo, seu descobridor, o navegador espanhol Vicente Pinzón, deu-lhe, em 1500, a denominação de Mar Dulce. Mas quem primeiro desceu o Amazonas e lhe deu o nome que tem hoje foi Francisco Orellana, em 1542. Enviado por Gonzalo Pizarro para reconhecer o grande rio, fez de sua viagem uma narrativa fantasiosa, em que, entre outras peripécias, teria sido atacado por índios, a quem confundiu com guerreiras, que assimilou às da lenda grega. Os afluentes mais importantes do Amazonas descem de regiões elevadas, com clima úmido (mais de 1.500mm de chuvas por ano). Têm, por isso, um imenso potencial hidrelétrico.
Fonte/Foto: Ministério dos Transportes – Portal da Amazônia/Rogério Uchôa

Paratur e Setur aderem ao Casas do Patrimônio para fortalecer o turismo paraense


Da Redação
Agência Pará de Notícias
O patrimônio histórico e cultural do Pará é um dos mais ricos e significativos do Brasil. Heranças da fundação de Belém, do ciclo da borracha e de outros momentos históricos estão desenhadas na arquitetura das cidades paraenses. Mas é necessário que a sociedade desperte para a importância dessa herança, principalmente para garantir o resgate, preservação e continuidade do patrimônio. Visando fortalecer esse pensamento, diversos representantes governamentais e não governamentais fecharam um pacto na sexta-feira, 10, ao assinar um acordo de cooperação técnica com a Rede Casas do Patrimônio.
Assinaram o termo, a Superintendência do Iphan no Pará (Iphan/PA); Associação Fotoativa; Coordenadoria Municipal de Turismo (Belemtur); Instituto de Artes do Pará (IAP); Universidade Federal do Pará (UFPA), por meio do Centro de Memória da Amazônia; Secretaria de Turismo do Estado do Pará (Setur); Instituto Federal do Pará (IFPA); Associação dos Agentes do Patrimônio (Asapam); Fórum Landi; Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves (FCPTN); Companhia Paraense de Turismo (Paratur) e o Departamento de Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural (Dphac), vinculado à Secretaria de Cultura do Estado. A iniciativa tem a finalidade de implementar o funcionamento destes espaços no estado, contribuindo para a valorização do patrimônio cultural na sua interface com o turismo e meio ambiente.
A presidente da Paratur, Socorro Costa, ao assinar o documento, lembrou da importância do patrimônio histórico e cultural enquanto matéria-prima de divulgação e promoção do turismo paraense. Para ela, os turistas que visitam o Pará buscam a natureza, sol e praia, eventos e negócios, mas são atraídos fundamentalmente pelas referências da cultura paraense, retratada também no patrimônio. A Cidade Velha, primeiro bairro de Belém, o Ver-o-Peso, Estação das Docas, os palácios e igrejas são sempre alvo de muitas visitações turísticas, afirma Socorro, ao elogiar a iniciativa dos parceiros em aderir ao Casas do Patrimônio. “Na Paratur vamos promover o patrimônio paraense em eventos turísticos regionais e nacionais; divulgar, através de nossas diversas mídias e em veículos especializados em turismo, as ações e atividades da Rede Casas do Patrimônio do Pará e participar de reuniões do grupo de trabalho do projeto”.
O Governo do Estado também é parceiro do projeto com a Secretaria de Estado de Turismo (Setur). Adenauer Góes ressalta que a iniciativa está em sintonia com o Plano Ver-o-Pará, que traça as estratégias de investimentos no turismo paraense até 2020. Ele lembrou que a gestão pública do turismo, seja por meio da Paratur ou da Setur, conhecem a importância da valorização do patrimônio para o turismo. Citou exemplos bem sucedidos nesse sentido, como o Programa Nacional de Desenvolvimento do Turismo, que tem diversas ações voltadas a esse setor, a exemplo do Mapeamento Cultural das Comunidades Indígenas e Quilombolas de Belém, Santarém, Belterra, Oriximiná e de municípios do Marajó.
Lembrou ainda que, em Belterra, reduto de heranças arquitetônicas e culturais do ciclo da borracha, estão sendo desenvolvidos pela Ama Brasil importantes projetos nesse sentido. Lá a Setur tem projetos de fomento à construção do primeiro hotel boutique da Amazônia. O conceito será de um espaço de hospitalidade e valorização do patrimônio cultural e arquitetônico deixado pelo ciclo da borracha, associados a conceitos inovadores de desenvolvimento sustentável, onde meio ambiente, tecnologia e empreendedorismo serão o carro-chefe.
No acordo com a Rede Casas do Patrimônio caberá à Setur ações de qualificação, assessoramento técnico e educação, através de cursos de turismo e patrimônio cultural, assessoria na elaboração de projetos, além de ações educativas na área do patrimônio cultural. A articulação do Ministério do Turismo (MTUR) e outros órgãos da esfera estadual para discutir temas relacionados ao patrimônio também serão atribuições da Setur.
A rede
A Rede Casas do Patrimônio - Pará tem por objetivos: constituir-se como espaço de interlocução e diálogo com a comunidade local; espaço de articulação institucional e de promoção de ações educativas, visando fomentar a construção do conhecimento e a participação social para o aperfeiçoamento da gestão, proteção, salvaguarda, valorização e usufruto do patrimônio cultural. A participação é aberta a todas as instituições e cidadãos que atuam na área do Patrimônio Cultural, ou seja, não é restrita apenas aqueles parceiros que assinaram o acordo de cooperação. Novos parceiros também podem aderir mediante solicitação formal para adesão e apresentação de ação a ser realizada em conjunto com a Rede.
Algumas das ações da Rede Casas do Patrimônio Pará, planejadas para 2012 são: mesas redondas, oficinas, minicursos na área de patrimônio cultural; itinerância exposição Ver-o-Peso; criação do site do Ver-o-Peso; e diálogo para formatação de editais visando fomentar de ações de valorização do patrimônio cultural.


