Idealizada pelo vice-governador do Pará Helenilson Pontes, a taxa mineral ganhou dois aliados de peso na batalha jurídica que trava no STF (Supremo Tribunal Federal) contra mineradoras, é o caso da Vale, que contestam a cobrança.
Os aliados são AGU (Advocacia-Geral da União) e o MME (Ministério de Minas e Energia).
O parecer favorável das duas instituições, inclusive, foi juntado ao processo em tramitação no Supremo.
- A palavra final será do STF, mas é inegável que demos um passo
importante no sentido de garantirmos à sociedade paraense o direito a
uma contrapartida importante pela exploração dos recursos minerais em
nosso território. Esta não é uma questão de governo, mas de Estado –
declarou ao blog o vice-governador.
A taxa mineral se traduzirá em arrecadação em torno de R$ 500 milhões
por ano para Minas Gerais, R$ 800 milhões/ano ao Pará e a Amapá, a
estimativa é de R$ 150 milhões/ano.
Leia também:
Vale continuará ofensiva à taxa mineral.
Fique ligado em tudo o que acontece em nossa região (www.oriximinaeregiao.blogspot.com)
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segunda-feira, 13 de agosto de 2012
CPI na Alepa vai apurar motivos da crise na Rede Celpa
Segundo a parlamentar, a CPI, que tem grande receptividade de seus companheiros deputados independente de partido, ainda vai receber a adesão de outros parlamentares que fazem questão de assinar o pedido de instalação da Comissão, a qual deverá ser formada por cerca de sete deputados que terão dois meses para apresentar os resultados das investigações.
No seu pedido de instalação da CPI, a parlamentar historia toda a situação da CELPA, bem como, as discussões promovidas pela Assembleia Legislativa e que, até o momento, não surtiram qualquer efeito positivo em prol da população que, no fim, é que está pagando pela má gestão da distribuidora de energia elétrica do Pará, que tem o pior desempenho no grupo Rede.
Bernadete cita por exemplo a apropriação indébita, pela CELPA, das taxas cobradas da população para a iluminação pública em todas as cidades paraenses, e que não foram repassadas aos municípios que gerenciam o sistema. Ela também critica a péssima qualidade dos serviços e critica o aumento da tarifa determinado pela Justiça, recentemente, acima dos índices da inflação.
Lembra, ainda, das dívidas milionárias da Celpa para com o Estado e para com a Agência Nacional de Energia Elétrica que, por esta razão, não autorizou qualquer aumento na tarifa de energia elétrica, daí a empresa paraense ter recorrido à Justiça por esse aumento que foi concedido, ao seu ver, de forma irregular diante da situação calamitosa em que a Celpa se encontra, à beira da falência.
“Esta casa de leis, como representante do povo paraense, precisa tomar uma atitude mais enérgica sobre essa questão, deve discuti-la e tomar providências através de uma CPI, a fim de investigar a crise da Celpa, suas causas e conseqüências, identificando e punindo seus responsáveis. Por se constituir em “acontecimento de relevante interesse para a vida pública e a ordem constitucional, legal, econômica e social do Estado”, afirma Bernadete.
Segue a lista dos Deputados que já assinaram a CPI da Celpa:
1. Nélio Aguiar
2. Valdir Ganzer
3. Edmilson Rodrigues
4. Alfredo Costa
5. Zé Maria
6. Carlos Bordalo
7. Bernadete ten Caten
8. Milton Zimmer
9. Cássio Andrade
10. Edilson Moura
11. Eduardo Costa
12. Eliel Faustino
13. Júnior. Hage
14. João Salame
15. Airton Faleiro
16. Alexandre Von
17. Raimundo Santos
Fonte: Assessoria Parlamentar
Artesões de Monte Alegre recebem certificados de Excelência da Unesco
O artesanato de balata “Búfalo Montado”, criação do mestre Darlindo José de Oliveira Pinto, do Grupo de Mestres Artesãos de Modelagem em Balata, do município de Monte Alegre, foi agraciado com o certificado da 3ª edição do “Reconhecimento de Excelência da Unesco para os produtos artesanais do Mercosul+”. O Grupo de Monte Alegre, também formado por Oscarino Braga, Paulo Baía, Antonio Braga, Carlos Baía e Luiz Carlos, está vinculado ao Espaço São José Liberto, onde os mestres balateiros comercializam suas peças na Casa do Artesão.
Para mestre Darlindo Oliveira, que é presidente da Federação das Associações Cooperativas de Artesãos (Facapa) e presidente do Grupo de Trabalho Colegiado Artesanato, do Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC), vinculado ao Ministério da Cultura, o prêmio representa o reconhecimento de um trabalho desenvolvido há décadas e que, atualmente, só os seis integrantes do Grupo de Mestres Artesãos de Modelagem em Balata fazem profissionalmente.
Darlindo conta que decidiu se inscrever no prêmio da Unesco por indicação do Programa de Artesanato do Brasil. O evento contou com a participação de 11 países, incluindo representantes de artesãos do Uruguai. Em uma pré-seleção foram escolhidos 13 trabalhos de artesãos brasileiros, sendo que apenas seis foram contemplados com o prêmio.
Para essa edição foram apresentados 96 produtos artesanais, sendo 26 da Argentina, 13 do Brasil, 26 do Chile, 13 do Paraguai e 18 do Uruguai. Os produtos foram selecionados pelos Comitês Nacionais e apresentados em evento realizado no período de 29 de julho a 1º de agosto, durante a ”Semana Internacional de Artesanato”, promovida pela Diretoria Nacional de Artesanato, Pequenas e Médias Empresas, do Ministério da Indústria, Energia e Mineração do Uruguai, e pelo Escritório da Unesco em Montevidéu. A seleção e avaliação foi realizada por jurados do México, do Peru e da Colômbia.
Darlindo ressalta que os balatais, locais onde se encontram as balateiras, só existem na Linha do Equador, do lado esquerdo do Rio Amazonas. A extração é feita nos municípios de Almeirim, Prainha, Monte Alegre, Alenquer e Óbidos, em áreas de preservação com autorização para a atividade extrativista. Já o artesanato de balata é específico da região de Monte Alegre.
Matéria completa no jornal Tribuna da Calha Norte
Ler mais: http://www.tcnnews.com.br/news/artes%c3%b5es-de-monte-alegre-recebem-certificados-de-excel%c3%aancia-da-unesco/
Reunião discute projeto turístico no Parque Monte Alegre
O projeto de musealização, que prevê a instalação de infraestrutura
para fomentar o turismo nos sítios arqueológicos Serra da Lua e Pedra do
Mirante, no Parque Estadual Monte Alegre (Pema), gerenciado pela
Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), foi um dos assuntos da
segunda reunião ordinária deste ano dos Conselhos Gestores da Área de
Proteção Ambiental (APA) Paytuna e do Pema, realizada nos dias 17 e 18
de julho.
A reunião, que aconteceu no município de Monte Alegre, contou com representantes de instituições públicas e representantes das comunidades de Santana, Ererê, Lages e Paytuna, localizadas dentro da APA.
Intitulado "Socialização dos Sítios Arqueológicos da Amazônia", o projeto é coordenado pela Sema e desenvolvido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em parceria com a Universidade Federal do Pará (UFPA) e o Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG).
Para receber visitantes nos dois sítios arqueológicos dentro do Parque, o projeto prevê a instalação de espaço para guardar volumes, lanchonete, auditório, sala multiuso, banheiros e plataformas de acesso, inclusive para deficientes físicos.
O projeto é financiado pela União, responsável pelo repasse de R$ 1,6 milhão, e pelo Estado, que investe R$ 700 mil. Ao município cabem as obras de infraestrutura na estrada de acesso aos sítios arqueológicos, a partir da sede municipal de Monte Alegre, num percurso de quase 20 minutos até o Parque, onde as pinturas rupestres estão entre os principais atrativos.
