Na próxima terça-feira (12), acontece em Belém
a abertura do IV Encontro Internacional de Ecomuseus e Museus
Comunitários (Eiemc). Representantes de dezenove estados brasileiros e
de países da Europa e América estarão presentes no evento para discutir
sobre a preservação e a recuperação do patrimônio cultural e natural na
Amazônia, com maior atenção para as regiões de Outeiro, Cotijuba,
Mosqueiro e Icoaraci.
A conferência de abertura, “A Sustentabilidade e a Responsabilidade do Homem com a Preservação do Patrimônio”, será feita pelo teólogo Leonardo Boff.
Uma das atrações do IV Eiemc será a presença do criador do
conceito de “ecomuseu”, o consultor francês Hugues de Varine. Durante o
encontro ele fará o lançamento de seu livro “Raízes do Futuro”.
O IV Eiemc é uma realização conjunta da Prefeitura Municipal
de Belém, Secretaria Municipal de Educação, Fundação Escola Bosque
Professor Eidorfe Moreira (Funbosque), Ecomuseu da Amazônia, Associação
Brasileira de Ecomuseus e Museus Comunitários (Abremc) e Núcleo de
Orientação e Pesquisa Histórica de Santa Cruz (RJ). O evento conta ainda
com o apoio da Embrapa, Universidade Federal do Pará (UFPA) e Instituto
Brasileiro de Museus.
Serviço: o IV Eiemc acontece entre os dias 12 e 16 de junho. A
solenidade de abertura do IV Eiemc será na terça-feira (12), às 9h, no
Centro de Eventos Benedito Nunes, na Universidade Federal do Pará. (DOL,
com informações da Ascom/Funbosque)
Fique ligado em tudo o que acontece em nossa região (www.oriximinaeregiao.blogspot.com)
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sábado, 9 de junho de 2012
Cesupa divulgou listão com 560 aprovados
O Centro Universitário do Estado do Pará (Cesupa)
divulgou ontem pela manhã a lista com o nome dos 560 candidatos
aprovados no processo seletivo. Realizada no último domingo (03), a
prova testou o conhecimento de cerca de 1.800 inscritos na disputa por vagas em 11 cursos de graduação.
Os cursos mais concorridos foram Direito, com 11,34 candidatos por vaga, Fisioterapia, com 8,47, e Engenharia de Produção, com 4,30.
Aluna do curso de Publicidade e Propaganda, Thamires Cardoso aproveitou a ida à instituição para conferir se o namorado havia passado. E não escondeu a felicidade quando viu o nome no listão. “Ele fez mais como treino, porque deve começar só no ano que vem, mas é uma notícia muito boa. Ficamos felizes”, afirmou.
MATRÍCULA
O edital de convocação para matrícula já está no site do Cesupa (ww.cesupa.br). Para efetivar o ingresso no ensino superior, o estudante precisa ter concluído o ensino médio e apresentar todos os documentos exigidos, que incluem histórico escolar, certidão de nascimento, carteira de identidade, comprovante eleitoral, CPF e comprovante de residência.
A matrícula ocorrerá em duas etapas, a pré-matrícula online, já aberta no site, e a matrícula presencial, no dia 13 de junho, das 9h às 19h, na unidade José Malcher. O início das aulas do 2º semestre será no dia 06 de agosto.
ATENÇÃO
O edital de convocação para matrícula já está publicado no site do Cesupa (www.cesupa.br).
(Diário do Pará)
Os cursos mais concorridos foram Direito, com 11,34 candidatos por vaga, Fisioterapia, com 8,47, e Engenharia de Produção, com 4,30.
Aluna do curso de Publicidade e Propaganda, Thamires Cardoso aproveitou a ida à instituição para conferir se o namorado havia passado. E não escondeu a felicidade quando viu o nome no listão. “Ele fez mais como treino, porque deve começar só no ano que vem, mas é uma notícia muito boa. Ficamos felizes”, afirmou.
MATRÍCULA
O edital de convocação para matrícula já está no site do Cesupa (ww.cesupa.br). Para efetivar o ingresso no ensino superior, o estudante precisa ter concluído o ensino médio e apresentar todos os documentos exigidos, que incluem histórico escolar, certidão de nascimento, carteira de identidade, comprovante eleitoral, CPF e comprovante de residência.
A matrícula ocorrerá em duas etapas, a pré-matrícula online, já aberta no site, e a matrícula presencial, no dia 13 de junho, das 9h às 19h, na unidade José Malcher. O início das aulas do 2º semestre será no dia 06 de agosto.