Texto:
Benigna Soares - Paratur
Fone: (91) 8360-0506 / (91) 8842-8129
Email: turismoparaense@gmail.com / benignasoares@globo.com

Companhia Paraense de Turismo
Praça Waldemar Henrique, S/N. Belém-PA. CEP: 66010-040
Fone: (91) 3212-0669 / 3223-2130
Site: www.paraturismo.pa.gov.br Email: presidencia@paratur.pa.gov.br

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

AGU e MME: favoráveis à taxa mineral

Helenilson: questão de Estado
Idealizada pelo vice-governador do Pará Helenilson Pontes, a taxa mineral ganhou dois aliados de peso na batalha jurídica que trava no STF (Supremo Tribunal Federal) contra mineradoras, é o caso da Vale, que contestam a cobrança.
Os aliados são AGU (Advocacia-Geral da União) e o MME (Ministério de Minas e Energia).
O parecer favorável das duas instituições, inclusive, foi juntado ao processo em tramitação no Supremo.
- A palavra final será do STF, mas é inegável que demos um passo importante no sentido de garantirmos à sociedade paraense o direito a uma contrapartida importante pela exploração dos recursos minerais em nosso território. Esta não é uma questão de governo, mas de Estado – declarou ao blog o vice-governador.
A taxa mineral se traduzirá em arrecadação em torno de R$ 500 milhões por ano para Minas Gerais, R$ 800 milhões/ano ao Pará e a Amapá, a estimativa é de R$ 150 milhões/ano.
Leia também:
Vale continuará ofensiva à taxa mineral.

CPI na Alepa vai apurar motivos da crise na Rede Celpa

Com assinaturas de dezessete deputados, a deputada Bernadete ten Caten entrou na quarta-feira (8), na Assembleia Legislativa do Estado com pedido de instalação de Comissão Parlamentar de Inquérito para apurar os fatores determinantes e identificar os responsáveis pela crise que está levando a Centrais Elétricas do Pará (CELPA), do Grupo Rede, à falência, o que veio à tona no dia 28 de fevereiro deste ano, quando a empresa entrou na Justiça com pedido de recuperação judicial, já que não podia mais esconder a grave crise a que estava mergulhada.
Segundo a parlamentar, a CPI, que tem grande receptividade de seus companheiros deputados independente de partido, ainda vai receber a adesão de outros parlamentares que fazem questão de assinar o pedido de instalação da Comissão, a qual deverá ser formada por cerca de sete deputados que terão dois meses para apresentar os resultados das investigações.
No seu pedido de instalação da CPI, a parlamentar historia toda a situação da CELPA, bem como, as discussões promovidas pela Assembleia Legislativa e que, até o momento, não surtiram qualquer efeito positivo em prol da população que, no fim, é que está pagando pela má gestão da distribuidora de energia elétrica do Pará, que tem o pior desempenho no grupo Rede.
Bernadete cita por exemplo a apropriação indébita, pela CELPA, das taxas cobradas da população para a iluminação pública em todas as cidades paraenses, e que não foram repassadas aos municípios que gerenciam o sistema. Ela também critica a péssima qualidade dos serviços e critica o aumento da tarifa determinado pela Justiça, recentemente, acima dos índices da inflação.
Lembra, ainda, das dívidas milionárias da Celpa para com o Estado e para com a Agência Nacional de Energia Elétrica que, por esta razão, não autorizou qualquer aumento na tarifa de energia elétrica, daí a empresa paraense ter recorrido à Justiça por esse aumento que foi concedido, ao seu ver, de forma irregular diante da situação calamitosa em que a Celpa se encontra, à beira da falência.
“Esta casa de leis, como representante do povo paraense, precisa tomar uma atitude mais enérgica sobre essa questão, deve discuti-la e tomar providências através de uma CPI, a fim de investigar a crise da Celpa, suas causas e conseqüências, identificando e punindo seus responsáveis. Por se constituir em “acontecimento de relevante interesse para a vida pública e a ordem constitucional, legal, econômica e social do Estado”, afirma Bernadete.
Segue a lista dos Deputados que já assinaram a CPI da Celpa:
1. Nélio Aguiar
2. Valdir Ganzer
3. Edmilson Rodrigues
4. Alfredo Costa
5. Zé Maria
6. Carlos Bordalo
7. Bernadete ten Caten
8. Milton Zimmer
9. Cássio Andrade
10. Edilson Moura
11. Eduardo Costa
12. Eliel Faustino
13. Júnior. Hage
14. João Salame
15. Airton Faleiro
16. Alexandre Von
17. Raimundo Santos