As comunidades locais estão recebendo instruções da Sema sobre preservação do ecossistema. Quando a infraestrutura estiver pronta, o local terá condições de participar do segmento ecoturismo.
Durante a reunião também foram revisados os Regimentos Internos dos dois Conselhos, formadas as comissões de trabalho de pesquisa e turismo, e apresentado o projeto de musealização desenvolvido nas áreas, pela pesquisadora Edithe Pereira, do Museu Goeldi.
A reunião, que aconteceu no município de Monte Alegre, contou com representantes de instituições públicas e representantes das comunidades de Santana, Ererê, Lages e Paytuna, localizadas dentro da APA.
Intitulado "Socialização dos Sítios Arqueológicos da Amazônia", o projeto é coordenado pela Sema e desenvolvido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em parceria com a Universidade Federal do Pará (UFPA) e o Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG).
Para receber visitantes nos dois sítios arqueológicos dentro do Parque, o projeto prevê a instalação de espaço para guardar volumes, lanchonete, auditório, sala multiuso, banheiros e plataformas de acesso, inclusive para deficientes físicos.
O projeto é financiado pela União, responsável pelo repasse de R$ 1,6 milhão, e pelo Estado, que investe R$ 700 mil. Ao município cabem as obras de infraestrutura na estrada de acesso aos sítios arqueológicos, a partir da sede municipal de Monte Alegre, num percurso de quase 20 minutos até o Parque, onde as pinturas rupestres estão entre os principais atrativos.
As comunidades locais estão recebendo instruções da Sema sobre preservação do ecossistema. Quando a infraestrutura estiver pronta, o local terá condições de participar do segmento ecoturismo.
Durante a reunião também foram revisados os Regimentos Internos dos dois Conselhos, formadas as comissões de trabalho de pesquisa e turismo, e apresentado o projeto de musealização desenvolvido nas áreas, pela pesquisadora Edithe Pereira, do Museu Goeldi.
Ler mais: http://www.tcnnews.com.br/news/reuni%c3%a3o-discute-projeto-turistico-no-parque-monte-alegre/
Inpe afirma que desmatamento na Amazônia representa 1,5% do carbono global lançado na atmosfera
Os dados são do sistema Inpe-em (Inpe – emission model), um novo serviço lançado nesta sexta-feira pelo Inpe, em São José dos Campos (SP).
- Nesta versão inicial, o sistema provê estimativas anuais para toda a Amazônia Brasileira e por Estado na região até 2011. São apresentados ainda indicadores para acompanhamento das reduções de emissões após 2006, tomando como base a média de desmatamento 1996-2005 – explica a pesquisadora Ana Paula Aguiar.
A redução do desmatamento no período 2006-2011 totaliza (-49%) em relação ao que seria projetado pela média histórica (19,500km2). De acordo com o Inpe, os resultados das estimativas para a Amazônia refletem esta queda.
Porém, a análise de redução de emissões indica que as emissões estão decaindo relativamente menos do que o desmatamento devido ao deslocamento das frentes áreas de desmatamento para áreas regiões de maior biomassa.
No caso dos Estados, afirma o Inpe, os resultados refletem a distribuição desigual do desmatamento na região, mas também tendências de redução heterogêneas entre os Estados, como ilustram os gráficos.
A contribuição relativa do Mato Grosso, por exemplo, apresenta tendência de queda, enquanto a do Pará de aumento na contribuição relativa.
Inicialmente estão sendo produzidas estimativas de emissões de CO2 decorrentes do processo de corte raso da floresta tropical primária e dinâmica da vegetação secundária no Bioma Amazônico. Futuramente serão incluídas estimativas para outros biomas e processos.
O novo modelo gera resultados a partir dos dados do Prodes, sistema baseado no monitoramento de satélites do próprio Inpe, que calcula o quanto a Amazônia perde de floresta primária a cada ano.
Ele foi desenvolvido por pesquisadores do Centro de Ciência do Sistema Terrestre (CCST) em parceria com a Coordenação de Observação da Terra (OBT) e o Centro Regional da Amazônia (CRA), além de instituições colaboradoras nacionais e internacionais.
Cerca de metade da biomassa florestal é composta por carbono, que é liberado na forma CO2 pelas queimadas, desmatamentos ou outras alterações no uso da terra.
A velocidade da transferência de CO2 para a atmosfera está relacionada às causas do desmatamento – exploração madeireira, estabelecimento de pastagens para pecuária, agricultura mecanizada de larga escala, agricultura familiar etc. Por: Altino Machado
Ler mais: http://www.tcnnews.com.br/news/inpe-afirma-que-desmatamento-na-amazonia-representa-1%2c5%25-do-carbono-global-lan%c3%a7ado-na-atmosfera/
Rio Amazonas e suas mudanças climáticas serão pesquisadas pela UFPA
Estes impactos que, pela grandiosidade e complexa estrutura de fauna e flora da região amazônica, podem ser grandes e abrangentes. Para estudar todo esse processo, foi criado o projeto “Adaptações socioculturais dos caboclos no estuário amazônico a eventos extremos de marés”. A intenção é analisar os impactos dos fenômenos climáticos sobre parte da região amazônica e seus moradores.
A pesquisa é direcionada às populações do estuário do rio Amazonas. Segundo a professora e coordenadora do projeto, Oriana Almeida, do Núcleo de Altos Estudos Amazônicos (Naea) da UFPA, o estudo será realizado em quatro locais específicos: dois locais no Amapá (em Mazagão e Ipixuna) e dois no Pará (Ponta de Pedras e Abaetetuba). Em Abaetetuba, será feito em parceria com o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA), de Abaetetuba.
A coordenadora do projeto conta que a pesquisa, iniciada em fevereiro de 2012, será feita em três anos. Oriana explica que o estudo se dará em vários níveis, como: coletas de dados gerais para traçar um perfil da população de várzea; coleta de dados diária de atividades da população da região, como açaí e pesca do camarão. Além disso, ela diz que deverá ser feita uma análise dos eventos de marés extremos e sua relação com a mudança climática.
O projeto é financiado pelo International Development Research Centre (IDRC), Centro de pesquisa para o desenvolvimento internacional, do Canadá.
METAS - O Projeto prevê como metas a produção de um Sistema de Aviso de Alerta Antecipado (SAA) de eventos extremos de marés, criação de um sistema de informação para tomadas de decisão e avaliação dos sistemas de resiliência socioeconômicos da região. Para isso, será conduzido um levantamento socioeconômico, medidas hidroclimáticas, levantamento socioeconômico sobre o uso da terra, inventário de abundância de pescado e sua diversidade, assim como inventários de agrodiversidade e de biodiversidade.
COLABORADORES - O projeto conta com a colaboração do professor Sergio Rivero, do Programa de Pós-Graduação em Economia da UFPA; do doutor Miguel Pinedo Vasquez, da Universidade da Columbia, nos EUA; do professor Peter Deadman, da Universidade de Waterloo, no Canadá; do pesquisador doutor Nathan Vogt, do Instituto de Pesquisas Espaciais (INPE); e da doutora em Meteorologia Kátia Fernandes, da Universidade de Columbia, nos EUA. Fonte: G1
Ler mais: http://www.tcnnews.com.br/news/rio-amazonas-e-suas-mudan%c3%a7as-climaticas-ser%c3%a3o-pesquisadas-pela-ufpa/
Inaugurado em Óbidos o “FISIO VIP”
A inauguração contou
com a presença de muitos obidenses que foram prestigiar o mais novo
empreendimento na área de saúde em Óbidos. Depois das falas, das
bênçãos, foi servido um coquetel aos convidados.
O Centro de
Fisioterapia conta modernos equipamentos pra atender a população
obidense, o qual fica localizado na Rua Marcos Rodrigues de Souza, ao
lado do Fórum.