ATENÇÃO
O edital de convocação para matrícula já está publicado no site do Cesupa (www.cesupa.br).
(Diário do Pará)
Brasil encara a seleção de Messi neste sábado
(Foto: Mowa Press)
Por outro lado, uma derrota, que seria a segunda consecutiva (no último domingo o time perdeu para o México, em Dallas), acabará de vez com o crédito acumulado nas vitórias sobre Dinamarca e Estados Unidos e deixará o técnico em situação bastante delicada, para dizer o mínimo.
Contra um adversário poderoso, que conta com o melhor jogador do planeta, os garotos da equipe sub-23 do Brasil terão um teste de fogo. Eles precisam mostrar que aprenderam as lições da derrota para os mexicanos, jogo em que a seleção foi detida por uma defesa muito bem montada e deu bastante espaço para os contra-ataques do México. E um jogador em especial será observado com uma lupa pela torcida brasileira: Neymar. O craque do time, aquele de quem se espera jogadas geniais e muitos gols, negou fogo no último jogo e precisa se redimir.
Ainda sem uma vitória sobre uma grande seleção desde que assumiu o cargo, em agosto de 2010 (no triunfo sobre a Argentina no ano passado, em Belém, o time adversário estava sem seus melhores jogadores), Mano Menezes sabe que o tom das críticas a ele subirão muito em caso de derrota. Até por isso, ele se preparou para anular os principais pontos fortes do time argentino especialmente Lionel Messi, é claro. O treinador, no entanto, descartou fazer marcação individual sobre o melhor jogador do mundo eleito pela Fifa. “Vamos marcá-lo por zona porque acreditamos que é a melhor maneira de marcá-lo”, falou o treinador.
É pouco provável que Mano Menezes conte com Thiago Silva, vítima de dor no joelho direito. Bruno Uvini está pronto para substituí-lo, mas a entrada do garoto do São Paulo na zaga poderá provocar outra mudança na equipe. Por não confiar completamente em uma dupla formada por dois jogadores que até o ano passado jogavam na seleção sub-20 (Bruno Uvini e Juan), o treinador pode tirar um dos atacantes para escalar mais alguém no meio de campo. Nesse caso, provavelmente Hulk sairia do time para a entrada de Casemiro, que jogaria ao lado de Sandro e Rômulo.
Casa do New York Giants, time de futebol americano, o estádio MetLite receberá 80 mil pessoas neste sábado, apesar de o clássico ser ignorado pela imprensa norte-americana. (Agência Estado)
Feirão: 15 mil imóveis e o sonho da casa própria
Muitas pessoas foram ao Hangar já no primeiro dia de feirão (Foto: Ney Marcondes)
Ainda a caminho do estande da primeira construtora que a interessou, Edilena explica à vendedora o que foi buscar no feirão, que oferece, neste ano, 15 mil imóveis. “O que eu quero é o que couber no meu bolso”, explica, sem muita cerimônia. “Eu quero mesmo é uma casa pra morar com meu filho e minha mãe, mas se não der, posso ver um apartamento. Eu espero sair daqui, hoje, com isso resolvido”.
A intenção da pequena empresária é a mesma de muitos que procuraram o evento no seu primeiro dia de realização. Um dos primeiros da fila que se formou do lado de fora do Hangar Centro de Convenções e Feiras da Amazônia - onde está acontecendo o Feirão - antes da liberação da entrada, o comerciante Ivanil Ribeiro tratou de resolver o seu problema de moradia de forma definitiva. Diferente de muitos, o interesse de Ivanil não estava tanto nos imóveis oferecidos nos estandes. “Eu já vim para cá com um imóvel em vista. É um apartamento usado”.
O imóvel em questão já é o abrigo da família há algum tempo. Ivanil viu no Feirão a oportunidade de negociar o esperado financiamento. “Viemos bem cedo para resolver isso. E esperamos conseguir negociar tudo”, afirma. “Tem muitas ofertas boas aqui. Tem muito imóvel, mas o nosso objetivo já está traçado. Só queremos o financiamento”.
VISITANTES
Segundo o gerente regional da Caixa Econômica Federal, João Cláudio Guimarães, o maior interesse dos visitantes do feirão pelas facilidades das taxas apresentadas pelo banco já são esperadas. Segundo ele, além do aumento percebido ano a ano no número de visitantes, em 2012, há a expectativa de um crescimento ainda maior, em decorrência das baixas nos juros praticados pela Caixa. “Houve a diminuição da taxa de juros há 30 dias e recentemente para o feirão, então, esperamos um número muito maior de pessoas com relação ao ano passado, quando recebemos mais de 32 mil pessoas”, disse, ao informar que algumas taxas de juros chegaram a cair em mais de 20%.