Fonte: Assessoria Parlamentar

Artesões de Monte Alegre recebem certificados de Excelência da Unesco

Luciane Barros
O artesanato de balata “Búfalo Montado”, criação do mestre Darlindo José de Oliveira Pinto, do Grupo de Mestres Artesãos de Modelagem em Balata, do município de Monte Alegre, foi agraciado com o certificado da 3ª edição do “Reconhecimento de Excelência da Unesco para os produtos artesanais do Mercosul+”. O Grupo de Monte Alegre, também formado por Oscarino Braga, Paulo Baía, Antonio Braga, Carlos Baía e Luiz Carlos, está vinculado ao Espaço São José Liberto, onde os mestres balateiros comercializam suas peças na Casa do Artesão.
A oficina da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) em Montevidéu, capital do Uruguai, divulgou a notícia na última quinta-feira (2). As peças representativas do artesanato brasileiro foram selecionadas pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), por meio do Programa do Artesanato Brasileiro (PAB).
Para mestre Darlindo Oliveira, que é presidente da Federação das Associações Cooperativas de Artesãos (Facapa) e presidente do Grupo de Trabalho Colegiado Artesanato, do Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC), vinculado ao Ministério da Cultura, o prêmio representa o reconhecimento de um trabalho desenvolvido há décadas e que, atualmente, só os seis integrantes do Grupo de Mestres Artesãos de Modelagem em Balata fazem profissionalmente.
Darlindo conta que decidiu se inscrever no prêmio da Unesco por indicação do Programa de Artesanato do Brasil. O evento contou com a participação de 11 países, incluindo representantes de artesãos do Uruguai. Em uma pré-seleção foram escolhidos 13 trabalhos de artesãos brasileiros, sendo que apenas seis foram contemplados com o prêmio.
Para essa edição foram apresentados 96 produtos artesanais, sendo 26 da Argentina, 13 do Brasil, 26 do Chile, 13 do Paraguai e 18 do Uruguai. Os produtos foram selecionados pelos Comitês Nacionais e apresentados em evento realizado no período de 29 de julho a 1º de agosto, durante a ”Semana Internacional de Artesanato”, promovida pela Diretoria Nacional de Artesanato, Pequenas e Médias Empresas, do Ministério da Indústria, Energia e Mineração do Uruguai, e pelo Escritório da Unesco em Montevidéu. A seleção e avaliação foi realizada por jurados do México, do Peru e da Colômbia.
Darlindo ressalta que os balatais, locais onde se encontram as balateiras, só existem na Linha do Equador, do lado esquerdo do Rio Amazonas. A extração é feita nos municípios de Almeirim, Prainha, Monte Alegre, Alenquer e Óbidos, em áreas de preservação com autorização para a atividade extrativista. Já o artesanato de balata é específico da região de Monte Alegre.
Matéria completa no jornal Tribuna da Calha Norte

Ler mais: http://www.tcnnews.com.br/news/artes%c3%b5es-de-monte-alegre-recebem-certificados-de-excel%c3%aancia-da-unesco/

Reunião discute projeto turístico no Parque Monte Alegre

O projeto de musealização, que prevê a instalação de infraestrutura para fomentar o turismo nos sítios arqueológicos Serra da Lua e Pedra do Mirante, no Parque Estadual Monte Alegre (Pema), gerenciado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), foi um dos assuntos da segunda reunião ordinária deste ano dos Conselhos Gestores da Área de Proteção Ambiental (APA) Paytuna e do Pema, realizada nos dias 17 e 18 de julho.
A reunião, que aconteceu no município de Monte Alegre, contou com representantes de instituições públicas e representantes das comunidades de Santana, Ererê, Lages e Paytuna, localizadas dentro da APA.
Intitulado "Socialização dos Sítios Arqueológicos da Amazônia", o projeto é coordenado pela Sema e desenvolvido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em parceria com a Universidade Federal do Pará (UFPA) e o Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG).
Para receber visitantes nos dois sítios arqueológicos dentro do Parque, o projeto prevê a instalação de espaço para guardar volumes, lanchonete, auditório, sala multiuso, banheiros e plataformas de acesso, inclusive para deficientes físicos.
O projeto é financiado pela União, responsável pelo repasse de R$ 1,6 milhão, e pelo Estado, que investe R$ 700 mil. Ao município cabem as obras de infraestrutura na estrada de acesso aos sítios arqueológicos, a partir da sede municipal de Monte Alegre, num percurso de quase 20 minutos até o Parque, onde as pinturas rupestres estão entre os principais atrativos.
As comunidades locais estão recebendo instruções da Sema sobre preservação do ecossistema. Quando a infraestrutura estiver pronta, o local terá condições de participar do segmento ecoturismo.
Durante a reunião também foram revisados os Regimentos Internos dos dois Conselhos, formadas as comissões de trabalho de pesquisa e turismo, e apresentado o projeto de musealização desenvolvido nas áreas, pela pesquisadora Edithe Pereira, do Museu Goeldi.