Fotos de Vander N Andrade
FOTOS...
Projeto Saúde e Alegria: ONG oferece assistência social a mais de 30 mil pessoas na Amazônia
O Projeto Saúde e Alegria atua desde 1987 na Amazônia, e atualmente
atende quatro municípios na região oeste do Pará, abrangendo uma
população aproximada de 30 mil pessoas.
As comunidades atendidas pelo projeto em geral são formadas por extrativistas, que se organizam em comunidades rurais de difícil acesso, e que vivem em situações de risco e exclusão social.
O apoio do projeto envolve também ações de conscientização, defesa de terras, recursos naturais e também na avaliação da viabilidade social, econômica e ambiental desses territórios. Essas ações são implementadas a partir de programas voltados para organização social, direitos humanos, saúde, saneamento, geração de renda, educação, cultura, comunicação e inclusão digital.
Os municípios atendidos pelo projeto, que nasceu a partir da experiência do médico Eugenio Scannavino e da arte-educadora Márcia Gama, são Belterra, Aveiro, Juruti e Santarém, este último, sede do Projeto Saúde e Alegria.
É possível colaborar com o projeto através de contribuições via cartão de crédito, sistema Pay-Pal, ou ainda deposito em conta corrente:
Banco do Brasil
Agência: 0130-9
Conta nº: 58087-2
Para contribuir com doações de material entre em contato através do e-mail psa@saudeealegria.org.br. Para oferecer trabalho voluntário, envie e-mail para voluntario@saudeealegria.org.br.
Saiba mais sobre o projeto no site saudeealegria.org.br.
Fonte: Gospel+
Ciente de seu papel junto à sociedade, o Gospel+ disponibilizou um espaço voltado para divulgação de projetos sociais focados em ajudar ao próximo.
Acreditamos que a transformação da sociedade acontece não só através da palavra, mas também de ações efetivas e eficazes, com demonstração de amor ao próximo.
Se você conhece ou desenvolve um projeto social que precise de divulgação, entre em contato conosco através do endereço redegmais.com.br/contato e nos conte! Informe as áreas de atuação, formas de colaboração, meios de contato e visitas, para que possamos colaborar e servir ao Pai, servindo a seus filhos.
As comunidades atendidas pelo projeto em geral são formadas por extrativistas, que se organizam em comunidades rurais de difícil acesso, e que vivem em situações de risco e exclusão social.
O apoio do projeto envolve também ações de conscientização, defesa de terras, recursos naturais e também na avaliação da viabilidade social, econômica e ambiental desses territórios. Essas ações são implementadas a partir de programas voltados para organização social, direitos humanos, saúde, saneamento, geração de renda, educação, cultura, comunicação e inclusão digital.
Os municípios atendidos pelo projeto, que nasceu a partir da experiência do médico Eugenio Scannavino e da arte-educadora Márcia Gama, são Belterra, Aveiro, Juruti e Santarém, este último, sede do Projeto Saúde e Alegria.
É possível colaborar com o projeto através de contribuições via cartão de crédito, sistema Pay-Pal, ou ainda deposito em conta corrente:
Banco do Brasil
Agência: 0130-9
Conta nº: 58087-2
Para contribuir com doações de material entre em contato através do e-mail psa@saudeealegria.org.br. Para oferecer trabalho voluntário, envie e-mail para voluntario@saudeealegria.org.br.
Saiba mais sobre o projeto no site saudeealegria.org.br.
Fonte: Gospel+
Ciente de seu papel junto à sociedade, o Gospel+ disponibilizou um espaço voltado para divulgação de projetos sociais focados em ajudar ao próximo.
Acreditamos que a transformação da sociedade acontece não só através da palavra, mas também de ações efetivas e eficazes, com demonstração de amor ao próximo.
Se você conhece ou desenvolve um projeto social que precise de divulgação, entre em contato conosco através do endereço redegmais.com.br/contato e nos conte! Informe as áreas de atuação, formas de colaboração, meios de contato e visitas, para que possamos colaborar e servir ao Pai, servindo a seus filhos.
sábado, 11 de agosto de 2012
Marcha pra Jesus em Oriximiná será dia 25 de Agosto e terá participação de Daniel Alencar da banda gospel Aba Pai
Está confirmado! a marcha pra Jesus em Oriximiná será no dia
25 de agosto, a pastor da 1ª Igreja Batista de Oriximiná Pr Daniel Buas,
anunciou que a marcha irá partir das casas populares(Travessa Carlos Maria
Teixeira, bairro Santíssimo) e depois de passar pelo centro da cidade, terá o
seu encerramento na praça do Centenário aonde o povo evangélico e população presente
cantarão louvores a Deus, o evento ainda terá a participação do cantor Gospel
Daniel Alencar da banda Aba Pai de Belo Horizonte.
Daniel Alencar
Daniel Alencar, é vocalista e líder da banda Aba
Pai e Gravou seu 1º trabalho em 2002 em Belo Horizonte, onde viveu por 3 anos,
participando da consagrada banda e projeto "Clamor Pelas Nações". Com
esse grupo gravou 3 CDs, “Quem se importa? 1, 2 e 3”. Em abril de 2005 gravou seu 1º trabalho solo, entitulado “Precioso”.
Em setembrode 2008 lançou seu trabalho “Aba Pai”, gravado ao vivo no estado do Maranhão.
Sua banda tem percorrido todo o o território nacional e também outras nações, como Moçambique (África), Inglaterra, Irlanda do Norte, Argentina, entre outros.
Fonte: Patrick Ribeiro
Lenda Amazonica
INDIA TAINARA
Às
margens do Rio Amazonas, mas precisamente nas proximidades do Lago
Pauxis, mais conhecido como Laguinho, habitava a tribo dos índios Pauxis
onde tinha como líder a Índia Guerreira Tainara, a índia mais bela da
tribo.
Em certo dia estava ela em uma festa de
coroação de uma de suas índias de sua tribo, onde todos dançavam e
festejavam aquele acontecimento. Mas sabemos que o mal está em todo
lugar, e próximo a essa aldeia tem um homem muito mal que é chamado de
Feiticeiro e que tem muita inveja da beleza da índia Tainara. Ele com
seus maléficos poderes pensou em uma forma de jogar seu feitiço sobre a
índia, e se transformou em um boto, pois sendo assim ele poderia se
transformar em um lindo rapaz. Ao se transformar ele se aproximou da
aldeia, em seguida se aproximou da índia e lançou todo o seu encanto
sobre a índia Tainara onde a mesma ficou encantada e aproveitando-se
disso ele joga o seu feitiço, pois sabemos que todo boto quando não
engravida a moça ele a mata, e foi assim que aconteceu com a linda
índia, o boto a matou. A aldeia se fechou em luto e todos choraram a
grande perda.
E agora o que faremos, pois sem a índia
Tainara a aldeia corre risco de acabar, pois a índia era que nem uma
espécie de mãe para todos. A tribo vendo o perigo que estavam passando
resolveu ir até a aldeia dos Caxuianas chamar o maior curandeiro de
todas as tribos mais conhecido como Pajé, que vem para tentar
ressuscitar a índia Tainara.
E ele começa a cura, onde por meio de muito sacrifício e muita pajelança parece que ele está conseguindo.
E conseguiu gente ele conseguiu ressuscitar a índia guerreira da tribo dos Pauxis.
Agora a paz e a alegria voltam a essa aldeia e todos dançam para festejar a vitória.
Fonte: Museu Integrado de Óbidos
www.chupaosso.com.br
José Deolindo - Caiçara
"Curuçambá" é a nova poesia de Deolindo Albuquerque (Caiçara)
CURUÇAMBÁ
Igarapé, límpidas águas correntes
Gentil fonte natural
Amado por tua gente
Reinas firme e sem rival.