“Esse feirão se marca pela baixa da taxa de juros e, agora, com o feirão, o prazo do financiamento com recursos da poupança também aumentou de 30 para 35 anos”, complementou o superintendente regional, Evandro Narciso de Lima.
A expectativa de aumento nas vendas pela facilitação do crédito também é esperada pelas 29 construtoras e 32 imobiliárias participantes do evento. “A nossa ideia é vender pelo menos 70 unidades”, destaca o gerente comercial de uma construtora, Bruno Chiaratti.
Com seis empreendimentos disponibilizados, dois prontos e quatro na planta, ainda no início do feirão, a construtora já comemorava a venda de quatro unidades. “Já tivemos cerca de 30 atendimentos de clientes com bastante potencial de compra no perfil que estamos oferecendo”, disse.
Já para o servidor público Jorge Guerreiro, a comemoração ainda não havia chegado. Após passar por alguns estandes, ele ainda não havia encontrado nenhum imóvel que se adequasse às suas necessidades.
“São sempre imóveis pra essas áreas da BR (rodovia BR-316) e da Augusto Montenegro e eu queria uma casa pro centro de Belém, já que já moro em São Brás há muitos anos”, avaliou. “Mas o que mais tem é apartamento pros locais mais afastados”.
Passadas uma hora e meia do início do feirão, a situação da empresária Edilena Arnaud era mais favorável. Desde a entrada, ela já havia recusado duas propostas de construtoras. “Eles não têm casa e eu queria mesmo é uma casa”, explica já no terceiro estande visitado no dia. “Aqui a oferta está boa, tem casa. Penso que é aqui que eu vou ficar”.
SERVIÇO
O feirão acontece no Hangar até este domingo. Há oportunidades de financiamento de até 100% do imóvel com prazos de pagamento de até 35 anos. As taxas de juros podem variar de 4,6% ao ano até 9% ao ano. (Diário do Pará)
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Concurso para docente da Ufopa será de 11 a 22 de junho
As provas didática e de títulos terão peso 3, e as demais, 2. O certame ofertou 101 vagas em 80 temas
Santarém - As provas do concurso público para professor adjunto da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA) serão aplicadas de 11 a 22 de junho de 2012 no Hotel Amazônia Boulevard, localizado na avenida Mendonça Furtado, nº 2946, Santarém-PA.Nesta terça-feira (5), professores do quadro da universidade que irão compor as bancas examinadoras do concurso se reuniram no Campus Tapajós, onde receberam instruções do pró-reitor de Planejamento Institucional, Prof. Aldo Queiroz. As vagas são destinadas a candidatos que possuem título de doutor.
Ao todo, haverá 42 bancas examinadoras, cada uma com um tema distinto e composta por três professores. A nota final será o resultado das notas do candidato nas quatro provas: escrita e didática, que são eliminatórias e classificatórias, e provas de títulos e de memorial, que são classificatórias.
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As provas didática e de títulos terão peso 3, e as demais, 2. O certame ofertou 101 vagas em 80 temas.
“Já esperávamos que nem todos os temas tivessem candidatos, porque existem poucas pessoas com titulação de doutor no Brasil; mas a expectativa é grande com relação ao sucesso do concurso, para ajudar a consolidar a nova universidade”, afirmou o pró-reitor.
As informações sobre temas dos concursos, requisitos para investidura no cargo, números de vagas e pontos para as provas estão explicitadas no Anexo I do edital.
Maioria das cidades cumpre meta de investimento
Os dados foram divulgados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) com base no levantamento do Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Educação (Siope). Quatipuru está na lista dos piores investimentos na área em todo o país, com 17,2% aplicado. Oriximiná investiu 23,14%. Municípios com mais de 300 mil habitantes, como Marabá, Ananindeua, Santarém e Belém, investiram além do teto de 25%.
PRESTAÇÃO
Oito municípios paraenses não entregaram a prestação de contas. São eles: Cachoeira do Piriá, Chaves, Curralinho, Faro, Magalhães Barata, Marapanim, São Miguel do Guamá e Terra Alta. Por não terem informado os dados ao sistema, esses municípios são considerados em situação irregular. Estas cidades também podem ficar impossibilitadas de receber recursos de transferências voluntárias do governo federal.
Convênios nas áreas de educação, saúde e assistência social não são afetados, mas boa parte dos municípios e estados conseguem garantir a continuidade dos repasses federais. Isso porque tribunais de contas de estados e municípios consideram alguns itens como despesas em educação que não são avalizadas pelo sistema.