Ler mais: http://www.tcnnews.com.br/news/reuni%c3%a3o-discute-projeto-turistico-no-parque-monte-alegre/

Inpe afirma que desmatamento na Amazônia representa 1,5% do carbono global lançado na atmosfera

O Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) anunciou que a redução do desmatamento na Amazônia brasileira, a partir de 2004, resultou em queda de 57% das emissões de dióxido de carbono (CO2), o que significa que o desmatamento na região representa cerca de 1,5% de todo carbono antrópico lançado globalmente para a atmosfera.
Os dados são do sistema Inpe-em (Inpe – emission model), um novo serviço lançado nesta sexta-feira pelo Inpe, em São José dos Campos (SP).
- Nesta versão inicial, o sistema provê estimativas anuais para toda a Amazônia Brasileira e por Estado na região até 2011. São apresentados ainda indicadores para acompanhamento das reduções de emissões após 2006, tomando como base a média de desmatamento 1996-2005 – explica a pesquisadora Ana Paula Aguiar.
A redução do desmatamento no período 2006-2011 totaliza (-49%) em relação ao que seria projetado pela média histórica (19,500km2). De acordo com o Inpe, os resultados das estimativas para a Amazônia refletem esta queda.
Porém, a análise de redução de emissões indica que as emissões estão decaindo relativamente menos do que o desmatamento devido ao deslocamento das frentes áreas de desmatamento para áreas regiões de maior biomassa.
No caso dos Estados, afirma o Inpe, os resultados refletem a distribuição desigual do desmatamento na região, mas também tendências de redução heterogêneas entre os Estados, como ilustram os gráficos.
A contribuição relativa do Mato Grosso, por exemplo, apresenta tendência de queda, enquanto a do Pará de aumento na contribuição relativa.
Inicialmente estão sendo produzidas estimativas de emissões de CO2 decorrentes do processo de corte raso da floresta tropical primária e dinâmica da vegetação secundária no Bioma Amazônico. Futuramente serão incluídas estimativas para outros biomas e processos.
O novo modelo gera resultados a partir dos dados do Prodes, sistema baseado no monitoramento de satélites do próprio Inpe, que calcula o quanto a Amazônia perde de floresta primária a cada ano.
Ele foi desenvolvido por pesquisadores do Centro de Ciência do Sistema Terrestre (CCST) em parceria com a Coordenação de Observação da Terra (OBT) e o Centro Regional da Amazônia (CRA), além de instituições colaboradoras nacionais e internacionais.
Cerca de metade da biomassa florestal é composta por carbono, que é liberado na forma CO2 pelas queimadas, desmatamentos ou outras alterações no uso da terra.
A velocidade da transferência de CO2 para a atmosfera está relacionada às causas do desmatamento – exploração madeireira, estabelecimento de pastagens para pecuária, agricultura mecanizada de larga escala, agricultura familiar etc. Por: Altino Machado

Ler mais: http://www.tcnnews.com.br/news/inpe-afirma-que-desmatamento-na-amazonia-representa-1%2c5%25-do-carbono-global-lan%c3%a7ado-na-atmosfera/

Rio Amazonas e suas mudanças climáticas serão pesquisadas pela UFPA

Compreender as respostas culturais da população às vulnerabilidades causadas por inundações, além de outras grandes consequências provocadas pelas mudanças climáticas na Amazônia, envolvem o objetivo de uma pesquisa sobre o fenômeno das mudanças climáticas realizada pela Universidade Federal do Pará (UFPA).
Estes impactos que, pela grandiosidade e complexa estrutura de fauna e flora da região amazônica, podem ser grandes e abrangentes. Para estudar todo esse processo, foi criado o projeto “Adaptações socioculturais dos caboclos no estuário amazônico a eventos extremos de marés”. A intenção é analisar os impactos dos fenômenos climáticos sobre parte da região amazônica e seus moradores.
A pesquisa é direcionada às populações do estuário do rio Amazonas. Segundo a professora e coordenadora do projeto, Oriana Almeida, do Núcleo de Altos Estudos Amazônicos (Naea) da UFPA, o estudo será realizado em quatro locais específicos: dois locais no Amapá (em Mazagão e Ipixuna) e dois no Pará (Ponta de Pedras e Abaetetuba). Em Abaetetuba, será feito em parceria com o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA), de Abaetetuba.
A coordenadora do projeto conta que a pesquisa, iniciada em fevereiro de 2012, será feita em três anos. Oriana explica que o estudo se dará em vários níveis, como: coletas de dados gerais para traçar um perfil da população de várzea; coleta de dados diária de atividades da população da região, como açaí e pesca do camarão. Além disso, ela diz que deverá ser feita uma análise dos eventos de marés extremos e sua relação com a mudança climática.
O projeto é financiado pelo International Development Research Centre (IDRC), Centro de pesquisa para o desenvolvimento internacional, do Canadá.
METAS - O Projeto prevê como metas a produção de um Sistema de Aviso de Alerta Antecipado (SAA) de eventos extremos de marés, criação de um sistema de informação para tomadas de decisão e avaliação dos sistemas de resiliência socioeconômicos da região. Para isso, será conduzido um levantamento socioeconômico, medidas hidroclimáticas, levantamento socioeconômico sobre o uso da terra, inventário de abundância de pescado e sua diversidade, assim como inventários de agrodiversidade e de biodiversidade.
COLABORADORES - O projeto conta com a colaboração do professor Sergio Rivero, do Programa de Pós-Graduação em Economia da UFPA; do doutor Miguel Pinedo Vasquez, da Universidade da Columbia, nos EUA; do professor Peter Deadman, da Universidade de Waterloo, no Canadá; do pesquisador doutor Nathan Vogt, do Instituto de Pesquisas Espaciais (INPE); e da doutora em Meteorologia Kátia Fernandes, da Universidade de Columbia, nos EUA. Fonte: G1

Ler mais: http://www.tcnnews.com.br/news/rio-amazonas-e-suas-mudan%c3%a7as-climaticas-ser%c3%a3o-pesquisadas-pela-ufpa/

Inaugurado em Óbidos o “FISIO VIP”

Foi Inaugurado no sábado (5), em Óbidos,  o Centro de Fisioterapia “FISIO VIP”, de propriedade do Fisioterapeuta Ericristhie Pereira do Amaral.
A inauguração contou com a presença de muitos obidenses que foram prestigiar o mais novo empreendimento na área de saúde em Óbidos. Depois das falas, das bênçãos, foi servido um coquetel aos convidados.
O Centro de Fisioterapia conta modernos equipamentos pra atender a população obidense, o qual fica localizado na Rua Marcos Rodrigues de Souza, ao lado do Fórum.
Fotos de Vander N Andrade
FOTOS...