A natureza te fez lindo
Para o homem te contemplar
Estarás sempre sorrindo
Com escuridão ou luar
Unidos todo teu povo
Risonho a te preservar.
Urgente agora e sempre
Çontigo possa contar
Ambiente hospitaleiro
Me sinto honrado em te ter
Balneário és por inteiro
Amado bom de se ver.
Governo lança programa de melhoramento genético da pecuária paraense
Na
oportunidade, será realizada a reunião do Conselho do Agronegócio do
Estado do Pará (Consagro-PA) e a reunião do Conselho Consultivo do
Projeto Pecuária Verde, que tem apoio do Fundo Vale. Ainda será assinado
um protocolo de intenções com o objetivo de promover o desenvolvimento
da silvicultura e um termo de cooperação com o objetivo de fortalecer o
projeto Farmaviva, de incentivo ao uso de plantas medicinais e
fitoterápicos no Estado a partir da implantação de um laboratório de
fitoterápicos em Paragominas. O secretário Hildegardo Nunes representará
o governador nesses eventos.
Durante
a reunião ordinária da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva da Pecuária
de Corte do Consagro-PA, no dia 17, será lançado o Programa da
Modernização e Melhoramento Genético da Pecuária Paraense, numa ampla
parceria com associações de criadores de zebus e bubalinos, Federação da
Agricultura do Estado do Pará (Faepa) e do Sindicato dos Produtores
Rurais de Paragominas. “O objetivo é nós termos plantéis de alta
qualidade genética que possam ser multiplicados para que isso chegue ao
produtor, particularmente ao pequeno e médio produtores”, explicou
Hildegardo Nunes.
A
reunião do Conselho Consultivo do Projeto Pecuária Verde, na tarde
desta sexta-feira (10), terá a participação de representantes do Fundo
Vale e dos consultores técnicos do projeto, professores Mateus Paranhos,
Moacyr Corsi e Ricardo Ribeiro, especialistas nas áreas de manejo e
recomposição de reserva legal, que estão monitorando as propriedades que
participam do projeto, considerado exemplo para a redução de impactos
ambientais das atividades produtivas e recuperação de áreas degradadas.
O
protocolo de intenções para o desenvolvimento da silvicultura, que será
assinado também nesta sexta-feira, envolve a Secretaria de Estado de
Agricultura (Sagri), que representa o Governo do Estado, a Prefeitura de
Paragominas, Embrapa, Ufra e empresas de reflorestamento. A Sagri
espera “fortalecer a pesquisa para desenvolver sistemas de produção
adequados à nossa realidade”, segundo o secretário. O Governo do Estado,
por meio da Sagri, vai dar o suporte logístico e apoio financeiro para o
desenvolvimento desses trabalhos.
O
termo de cooperação do Farmaviva será assinado entre a Prefeitura de
Paragominas e a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação e
tem o apoio da Sagri, que foca nos agricultores familiares que vão
produzir essa matéria prima a sua atenção.
FONTE: Agência Pará
Ribeirinhos de Oriximiná receberão crédito emergencial
O escritório local da Empresa de Assistência Técnica e
Extensão Rural do Estado do Pará (Emater) em Oriximiná, no Baixo
Amazonas, está mobilizando ribeirinhos atingidos pela cheia do rio
Trombetas para acionarem o Crédito Emergencial do Programa Nacional de
Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).
Desde o fim de junho, quando o município já se encontrava sob decreto de estado de emergência, a equipe extensionista vem promovendo reuniões com moradores do Baixo Trombetas, Médio Trombetas, Rio Cachoeiri, Lago do Sapucaré e Igarapé Nhamundá. Nessas regiões, cerca de 200 famílias, de 21 comunidades, perderam plantações e estruturas produtivas. Algumas precisaram abandonar suas casas.
“A enchente deste ano foi uma das piores de toda a história de Oriximiná. Foram cerca de quatro meses com gente sem conseguir produzir nas áreas de várzea”, diz o chefe do escritório local da Emater, o engenheiro de pesca Eder Maia. Os agricultores trabalham com hortaliças, mandioca, pecuária e criação de galinhas e porcos. Os recursos, a serem liberados pelo Banco da Amazônia, irão variar de R$ 2,5 mil a R$ 12 mil e serão aplicados principalmente na reconstrução de currais, marombas e de balcões para horticultura. Parte do dinheiro também poderá ser usado na recuperação das residências. A previsão da Emater é que os contratos comecem a ser assinados em outubro.
Texto:
Aline Miranda - Emater
Fone: (91) 3256-5410 /
Email: ascomematerpara@gmail.com
Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural
Rod. BR 316, Km 13 S/N. Marituba-PA. CEP: 67105-970
Fone: (91) 3256-1931
Site: www.emater.pa.gov.br Email: presidencia@emater.pa.gov.br
Desde o fim de junho, quando o município já se encontrava sob decreto de estado de emergência, a equipe extensionista vem promovendo reuniões com moradores do Baixo Trombetas, Médio Trombetas, Rio Cachoeiri, Lago do Sapucaré e Igarapé Nhamundá. Nessas regiões, cerca de 200 famílias, de 21 comunidades, perderam plantações e estruturas produtivas. Algumas precisaram abandonar suas casas.
“A enchente deste ano foi uma das piores de toda a história de Oriximiná. Foram cerca de quatro meses com gente sem conseguir produzir nas áreas de várzea”, diz o chefe do escritório local da Emater, o engenheiro de pesca Eder Maia. Os agricultores trabalham com hortaliças, mandioca, pecuária e criação de galinhas e porcos. Os recursos, a serem liberados pelo Banco da Amazônia, irão variar de R$ 2,5 mil a R$ 12 mil e serão aplicados principalmente na reconstrução de currais, marombas e de balcões para horticultura. Parte do dinheiro também poderá ser usado na recuperação das residências. A previsão da Emater é que os contratos comecem a ser assinados em outubro.
Texto:
Aline Miranda - Emater
Fone: (91) 3256-5410 /
Email: ascomematerpara@gmail.com
Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural
Rod. BR 316, Km 13 S/N. Marituba-PA. CEP: 67105-970
Fone: (91) 3256-1931
Site: www.emater.pa.gov.br Email: presidencia@emater.pa.gov.br
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
Após fracasso na negociação. ACEJ voltará reunir com empresários, Alcoa e Compacta
09/08/2012 22:51
A
presidenta da Associação Comercial e Empresarial de Juruti, Olívia
Ramos, estará na tarde desta sexta-feira, 10, reunindo com a diretoria
da Alcoa e Compacta para tentar achar uma solução para os problemas dos
débitos que a empreiteira Compacta tem no comércio de Juruti. Após a
reunião com a Alcoa, a diretoria da Acej estará se reunindo com os
empresários de Juruti onde discutirão como irão proceder judicialmente
contra a Compacta.
Na ultima segunda-feira, 06, a diretoria da Acej reuniu com os empresários de Juruti que tem receitas a receber da Compacta, onde ficou decidido que, antes de eles entrarem na justiça contra a empreiteira, querem saber o real posicionamento da mineradora Alcoa, principal fonte financeira da Compacta. A reunião deverá acontecer no final da tarde dessa sexta no escritório da Alcoa, que contará com a presença da diretoria da mineradora, o diretor da Compacta, um representante dos empresários e a presidenta da Acej.