É o caso do valor gasto com o pagamento de inativos da educação, aceito por tribunais no cálculo de investimento no setor, mas desconsiderado pelo Siope. Em 2010, pelo menos dois estados e 52 municípios não cumpriram a regra. Eles aplicaram percentuais inferiores ao que estabelece a lei. Há ainda 60 cidades que não informaram os dados ao sistema.
As informações incluídas pela prefeitura ou pelo governo estadual no Siope são declaratórias e a veracidade dos dados é de responsabilidade do ente federado. Quando o FNDE detecta que um município aplicou menos do que determina a Constituição, as informações são automaticamente enviadas ao Ministério Público Federal (MPF).
XVII EXPOFAO inicia neste final de semana
De acordo com a
programação, haverá prova de laço, corrida de cavalos, leilões, escolha
da rainha da EXPOFAO e exposição de animais aberta ao público
diariamente.
Como atrações, terá:
Dia 10: Banda Lazer, Forrozão, 4 x 4 e Bagaceiros do Forró.
Dia 15: Será realizado o Baile da Rainha, as duplas sertanejas Lelo & Luis e Kleiton & Jair
Dia 16: Banda Lazer e Viviane Batidão
Dia 17: Circuito Tecnomelody, Banda Ark, Anjos do Melody, Os Brothers e Xeiro Verde.
SERVIÇO:
DATA: De 10 a 17 de junho de 2012
LOCAL: Parque de Exposição Agropecuária
CIDADE: Óbidos -Pará
ORGANIZAÇÃO: Sindicato Rural de Óbidos
www.chupaossso.com.br
Mineradora apresenta suas ações na gestão ambiental
Em meio à Floresta Nacional Saracá-Taquera, uma das reservas biológicas
brasileiras, a Mineração Rio do Norte (MRN) busca fazer diferença como
uma organização ambientalmente sustentável. Há 32 anos atuando na
Amazônia, a empresa conta hoje com um leque variado de ações ambientais
que garantem a ela, inclusive, uma certificação da série ISO 14000 – um
reconhecimento internacional ao sistema de gestão ambiental desenvolvido
em Porto Trombetas, município de Oriximiná.
O olhar mais apurado da empresa para com o meio ambiente começou ainda na década de 70, com a busca de tecnologias para o reflorestamento de áreas mineradas, o que, anos depois a tornou referência no setor. Continuou evoluindo e, na década seguinte, com a adoção de alternativas ambientalmente mais viáveis, mudou seu sistema de disposição dos rejeitos de bauxita, que antes era despejado no lago Batata, para tanques construídos em áreas mineradas, que hoje são reflorestados por meio de hidrossemeadura (técnica de plantio bastante eficiente). O lago Batata está em franca recuperação e a MRN acumulou experiência o bastante para constituir o que hoje é uma cadeia de ações ambientais crescente, cujos impactos positivos de uma ação são sempre pensados como os resultados que podem gerar em cadeia. Nesse sistema, o microorganismo de um rio, as abelhas ou macacos que habitam a floresta podem dizer muito sobre como o homem tem interagido com o ecossistema e, bem mais que isso, o que é preciso fazer agora para garantir a sobrevivência da floresta para as gerações futuras.
Mudança que começa na floresta
As atividades da MRN com o meio ambiente começaram pela essência da floresta – as árvores e também o solo. A empresa pratica o reflorestamento desde 1979, um ciclo de trabalho que já reabilitou, de 1979 a 2011, cerca de 4.460 hectares de áreas mineradas, onde foram plantadas 8,8 milhões de mudas de 450 espécies arbóreas nativas. “Todas as espécies que plantamos são daqui da região, não plantamos nenhuma espécie exótica”, reforça Ricardo Serafim, engenheiro agrônomo do departamento de Controle Ambiental da MRN. As mudas utilizadas no reflorestamento são produzidas no viveiro da própria empresa, que tem capacidade de produção de 550 mil mudas. As sementes são compradas das comunidades ribeirinhas que habitam o entorno da organização.
Mas, o reflorestamento foi só o passo inicial. O interessante desse processo é que nada é feito de forma isolada. Além de recompor a floresta, a mineradora desenvolve programas que a auxiliam no monitoramento completo e complexo da cadeia ambiental.