Projeto Saúde e Alegria: ONG oferece assistência social a mais de 30 mil pessoas na Amazônia

O Projeto Saúde e Alegria atua desde 1987 na Amazônia, e atualmente atende quatro municípios na região oeste do Pará, abrangendo uma população aproximada de 30 mil pessoas.
As comunidades atendidas pelo projeto em geral são formadas por extrativistas, que se organizam em comunidades rurais de difícil acesso, e que vivem em situações de risco e exclusão social.
O apoio do projeto envolve também ações de conscientização, defesa de terras, recursos naturais e também na avaliação da viabilidade social, econômica e ambiental desses territórios. Essas ações são implementadas a partir de programas voltados para organização social, direitos humanos, saúde, saneamento, geração de renda, educação, cultura, comunicação e inclusão digital.
Os municípios atendidos pelo projeto, que nasceu a partir da experiência do médico Eugenio Scannavino e da arte-educadora Márcia Gama, são Belterra, Aveiro, Juruti e Santarém, este último, sede do Projeto Saúde e Alegria.
É possível colaborar com o projeto através de contribuições via cartão de crédito, sistema Pay-Pal, ou ainda deposito em conta corrente:
Banco do Brasil
Agência: 0130-9
Conta nº: 58087-2
Para contribuir com doações de material entre em contato através do e-mail psa@saudeealegria.org.br. Para oferecer trabalho voluntário, envie e-mail para voluntario@saudeealegria.org.br.
Saiba mais sobre o projeto no site saudeealegria.org.br.
Fonte: Gospel+
Ciente de seu papel junto à sociedade, o Gospel+ disponibilizou um espaço voltado para divulgação de projetos sociais focados em ajudar ao próximo.
Acreditamos que a transformação da sociedade acontece não só através da palavra, mas também de ações efetivas e eficazes, com demonstração de amor ao próximo.
Se você conhece ou desenvolve um projeto social que precise de divulgação, entre em contato conosco através do endereço redegmais.com.br/contato e nos conte! Informe as áreas de atuação, formas de colaboração, meios de contato e visitas, para que possamos colaborar e servir ao Pai, servindo a seus filhos.

sábado, 11 de agosto de 2012

Marcha pra Jesus em Oriximiná será dia 25 de Agosto e terá participação de Daniel Alencar da banda gospel Aba Pai


Está confirmado! a marcha pra Jesus em Oriximiná será no dia 25 de agosto, a pastor da 1ª Igreja Batista de Oriximiná Pr Daniel Buas, anunciou que a marcha irá partir das casas populares(Travessa Carlos Maria Teixeira, bairro Santíssimo) e depois de passar pelo centro da cidade, terá o seu encerramento na praça do Centenário aonde  o povo evangélico e população presente cantarão louvores a Deus, o evento ainda terá a participação do cantor Gospel Daniel Alencar da banda Aba Pai de Belo Horizonte.
Daniel Alencar
Daniel Alencar
Daniel Alencar
Daniel Alencar, é vocalista e líder da banda Aba Pai e Gravou seu 1º trabalho em 2002 em Belo Horizonte, onde viveu por 3 anos, participando da consagrada banda e projeto "Clamor Pelas Nações". Com esse grupo gravou 3 CDs, “Quem se importa? 1, 2 e 3”.

Em abril de 2005 gravou seu 1º trabalho solo, entitulado “Precioso”.

Em setembrode 2008 lançou seu trabalho  “Aba Pai”, gravado ao vivo no estado do Maranhão.

Sua banda tem percorrido todo o o território nacional e também outras nações, como Moçambique (África), Inglaterra, Irlanda do Norte, Argentina, entre outros. 




Fonte: Patrick Ribeiro

Lenda Amazonica

INDIA TAINARA


Às margens do Rio Amazonas, mas precisamente nas proximidades do Lago Pauxis, mais conhecido como Laguinho, habitava a tribo dos índios Pauxis onde tinha como líder a Índia Guerreira Tainara, a índia mais bela da tribo.
Em certo dia estava ela em uma festa de coroação de uma de suas índias de sua tribo, onde todos dançavam e festejavam aquele acontecimento. Mas sabemos que o mal está em todo lugar, e próximo a essa aldeia tem um homem muito mal que é chamado de Feiticeiro e que tem muita inveja da beleza da índia Tainara. Ele com seus maléficos poderes pensou em uma forma de jogar seu feitiço sobre a índia, e se transformou em um boto, pois sendo assim ele poderia se transformar em  um lindo rapaz. Ao se  transformar ele se aproximou da aldeia, em seguida se aproximou da índia e lançou todo o seu encanto sobre a índia Tainara onde a mesma ficou encantada e aproveitando-se disso ele joga o seu feitiço, pois sabemos que todo boto quando não engravida a moça ele a mata, e foi assim  que aconteceu com a linda índia, o boto a matou.  A aldeia se fechou em luto e todos choraram   a grande perda.
E agora o que faremos, pois sem a índia Tainara a aldeia corre risco de acabar, pois a índia era que nem uma espécie de mãe para todos. A tribo vendo o perigo que estavam passando resolveu ir até a aldeia dos Caxuianas chamar o maior curandeiro de todas as tribos mais conhecido como Pajé, que vem para tentar ressuscitar a índia Tainara.
E ele começa a cura, onde por meio de muito sacrifício e muita pajelança parece que ele está conseguindo.
E conseguiu gente ele conseguiu ressuscitar a índia guerreira da tribo dos Pauxis.
Agora a paz e a alegria voltam a essa aldeia e todos dançam para festejar a vitória.
Fonte: Museu Integrado de Óbidos
www.chupaosso.com.br