Olívia Ramos, presidente da Acej, em entrevista exclusiva ao portal Agora Juruti, disse que os acordos feitos entre os empresários e a Compacta foram todos sem sucesso, porque a empresa não vem cumprindo com o combinado. Olívia reclama que a mineradora Alcoa também não vem honrando com o acordo que firmou para tentar solucionar o problema dos débitos da Compacta no comércio de Juruti. Segundo Olívia Ramos, ficou acordado que a empresa Compacta no momento que recebesse valores referentes a trabalhos realizados para Alcoa recomendados pela Acej, deveria informar para a Associação Comercial explicando o destino dos valores sem afetar o seu movimento, mas isso não está acontecendo. “Os fornecedores estão tendo cada vez mais prejuízos, pagando juros, e a gente sem informação do que acontece”, disse Olívia, alegando que recebe pressão dos empresários para que a Acej tente encontrar uma solução para o caso e ela, como presidenta, está deixando de fazer muitas coisas importantes frente a associação para tratar sobre o caso dos débitos da Compacta junto as empresas de Juruti. “No retorno das atividades da associação em agosto, fomos procurados pelos fornecedores que a Compacta deve, eles alegaram que, tentaram acordo com a empresa como foram orientados por nós, mas todas as negociações foram sem sucesso”, enfatizou.
Olívia falou que a Acej sugeriu a Alcoa através de uma carta de recomendação que continuasse dando trabalho para a Compacta, para que ela pudesse pagar seus fornecedores e funcionários sem dar ‘calote’ no comércio local, em troca disso, Henrique Borba, diretor da Compacta se comprometia em manter a Acej informada sobre os valores que recebesse da Alcoa, mas isso não está acontecendo, “a Compacta só informou de um repasse no valor de R$ 52 mil e não vem pagando os fornecedores”, disse a presidenta, acrescentando que “foram 40 dias sem nenhum contato nem da Compacta nem da Alcoa, a associação comercial que é representante desses fornecedores não sabe o montante recebido, quem ele pagou, quem ele não pagou, quem ele pretende pagar, ele (Henrique) apresentou para Alcoa um plano de recuperação e ninguém sabe se está sendo executado ou não. O que a gente espera é um respeito muito maior pela classe empresarial, pois somos uma classe trabalhadora e geramos empregos e renda para o município e que a contratada (Compacta) e a contratante (Alcoa) há de assumir suas responsabilidades e que a gente tenha essa situação resolvida ainda este mês. Está impossível o empresário esperar mais tempo, enquanto o capital dele está lá na Compacta que fez o que bem quis com o dinheiro”, falou Olívia, alegando ainda que a Alcoa está dando pouca importância para o caso.
A presidenta da Acej disse que espera mais empenho da Alcoa e maior transparência nessa negociação, não deixando a Acej de fora das reuniões ou mesmo sem nenhuma informação, “o Sr. Henrique Borba alega que parte dessa crise que a Compacta entrou é de responsabilidade da Alcoa, por não ter cumprido as datas do contrato em 2011. Por Alcoa ter tirado o contrato no momento em que ele (Henrique) não estava esperando e por não ter uma administração preparada para prever esses riscos, a Compacta tinha que manter centenas de funcionários sem serviço praticamente aí despencou na crise”, salientou Olívia, alegando que se a Alcoa reúne com a Compacta sobre esse assunto não comunica a Acej.
EMPRESÁRIOS - Diversos empresários de Juruti se sentem enganados tanto pela Compacta como pela Alcoa, por não tomar uma posição firme e que possa resolver a questão dos pagamentos dos fornecedores.
Para um dos empresários credor da Compacta, que pediu para não ser identificado, a Alcoa tem responsabilidade nessa situação e que pode haver algum tipo de favorecimento a Compacta dentro da Alcoa, pois segundo ele, um cheque da Compacta que havia sido devolvido pela primeira vez em Juruti, foi dado entrada pela segunda vez na cidade de Oriximiná, na agencia que a Compacta recebia da Alcoa os valores e no dia do pagamento, mesmo assim o cheque apareceu como sem fundo. “Nós colocamos gente monitorando o dia que a Alcoa ia pagar para dar entrada no cheque naquele dia, o dinheiro caiu, daria pra cobri o cheque mas foi pra um, pra outro e o cheque voltou”, falou o empresário.
Esse empresário diz que a Compacta deve R$ 180 mil desde dezembro de 2011, e que, por conta dessa dívida está enfrentando vários problemas com seus fornecedores porque atrasou pagamento. “Nós tiramos nosso capital para dar crédito a Compacta, esperamos por uma coisa que não veio e acabamos não honrando nossos compromissos com nossos fornecedores, passou a atrasar alguns pagamentos nossos e algumas portas se fecharam para nós” disse o empresário, complementando que “ele (diretor da Compacta) me fez uma proposta indecente, propondo que eu comprasse a fazenda dele mas descontasse apenas 10% do valor da dívida dele, o restante eu teria que pagar em dinheiro pra ele, o que eu não aceitei por ser uma falta de respeito comigo”, finalizou o empresário.
Diversos empresários de Juruti, que tem dinheiro para receber da Compacta preferem não se manifestar publicamente, mas todos reclamam da mesma situação dizendo que atualmente a Compacta não compra mais com eles e compra de novos fornecedores, pagando em dinheiro.
ALCOA – A reportagem do Agora Juruti entrou em contato com a assessoria de comunicação da Alcoa para se manifestar sobre assunto. Em nota a Alcoa afirma que acompanha o Plano de Recuperação implementado pela empresa Compacta, um de seus prestadores de serviço, visando sanar suas dívidas com funcionários e fornecedores locais. “Nosso papel tem sido principalmente o de mediar as negociações, contribuindo, desta forma, para a melhor resolução do problema, que é de responsabilidade da Compacta”, cita a nota, completando que “Estamos cumprindo rigorosamente tudo que foi acordado com a Associação Comercial e Empresarial de Juruti (ACEJ). Reflexo disso é a reunião previamente agendada para amanhã, 10 de agosto”.
A mineradora ressalta que a diretoria da Alcoa acompanha todas as questões referentes à Juruti, mas esta situação diz respeito à unidade local, e está sendo tratada pela equipe da Companhia no município.
“A Alcoa reforça seu compromisso com o fortalecimento do empresariado local, por meio do apoio a programas como a Rede de Desenvolvimento de Fornecedores, da Federação das Indústrias do Estado do Pará, e o Selo de Qualidade, implantado em Juruti em parceria com a ACEJ”, finaliza.
Na ultima segunda-feira, 06, a diretoria da Acej reuniu com os empresários de Juruti que tem receitas a receber da Compacta, onde ficou decidido que, antes de eles entrarem na justiça contra a empreiteira, querem saber o real posicionamento da mineradora Alcoa, principal fonte financeira da Compacta. A reunião deverá acontecer no final da tarde dessa sexta no escritório da Alcoa, que contará com a presença da diretoria da mineradora, o diretor da Compacta, um representante dos empresários e a presidenta da Acej.
Olívia Ramos, presidente da Acej, em entrevista exclusiva ao portal Agora Juruti, disse que os acordos feitos entre os empresários e a Compacta foram todos sem sucesso, porque a empresa não vem cumprindo com o combinado. Olívia reclama que a mineradora Alcoa também não vem honrando com o acordo que firmou para tentar solucionar o problema dos débitos da Compacta no comércio de Juruti. Segundo Olívia Ramos, ficou acordado que a empresa Compacta no momento que recebesse valores referentes a trabalhos realizados para Alcoa recomendados pela Acej, deveria informar para a Associação Comercial explicando o destino dos valores sem afetar o seu movimento, mas isso não está acontecendo. “Os fornecedores estão tendo cada vez mais prejuízos, pagando juros, e a gente sem informação do que acontece”, disse Olívia, alegando que recebe pressão dos empresários para que a Acej tente encontrar uma solução para o caso e ela, como presidenta, está deixando de fazer muitas coisas importantes frente a associação para tratar sobre o caso dos débitos da Compacta junto as empresas de Juruti. “No retorno das atividades da associação em agosto, fomos procurados pelos fornecedores que a Compacta deve, eles alegaram que, tentaram acordo com a empresa como foram orientados por nós, mas todas as negociações foram sem sucesso”, enfatizou.
Olívia falou que a Acej sugeriu a Alcoa através de uma carta de recomendação que continuasse dando trabalho para a Compacta, para que ela pudesse pagar seus fornecedores e funcionários sem dar ‘calote’ no comércio local, em troca disso, Henrique Borba, diretor da Compacta se comprometia em manter a Acej informada sobre os valores que recebesse da Alcoa, mas isso não está acontecendo, “a Compacta só informou de um repasse no valor de R$ 52 mil e não vem pagando os fornecedores”, disse a presidenta, acrescentando que “foram 40 dias sem nenhum contato nem da Compacta nem da Alcoa, a associação comercial que é representante desses fornecedores não sabe o montante recebido, quem ele pagou, quem ele não pagou, quem ele pretende pagar, ele (Henrique) apresentou para Alcoa um plano de recuperação e ninguém sabe se está sendo executado ou não. O que a gente espera é um respeito muito maior pela classe empresarial, pois somos uma classe trabalhadora e geramos empregos e renda para o município e que a contratada (Compacta) e a contratante (Alcoa) há de assumir suas responsabilidades e que a gente tenha essa situação resolvida ainda este mês. Está impossível o empresário esperar mais tempo, enquanto o capital dele está lá na Compacta que fez o que bem quis com o dinheiro”, falou Olívia, alegando ainda que a Alcoa está dando pouca importância para o caso.
A presidenta da Acej disse que espera mais empenho da Alcoa e maior transparência nessa negociação, não deixando a Acej de fora das reuniões ou mesmo sem nenhuma informação, “o Sr. Henrique Borba alega que parte dessa crise que a Compacta entrou é de responsabilidade da Alcoa, por não ter cumprido as datas do contrato em 2011. Por Alcoa ter tirado o contrato no momento em que ele (Henrique) não estava esperando e por não ter uma administração preparada para prever esses riscos, a Compacta tinha que manter centenas de funcionários sem serviço praticamente aí despencou na crise”, salientou Olívia, alegando que se a Alcoa reúne com a Compacta sobre esse assunto não comunica a Acej.
EMPRESÁRIOS - Diversos empresários de Juruti se sentem enganados tanto pela Compacta como pela Alcoa, por não tomar uma posição firme e que possa resolver a questão dos pagamentos dos fornecedores.
Para um dos empresários credor da Compacta, que pediu para não ser identificado, a Alcoa tem responsabilidade nessa situação e que pode haver algum tipo de favorecimento a Compacta dentro da Alcoa, pois segundo ele, um cheque da Compacta que havia sido devolvido pela primeira vez em Juruti, foi dado entrada pela segunda vez na cidade de Oriximiná, na agencia que a Compacta recebia da Alcoa os valores e no dia do pagamento, mesmo assim o cheque apareceu como sem fundo. “Nós colocamos gente monitorando o dia que a Alcoa ia pagar para dar entrada no cheque naquele dia, o dinheiro caiu, daria pra cobri o cheque mas foi pra um, pra outro e o cheque voltou”, falou o empresário.
Esse empresário diz que a Compacta deve R$ 180 mil desde dezembro de 2011, e que, por conta dessa dívida está enfrentando vários problemas com seus fornecedores porque atrasou pagamento. “Nós tiramos nosso capital para dar crédito a Compacta, esperamos por uma coisa que não veio e acabamos não honrando nossos compromissos com nossos fornecedores, passou a atrasar alguns pagamentos nossos e algumas portas se fecharam para nós” disse o empresário, complementando que “ele (diretor da Compacta) me fez uma proposta indecente, propondo que eu comprasse a fazenda dele mas descontasse apenas 10% do valor da dívida dele, o restante eu teria que pagar em dinheiro pra ele, o que eu não aceitei por ser uma falta de respeito comigo”, finalizou o empresário.
Diversos empresários de Juruti, que tem dinheiro para receber da Compacta preferem não se manifestar publicamente, mas todos reclamam da mesma situação dizendo que atualmente a Compacta não compra mais com eles e compra de novos fornecedores, pagando em dinheiro.
ALCOA – A reportagem do Agora Juruti entrou em contato com a assessoria de comunicação da Alcoa para se manifestar sobre assunto. Em nota a Alcoa afirma que acompanha o Plano de Recuperação implementado pela empresa Compacta, um de seus prestadores de serviço, visando sanar suas dívidas com funcionários e fornecedores locais. “Nosso papel tem sido principalmente o de mediar as negociações, contribuindo, desta forma, para a melhor resolução do problema, que é de responsabilidade da Compacta”, cita a nota, completando que “Estamos cumprindo rigorosamente tudo que foi acordado com a Associação Comercial e Empresarial de Juruti (ACEJ). Reflexo disso é a reunião previamente agendada para amanhã, 10 de agosto”.
A mineradora ressalta que a diretoria da Alcoa acompanha todas as questões referentes à Juruti, mas esta situação diz respeito à unidade local, e está sendo tratada pela equipe da Companhia no município.
“A Alcoa reforça seu compromisso com o fortalecimento do empresariado local, por meio do apoio a programas como a Rede de Desenvolvimento de Fornecedores, da Federação das Indústrias do Estado do Pará, e o Selo de Qualidade, implantado em Juruti em parceria com a ACEJ”, finaliza.
Leia mais: http://www.agorajuruti.com/news/apos-fracasso-na-negocia%c3%a7%c3%a3o-acej-voltara-reunir-com-empresarios%2c-alcoa-e-compacta/
INSS MANDARÁ CARTA PARA QUEM TEM DIREITO A REVISÃO DE BENEFÍCIOS POR INCAPACIDADE
Os segurados no Instituto Nacional do Seguro Social
(INSS) que recebem benefícios por incapacidade (aposentadoria por
invalidez, auxílio-doença
e pensão por morte) não devem procurar as Agências da Previdência
Social para solicitar a revisão determinada pela Justiça (Ação Civil
Publica nº 0002320-59.5012.403.6183/SP).
Também não devem procurar o atendimento eletrônico do
Instituto, pois os procedimentos para aqueles que fazem jus à revisão
serão automáticos.
Os segurados que têm direito ao reajuste ou a valores atrasados receberão uma carta em suas residências informando a data e o valor a ser pago. O INSS ainda está estudando o prazo para o envio dessas cartas, que ocorrerá provavelmente a partir de janeiro de 2013.
Quem tem direito
Os segurados que têm direito ao reajuste ou a valores atrasados receberão uma carta em suas residências informando a data e o valor a ser pago. O INSS ainda está estudando o prazo para o envio dessas cartas, que ocorrerá provavelmente a partir de janeiro de 2013.
Quem tem direito
Os beneficiários que têm direito à revisão são
aqueles cujos benefícios por incapacidade foram concedidos entre 1999 e
2009. É que, na época, o valor dos benefícios foi calculado levando em
conta 100% dos salários de contribuição, quando o certo seria 80% dos
maiores salários de contribuição, ou seja, foram considerados os 20% menores salários de contribuição.
Essa forma de calcular o valor do benefício prejudicou alguns segurados, principalmente aqueles que tinham menos de 144 contribuições de julho de 1994 à data da concessão do benefício.
Essa forma de calcular o valor do benefício prejudicou alguns segurados, principalmente aqueles que tinham menos de 144 contribuições de julho de 1994 à data da concessão do benefício.
FONTE: http://www.normaslegais.com.br/trab/1previdenciaria080812.htm
Óbidos e seu cenário natural
Numa
cidade pequena como Óbidos, com pouco mais de 24 mil habitantes, as
cenas do cotidiano são simples e ao mesmo tempo belas. A simplicidade de
sua gente e a beleza da natureza entram em harmonia e fazem do lugar um
cenário vislumbrante.