José Deolindo - Caiçara


"Curuçambá"  é a nova poesia de Deolindo Albuquerque (Caiçara)

CURUÇAMBÁ
Igarapé, límpidas águas correntes
Gentil fonte natural
Amado por tua gente
Reinas firme e sem rival.
A natureza te fez lindo
Para o homem te contemplar
Estarás sempre sorrindo
Com escuridão ou luar
Unidos todo teu povo
Risonho a te preservar.
Urgente agora e sempre
Çontigo possa contar
Ambiente hospitaleiro
Me sinto honrado em te ter
Balneário és por inteiro
Amado bom de se ver.

Governo lança programa de melhoramento genético da pecuária paraense

O Governo do Estado vai aproveitar a Feira Agropecuária de Paragominas, que será aberta neste sábado (11), para a efetivação de várias medidas na área do campo.
Na oportunidade, será realizada a reunião do Conselho do Agronegócio do Estado do Pará (Consagro-PA) e a reunião do Conselho Consultivo do Projeto Pecuária Verde, que tem apoio do Fundo Vale. Ainda será assinado um protocolo de intenções com o objetivo de promover o desenvolvimento da silvicultura e um termo de cooperação com o objetivo de fortalecer o projeto Farmaviva, de incentivo ao uso de plantas medicinais e fitoterápicos no Estado a partir da implantação de um laboratório de fitoterápicos em Paragominas. O secretário Hildegardo Nunes representará o governador nesses eventos.
Durante a reunião ordinária da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva da Pecuária de Corte do Consagro-PA, no dia 17, será lançado o Programa da Modernização e Melhoramento Genético da Pecuária Paraense, numa ampla parceria com associações de criadores de zebus e bubalinos, Federação da Agricultura do Estado do Pará (Faepa) e do Sindicato dos Produtores Rurais de Paragominas. “O objetivo é nós termos plantéis de alta qualidade genética que possam ser multiplicados para que isso chegue ao produtor, particularmente ao pequeno e médio produtores”, explicou Hildegardo Nunes.
A reunião do Conselho Consultivo do Projeto Pecuária Verde, na tarde desta sexta-feira (10), terá a participação de representantes do Fundo Vale e dos consultores técnicos do projeto, professores Mateus Paranhos, Moacyr Corsi e Ricardo Ribeiro, especialistas nas áreas de manejo e recomposição de reserva legal, que estão monitorando as propriedades que participam do projeto, considerado exemplo para a redução de impactos ambientais das atividades produtivas e recuperação de áreas degradadas.
O protocolo de intenções para o desenvolvimento da silvicultura, que será assinado também nesta sexta-feira, envolve a Secretaria de Estado de Agricultura (Sagri), que representa o Governo do Estado, a Prefeitura de Paragominas, Embrapa, Ufra e empresas de reflorestamento. A Sagri espera “fortalecer a pesquisa para desenvolver sistemas de produção adequados à nossa realidade”, segundo o secretário. O Governo do Estado, por meio da Sagri, vai dar o suporte logístico e apoio financeiro para o desenvolvimento desses trabalhos.
O termo de cooperação do Farmaviva será assinado entre a Prefeitura de Paragominas e a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação e tem o apoio da Sagri, que foca nos agricultores familiares que vão produzir essa matéria prima a sua atenção.
FONTE: Agência Pará

Ribeirinhos de Oriximiná receberão crédito emergencial

O escritório local da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater) em Oriximiná, no Baixo Amazonas, está mobilizando ribeirinhos atingidos pela cheia do rio Trombetas para acionarem o Crédito Emergencial do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).
Desde o fim de junho, quando o município já se encontrava sob decreto de estado de emergência, a equipe extensionista vem promovendo reuniões com moradores do Baixo Trombetas, Médio Trombetas, Rio Cachoeiri, Lago do Sapucaré e Igarapé Nhamundá. Nessas regiões, cerca de 200 famílias, de 21 comunidades, perderam plantações e estruturas produtivas. Algumas precisaram abandonar suas casas.
“A enchente deste ano foi uma das piores de toda a história de Oriximiná. Foram cerca de quatro meses com gente sem conseguir produzir nas áreas de várzea”, diz o chefe do escritório local da Emater, o engenheiro de pesca Eder Maia. Os agricultores trabalham com hortaliças, mandioca, pecuária e criação de galinhas e porcos. Os recursos, a serem liberados pelo Banco da Amazônia, irão variar de R$ 2,5 mil a R$ 12 mil e serão aplicados principalmente na reconstrução de currais, marombas e de balcões para horticultura. Parte do dinheiro também poderá ser usado na recuperação das residências. A previsão da Emater é que os contratos comecem a ser assinados em outubro.