Como
vemos num gesto de pescar, onde o casal joga a tarrafa no lago em busca
de seu alimento, diante de uma das mais belas paisagens da cidade, o
Laguinho e a Serra da Escama. Privilégio de poucos.
Em outra cena do cotidiano obidense,
podemos ver o nascer do sol que surge por detrás da Serra, visto do
complexo do antigo quartel. Esse privilégio é pros que caminham logo
pela manhã e os que saem bem cedo pro trabalho. Um espetáculo da
natureza e um presente de Deus para os Pauxiaras.(Fotos: Mauro Pantoja).A OAB-SANTARÉM lançou Nota Pública de apoio à Vara Trabalhista de Óbidos
NOTA PÚBLICA DE APOIO À VARA DO TRABALHO DE ÓBIDOS
A Diretoria da Subseção da OAB de Santarém, ad referendum do
Conselho Subsecional, tendo em vista notícia divulgada de que o e. TRT
da 8ª Região teria transferido abruptamente e sem motivo justificado a
Vara do Trabalho de Óbidos para a cidade de Altamira, vem de público
pedir o apoio de todas as instituições públicas, da sociedade
organizada, dirigentes políticos, parlamentares em geral, organizações
não governamentais e da sociedade em geral, para reivindicar ao TRT da
8ª Região que seja mantida a Vara do Trabalho de Óbidos, em vista dos
benefícios que produz aos jurisdicionados, destinatários dos serviços
judiciários. Com toda certeza o e. TRT da 8ª Região encontrará outra
alternativa para atender os jurisdicionados de Altamira, que também
necessitam de uma Justiça do Trabalho mais próxima. Contudo, isto jamais
poderá ser feito penalizando todos os jurisdicionados dos Municípios
que são atendidos pela Vara do Trabalho de Óbidos. Os trabalhadores dos
Municípios de Óbidos, Alenquer, Oriximiná, Juruti, Terra Santa, Curuá e
Faro ficarão no abandono, consubstanciando claro e inaceitável
retrocesso social essa insensível medida administrativa do e. TRT da 8ª
Região. A Diretoria da Subseção de Santarém, representando todos os
Advogados desta região já tão prejudicada, abandonada e sem apoio da
Capital (que tudo tem), sente-se no dever de publicamente pedir
reconsideração da equivocada e penalizante decisão tomada pelo e. TRT da
8ª Região. Pede que todos mandem e-mails, fax, telegramas e por
quaisquer outros meios façam pedidos de reconsideração ao e. TRT da 8ª
Região, para que não implemente essa medida injusta e iníqua, para que
não efetive este ato tão negativo e insensível, extremamente gravoso
contra os jurisdicionados e profissionais atendidos em Óbidos, leia-se,
de toda a Região Oeste do Pará. Com certeza não é a demanda de processos
o motivo, visto que a Vara de Óbidos atualmente tem movimento bem
próximo às Varas do Trabalho de Santarém. Isto mais parece
evidenciar/demonstrar que esta região não tem importância para o e. TRT
da 8ª Região, e que pode ser abandonada e descartada, enfim, que a
população desta região tão sofrida e discriminada não necessita dos
serviços importantes da Justiça do Trabalho. Soubemos de fonte segura
que a decisão de transferência da Vara do Trabalho foi feita sem sequer
estar em pauta na sessão administrativa do e. TRT, impedindo que
houvesse prévia manifestação desta Subseção e de todas as forças vivas
desta sofrida, distante e desconsiderada região. Apelamos ao bom senso,
ao espírito público, ao sentimento de justiça da Presidência e
Desembargadores do e. TRT, de modo especial daqueles que conhecem as
dificuldades, as distâncias e problemas desta sacrificada região, para
que revejam e reconsiderem a insuportável decisão tomada, por ser
verdadeiro castigo e retrocesso para toda esta região historicamente
desatendida. Esta manifestação tem apoio total do Conselho Federal da
OAB (e desde já também pedimos publicamente o apoio da OAB Seção do
Pará). É o que solicitamos em caráter de urgência, esperando acolhida,
atendimento e consideração do e. TRT da 8ª Região.
Santarém, Pará, 06 de agosto de 2012.
JOSÉ RICARDO GELLER – Presidente da OAB/STM.
Vara do Trabalho: Pacifica conformação
Leia na integra o Artigo:
Vara do Trabalho: Pacifica conformação
Aucimário Santos
Pleno do Tribunal
Regional do Trabalho da 8ª Região, em sessão ocorrida no último dia
02.08.2012, ao analisar o Processo Administrativo nº 579/2012, que trata
da transferência de uma das Varas do Trabalho de Tucuruí para o Foro
Trabalhista de Macapá, decidiu também pela transferência da Vara do
Trabalho de Óbidos para a cidade de Altamira. Tal fato desencadeou nos
obidenses profunda insatisfação, posto que a retirada da Vara do
Trabalho localizada naquele município significa um grande retrocesso na
prestação jurisdicional trabalhista na região oeste do Estado do Pará,
posto que a partir de então uma das Varas de Santarém é que irá herdar a
jurisdição dos município de Óbidos, Alenquer, Curuá, Faro, Juruti,
Oriximiná e Terra Santa.
Tal fato é
profundamente preocupante quando se visualiza a dimensão e as distâncias
que separam os municípios na região amazônica, que além de exuberante é
grandiosa, assumindo feições continentais, onde os acessos entre suas
cidades são feitos, via de regra, pelo meio fluvial, sabidamente
embaraçoso, inconstante, desconfortável e de alto custo para o
trabalhador pobre, uma realidade desconhecida da maioria dos
desembargadores do Regional, que somente se detiveram à análise fria de
dados estatísticos.
A Vara do Trabalho de
Óbidos assim como o Município possuem localização estratégica e
desempenham na região oeste do Pará papel de destaque e a retirada
daquela do município significa um retrocesso imensurável, posto que os
jurisdicionados voltarão a enfrentar situações vexatórias vividas no
passado onde o valor das reclamações trabalhistas, na maioria das vezes,
ao final, era insuficiente para cobrir os valores gastos com
transporte, hospedagem e alimentação, fato que obstava que o cidadão de
bem tivesse do Estado a justa reparação do que lhe era de direito. Em
outras palavras a Justiça do trabalho que tem como escopo promover a
igualdade na relação Capital X Trabalho, está a torná-la mais difícil,
vez que ao invés de buscar igualar os desiguais, para que estes possam
litigar em igualdade de condições, afasta do hipossuficiente condições
mais favoráveis para que este posta reivindicar seus direitos violados.
Deve, também, se salientar que a
maneira como ocorreu a decisão de transferência causa-nos profunda
estranheza, pela forma como foi feita, sem que fosse respeitado o devido
processo legal, posto que não foi instaurado processo para que fossem
realizados estudos para análise da transferência da Vara de Óbidos.
A discussão era para analisar, como já salientado alhures, a
transferência de uma das Varas de Tucuruí para Macapá, que pasmem
possuía processo próprio devidamente instruído inclusive com parecer do
assessor de gestão estratégica do Tribunal.
Quando das discussões a
respeito do objeto do processo nº 579/2012, surgiu a proposição de se
transferir a Vara de Óbidos, pautado puramente em critérios
estatísticos, tendo em vista a “baixa” movimentação processual da mesma e
na suposição de que com a construção de Belo Monte, a comarca de
Altamira iria ter aumentada sua movimentação processual.
O que causa-nos maior
descontentamento é a informação de que a cidade de Altamira para onde a
Vara foi transferida, registra baixa movimentação processual, fato que
não demandaria a necessidade premente de instalação de uma nova Vara do
Trabalho naquela Região. Ressalto que o que existe de imediato naquela
região é uma mera suposição de aumento de demanda trabalhista por
ocasião da construção da Hidroelétrica de Belo Monte, fato que ainda não
se pode mensurar, posto que eventos futuros são passíveis de alteração e
até mesmo de mudança.
A instalação e a
permanência de uma Vara do Trabalho em determinada localidade depende de
inúmeros fatores que justifiquem sua existência, não pesando única e
exclusivamente o critério estatístico. Há de se levar em conta o
critério histórico, geográfico e principalmente a questão social que
envolve a região. Saliento que o simples fato da existência de uma Vara
Trabalhista na cidade de Óbidos inibe fortemente a violação dos deveres
trabalhistas dos trabalhadores sobre a sua jurisdição.
Necessário se frisar
que se o poder Judiciário se pautar única e exclusivamente em dados
estatísticos, para distribuição de justiça, corre o sério risco de não
se implementar a tão sonhada pacificação dos conflitos sociais, posto
que o que se estará a distribuir será tão somente injustiças, vez que as
relações humanas são muito mais complexas que números colidos pra
simples amostragem.
A decisão vai de
encontro ao princípio constitucional do não retrocesso social. Tal
princípio foi expressamente acolhido pelo ordenamento jurídico
brasileiro através do Pacto de São José da Costa Rica e caracteriza-se
pela impossibilidade de redução dos direitos sociais amparados na
Constituição, garantindo ao cidadão o acúmulo de patrimônio jurídico.
A vedação de
retrocesso social na ordem democrática, especialmente em matéria de
direitos fundamentais sociais, pretende evitar que o legislador
infraconstitucional venha a negar (no todo ou em parte essencial) a
essência da norma constitucional, que buscou tutelar e concretizar um
direito social resguardado em seu texto. A inclusão de tal proibição na
ordem jurídica deu-se para impedir a violação do núcleo essencial do
Texto Magno, e, por conseqüência, a supressão de normas de justiça
social.
Entendo que a
retirada da Vara de Óbidos constitui um retrocesso social imensurável,
tendo em vista que está a se privar a população sujeita à sua jurisdição
do seu constitucional direito à dignidade humana, visto que a partir de
então esta passa a ter obstado seu direito de que o Estado intervenha
para lhe garantir seus direitos sociais. Lembro, ainda, da garantia
constitucional do “acesso à justiça”, que ora se está a se mitigar .
Causa-nos profunda
preocupação a postura adotada pelo Egrégio Tribunal, posto que ao agir
dessa forma, demonstra profundo desrespeito com aquela região e o que é
mais grave abandona à própria sorte sua população sofrida e discriminada
tão carente dos serviços importantes desta Justiça Especializada.
Observa-se que a Ordem dos Advogados do Brasil, através da seccional de
Santarém, manifestou-se contrária a tal decisão, por subsumir que tal
ato ira causar consequências nefastas para o população daquela região,
principalmente pelas peculiaridades a que estão sujeitos os
jurisdicionados abrangidos.
Saliento que até o
presente momento nenhum político que teve votação expressiva no
município para se eleger esboçou qualquer forma de apoio à permanência
da Vara em nosso Município, muito pelo contrário, encontram-se inertes.
Tal postura nos mostra que precisamos urgentemente de políticos
comprometidos com as causas referentes ao nosso torrão. Precisamos
eleger urgentemente um filho da terra que nos represente e
principalmente represente o amor e o orgulho que temos de nossa
sentinela, tão desprestigiada pelos políticos profissionais que somente a
encontram quando necessitados de votos para continuarem sua apagada
atuação legislativa, tão prejudicial à população mais carente.
O mais preocupante
nesse triste episódio, é a pacífica conformação das entidades de classe
de Óbidos, em especial, dos Sindicatos de Trabalhadores – sejam urbanos
ou rurais – porquanto seus filiados serão os maiores prejudicados na
reivindicação de seus direitos.
PARAGOMINAS(PA): EXPOSIÇÃO AGROPECUÁRIA DEVE ATRAIR MAIS DE 200 MIL PESSOAS
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| Imagem da feira realizada em 2011. |
A
novidade deste ano é o lançamento do Programa Cidades Sustentáveis.
Feira
terá exposição, leilões, rodeios e atrações culturais.
Será
realizada a partir do dia 11 de agosto a 46ª edição da Exposição Agropecuária
de Paragominas (Agropec), no Parque de Exposições Amílcar Tocantins. A
organização do evento estima que cerca de 230 mil pessoas devem passar pelo
evento, que reúne exposição, leilões, rodeios, parque de diversão para
crianças, escolha de miss, entre outras atrações.
Tradição
na maioria das feiras agropecuárias, o ponto de partida da exposição será a
cavalgada, que em 2011 movimentou mais de 2 mil participantes em direção ao
local do evento. Para animar a feira, a dupla Maria Cecília e Rodolfo abrirá a
exposição. Outros shows previstos são da Banda Calypso e João Bosco e Vinícius.
Serão
nove dias de feira, onde expositores de vários estados aproveitam o momento
também para comercializarem seus planteis de gado de elite, cavalos e
tecnologias agrícolas. Com 230 stands, o Sindicato dos Produtores Rurais de
Paragominas (SPRP) busca ultrapassar os R$ 18 milhões, valor movimentado nos
negócios realizados na feira de 2011.
Ainda
na programação, palestras abordarão assuntos diversos, como nutrição animal,
agricultura familiar, Programa de Agricultura de Baixo Carbono e genética. Um
stand do projeto Pecuária Verde mostrará as conquistas feitas para a economia
agropecuária do município.
O
projeto envolve seis produtores de pecuária de corte que focam seus trabalhos
no aumento da produção baseados na linha da sustentabilidade. No evento, eles
mostrarão quais foram os êxitos do projeto ao longo de um ano de existência e
como é possível promover o crescimento da atividade sem desmatar novas áreas.
Cidades Sustentáveis
A
novidade deste ano é o lançamento do Programa Cidades Sustentáveis. A ideia do
programa é oferecer uma carta compromisso para representantes dos municípios e
candidatos às eleições para adoção dos eixos sustentáveis e mostrar que a
sustentabilidade não engessa a economia de um município.
Além
da prefeitura de Paragominas, o Cidades Sustentáveis recebe ainda o apoio de
instituições como o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon),
Observatório Social de Belém e Ministério Público Federal.
MARINHA LANÇA EDITAIS PARA CONCURSOS PÚBLICOS NO AMAZONAS
Os
interessados poderão realizar a inscrição através do site da DEnsM
www.ingressonamarinha.mar.mil.br ou em um dos Postos de Inscrição da Marinha,
no período de 08 de agosto a 03 de setembro de 2012. O valor da inscrição é R$
45,00
A
Diretoria de Ensino da Marinha (DEnsM) lança mais dois Editais para os
Concursos Públicos de Nível Superior 2012. São 72 vagas para o Corpo de
Engenheiros, em diversas áreas, e duas para o Quadro de Capelães Navais.
Os
interessados poderão realizar a inscrição através do site da DEnsM
www.ingressonamarinha.mar.mil.br ou em um dos Postos de Inscrição da Marinha,
no período de 08 de agosto a 03 de setembro de 2012. O valor da inscrição é R$
45,00.
Na
primeira fase do Processo Seletivo, os candidatos farão provas de Conhecimentos
Profissionais e de Redação. Aqueles que se inscreverem para o Corpo de
Engenheiros também realizarão prova de tradução de Texto em Inglês Técnico.
Aqueles
que forem classificados em todas as etapas do processo passarão por um Curso de
Formação de Oficiais (CFO), no Centro de Instrução Almirante Wandenkolk (CIAW),
na cidade do Rio de Janeiro, no período de 39 semanas. Durante o curso, no
posto de Guarda-Marinha (GM), os alunos terão vencimentos mensais, alimentação,
alojamento, auxílio-fardamento e assistência médica-odontológica. Após
aprovação serão nomeados Oficiais da Marinha do Brasil, no posto de
primeiro-tenente.
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