Texto:
Aline Miranda - Emater
Fone: (91) 3256-5410 /
Email: ascomematerpara@gmail.com

Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural
Rod. BR 316, Km 13 S/N. Marituba-PA. CEP: 67105-970
Fone: (91) 3256-1931
Site: www.emater.pa.gov.br Email: presidencia@emater.pa.gov.br

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Após fracasso na negociação. ACEJ voltará reunir com empresários, Alcoa e Compacta

09/08/2012 22:51 A presidenta da Associação Comercial e Empresarial de Juruti, Olívia Ramos, estará na tarde desta sexta-feira, 10, reunindo com a diretoria da Alcoa e Compacta para tentar achar uma solução para os problemas dos débitos que a empreiteira Compacta tem no comércio de Juruti. Após a reunião com a Alcoa, a diretoria da Acej estará se reunindo com os empresários de Juruti onde discutirão como irão proceder judicialmente contra a Compacta.
Na ultima segunda-feira, 06, a diretoria da Acej reuniu com os empresários de Juruti que tem receitas a receber da Compacta, onde ficou decidido que, antes de eles entrarem na justiça contra a empreiteira, querem saber o real posicionamento da mineradora Alcoa, principal fonte financeira da Compacta. A reunião deverá acontecer no final da tarde dessa sexta no escritório da Alcoa, que contará com a presença da diretoria da mineradora, o diretor da Compacta, um representante dos empresários e a presidenta da Acej.
Olívia Ramos, presidente da Acej, em entrevista exclusiva ao portal Agora Juruti, disse que os acordos feitos entre os empresários e a Compacta foram todos sem sucesso, porque a empresa não vem cumprindo com o combinado. Olívia reclama que a mineradora Alcoa também não vem honrando com o acordo que firmou para tentar solucionar o problema dos débitos da Compacta no comércio de Juruti. Segundo Olívia Ramos, ficou acordado que a empresa Compacta no momento que recebesse valores referentes a trabalhos realizados para Alcoa recomendados pela Acej, deveria informar para a Associação Comercial explicando o destino dos valores sem afetar o seu movimento, mas isso não está acontecendo. “Os fornecedores estão tendo cada vez mais prejuízos, pagando juros, e a gente sem informação do que acontece”, disse Olívia, alegando que recebe pressão dos empresários para que a Acej tente encontrar uma solução para o caso e ela, como presidenta, está deixando de fazer muitas coisas importantes frente a associação para tratar sobre o caso dos débitos da Compacta junto as empresas de Juruti. “No retorno das atividades da associação em agosto, fomos procurados pelos fornecedores que a Compacta deve, eles alegaram que, tentaram acordo com a empresa como foram orientados por nós, mas todas as negociações foram sem sucesso”, enfatizou.
Olívia falou que a Acej sugeriu a Alcoa através de uma carta de recomendação que continuasse dando trabalho para a Compacta, para que ela pudesse pagar seus fornecedores e funcionários sem dar ‘calote’ no comércio local, em troca disso, Henrique Borba, diretor da Compacta se comprometia em manter a Acej informada sobre os valores que recebesse da Alcoa, mas isso não está acontecendo, “a Compacta só informou de um repasse no valor de R$ 52 mil e não vem pagando os fornecedores”, disse a presidenta, acrescentando que “foram 40 dias sem nenhum contato nem da Compacta nem da Alcoa, a associação comercial que é representante desses fornecedores não sabe o montante recebido, quem ele pagou, quem ele não pagou, quem ele pretende pagar, ele (Henrique) apresentou para Alcoa um plano de recuperação e ninguém sabe se está sendo executado ou não. O que a gente espera é um respeito muito maior pela classe empresarial, pois somos uma classe trabalhadora e geramos empregos e renda para o município e que a contratada (Compacta) e a contratante (Alcoa) há de assumir suas responsabilidades e que a gente tenha essa situação resolvida ainda este mês. Está impossível o empresário esperar mais tempo, enquanto o capital dele está lá na Compacta que fez o que bem quis com o dinheiro”, falou Olívia, alegando ainda que a Alcoa está dando pouca importância para o caso.
A presidenta da Acej disse que espera mais empenho da Alcoa e maior transparência nessa negociação, não deixando a Acej de fora das reuniões ou mesmo sem nenhuma informação, “o Sr. Henrique Borba alega que parte dessa crise que a Compacta entrou é de responsabilidade da Alcoa, por não ter cumprido as datas do contrato em 2011. Por Alcoa ter tirado o contrato no momento em que ele (Henrique) não estava esperando e por não ter uma administração preparada para prever esses riscos, a Compacta tinha que manter centenas de funcionários sem serviço praticamente aí despencou na crise”, salientou Olívia, alegando que se a Alcoa reúne com a Compacta sobre esse assunto não comunica a Acej.
EMPRESÁRIOS - Diversos empresários de Juruti se sentem enganados tanto pela Compacta como pela Alcoa, por não tomar uma posição firme e que possa resolver a questão dos pagamentos dos fornecedores.
Para um dos empresários credor da Compacta, que pediu para não ser identificado, a Alcoa tem responsabilidade nessa situação e que pode haver algum tipo de favorecimento a Compacta dentro da Alcoa, pois segundo ele, um cheque da Compacta que havia sido devolvido pela primeira vez em Juruti, foi dado entrada pela segunda vez na cidade de Oriximiná, na agencia que a Compacta recebia da Alcoa os valores e no dia do pagamento, mesmo assim o cheque apareceu como sem fundo. “Nós colocamos gente monitorando o dia que a Alcoa ia pagar para dar entrada no cheque naquele dia, o dinheiro caiu, daria pra cobri o cheque mas foi pra um, pra outro e o cheque voltou”, falou o empresário.
Esse empresário diz que a Compacta deve R$ 180 mil desde dezembro de 2011, e que, por conta dessa dívida está enfrentando vários problemas com seus fornecedores porque atrasou pagamento. “Nós tiramos nosso capital para dar crédito a Compacta, esperamos por uma coisa que não veio e acabamos não honrando nossos compromissos com nossos fornecedores, passou a atrasar alguns pagamentos nossos e algumas portas se fecharam para nós” disse o empresário, complementando que “ele (diretor da Compacta) me fez uma proposta indecente, propondo que eu comprasse a fazenda dele mas descontasse apenas 10% do valor da dívida dele, o restante eu teria que pagar em dinheiro pra ele, o que eu não aceitei por ser uma falta de respeito comigo”, finalizou o empresário.
Diversos empresários de Juruti, que tem dinheiro para receber da Compacta preferem não se manifestar publicamente, mas todos reclamam da mesma situação dizendo que atualmente a Compacta não compra mais com eles e compra de novos fornecedores, pagando em dinheiro.
ALCOA – A reportagem do Agora Juruti entrou em contato com a assessoria de comunicação da Alcoa para se manifestar sobre assunto. Em nota a Alcoa afirma que acompanha o Plano de Recuperação implementado pela empresa Compacta, um de seus prestadores de serviço, visando sanar suas dívidas com funcionários e fornecedores locais. “Nosso papel tem sido principalmente o de mediar as negociações, contribuindo, desta forma, para a melhor resolução do problema, que é de responsabilidade da Compacta”, cita a nota, completando que “Estamos cumprindo rigorosamente tudo que foi acordado com a Associação Comercial e Empresarial de Juruti (ACEJ). Reflexo disso é a reunião previamente agendada para amanhã, 10 de agosto”.
A mineradora ressalta que a diretoria da Alcoa acompanha todas as questões referentes à Juruti, mas esta situação diz respeito à unidade local, e está sendo tratada pela equipe da Companhia no município.
“A Alcoa reforça seu compromisso com o fortalecimento do empresariado local, por meio do apoio a programas como a Rede de Desenvolvimento de Fornecedores, da Federação das Indústrias do Estado do Pará, e o Selo de Qualidade, implantado em Juruti em parceria com a ACEJ”, finaliza.

Leia mais: http://www.agorajuruti.com/news/apos-fracasso-na-negocia%c3%a7%c3%a3o-acej-voltara-reunir-com-empresarios%2c-alcoa-e-compacta/

INSS MANDARÁ CARTA PARA QUEM TEM DIREITO A REVISÃO DE BENEFÍCIOS POR INCAPACIDADE


Os segurados no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que recebem benefícios por incapacidade (aposentadoria por invalidez, auxílio-doença e pensão por morte) não devem procurar as Agências da Previdência Social para solicitar a revisão determinada pela Justiça (Ação Civil Publica nº 0002320-59.5012.403.6183/SP). 
Também não devem procurar o atendimento eletrônico do Instituto, pois os procedimentos para aqueles que fazem jus à revisão serão automáticos.

Os segurados que têm direito ao reajuste ou a valores atrasados receberão uma carta em suas residências informando a data e o valor a ser pago. O INSS ainda está estudando o prazo para o envio dessas cartas, que ocorrerá provavelmente a partir de janeiro de 2013.

Quem tem direito
Os beneficiários que têm direito à revisão são aqueles cujos benefícios por incapacidade foram concedidos entre 1999 e 2009. É que, na época, o valor dos benefícios foi calculado levando em conta 100% dos salários de contribuição, quando o certo seria 80% dos maiores salários de contribuição, ou seja, foram considerados os 20% menores salários de contribuição.

Essa forma de calcular o valor do benefício prejudicou alguns segurados, principalmente aqueles que tinham menos de 144 contribuições de julho de 1994 à data da concessão do benefício.
FONTE: http://www.normaslegais.com.br/trab/1previdenciaria080812.htm

Óbidos e seu cenário natural

Numa cidade pequena como Óbidos, com pouco mais de 24 mil habitantes, as cenas do cotidiano são simples e ao mesmo tempo belas. A simplicidade de sua gente e a beleza da natureza entram em harmonia e fazem do lugar um cenário vislumbrante.

Como vemos num gesto de pescar, onde o casal joga a tarrafa no lago em busca de seu alimento, diante de uma das mais belas paisagens da cidade, o Laguinho e a Serra da Escama. Privilégio de poucos.
Em outra cena do cotidiano obidense, podemos ver o nascer do sol que surge por detrás da Serra, visto do complexo do antigo quartel. Esse privilégio é pros que caminham logo pela manhã e os que saem bem cedo pro trabalho. Um espetáculo da natureza e um presente de Deus para os Pauxiaras.(Fotos: Mauro Pantoja).
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