Em sua gestão ambiental, a MRN realiza o monitoramento físico-quimico e biológico das águas de rios e igarapés; da qualidade do ar; do nível de ruído; dá destino adequado aos resíduos produzidos pela empresa; recicla; faz do lixo úmido adubo para jardins; monitora e resgata a fauna, abelhas e a flora da reserva biológica antes de minerar; e ainda montou um banco de gesmoplasma de castanheiras. A maioria das atividades são desenvolvidas com apoio de centros de pesquisa de grandes universidades brasileiras - uma interação entre iniciativa privada e ciência que torna possível usar o que há de mais novo em pesquisas ambientais para o desenvolvimento de uma gestão sustentável.
Um bom exemplo do monitoramento de fauna é o trabalho feito com primatas nas áreas sujeitas à mineração de bauxita. A iniciativa tem alcançado importantes resultados, além de gerar conhecimento científico sobre a biodiversidade local.
O Brasil apresenta a maior riqueza de primatas em todo o mundo. São 128 espécies catalogadas, das quais 82 são de primatas amazônicos. “O Brasil é o país mais rico do mundo em biodiversidade e temos responsabilidade com isso”, diz o pesquisador e coordenador do projeto, Fabiano Melo, da Universidade de Goiás (UFG).
Fabiano coordena a pesquisa realizada com as espécies Sauim e o Cuxiú na Floresta Nacional Saracá-Taquera. “Não são espécies ameaçadas de extinção, mas o Sauim é raro e é parente do Saium de duas cores, que existe na região de Manaus, e que está em perigo de extinção”, completa o pesquisador.
As espécies monitoradas pela MRN e UFG mereceram destaque porque sinalizam o estado de conservação da floresta, uma vez que a Sacará-Taquera é classificada como área de alta importância para a conservação de mamíferos devido à diversidade de primatas, dentre outros fatores.
O monitoramento de macacos na área de atuação da MRN conta com biólogos e veterinários dedicados à primatologia que coletam e avaliam informações sobre as espécies. O objetivo deles é compreender como elas reagem às interferências de atividades humanas em seus ambientes, como explica a gerente do departamento de Controle Ambiental da empresa, Milena Moreira. “Queremos compreender suas dietas, áreas de vida, comportamentos sociais e reprodutivos, e completar as necessidades técnicas sobre o monitoramento da influência da mineração de bauxita sobre o meio ambiente”, diz.
Utilizando métodos de censo e habituação, os pesquisadores encontram os grupos de primatas e os seguem pela floresta com a intenção de coletar e avaliar diversos dados sobre a espécie. Em médio e longo prazos, o monitoramento pode apontar riscos potenciais às populações e comunidades de primatas, definindo medidas preventivas que anulem ou minimizem os efeitos negativos das atividades do homem sobre a dinâmica natural dos animais.
Além de coletar informações sobre os animais, os pesquisadores também estão montando um banco de informações com imagens fotográficas, textos e publicações científicas que vão auxiliar na divulgação dos resultados e na conscientização e educação ambiental das comunidades locais. (Foto: Thiago Gomide)
O olhar mais apurado da empresa para com o meio ambiente começou ainda na década de 70, com a busca de tecnologias para o reflorestamento de áreas mineradas, o que, anos depois a tornou referência no setor. Continuou evoluindo e, na década seguinte, com a adoção de alternativas ambientalmente mais viáveis, mudou seu sistema de disposição dos rejeitos de bauxita, que antes era despejado no lago Batata, para tanques construídos em áreas mineradas, que hoje são reflorestados por meio de hidrossemeadura (técnica de plantio bastante eficiente). O lago Batata está em franca recuperação e a MRN acumulou experiência o bastante para constituir o que hoje é uma cadeia de ações ambientais crescente, cujos impactos positivos de uma ação são sempre pensados como os resultados que podem gerar em cadeia. Nesse sistema, o microorganismo de um rio, as abelhas ou macacos que habitam a floresta podem dizer muito sobre como o homem tem interagido com o ecossistema e, bem mais que isso, o que é preciso fazer agora para garantir a sobrevivência da floresta para as gerações futuras.
Mudança que começa na floresta
As atividades da MRN com o meio ambiente começaram pela essência da floresta – as árvores e também o solo. A empresa pratica o reflorestamento desde 1979, um ciclo de trabalho que já reabilitou, de 1979 a 2011, cerca de 4.460 hectares de áreas mineradas, onde foram plantadas 8,8 milhões de mudas de 450 espécies arbóreas nativas. “Todas as espécies que plantamos são daqui da região, não plantamos nenhuma espécie exótica”, reforça Ricardo Serafim, engenheiro agrônomo do departamento de Controle Ambiental da MRN. As mudas utilizadas no reflorestamento são produzidas no viveiro da própria empresa, que tem capacidade de produção de 550 mil mudas. As sementes são compradas das comunidades ribeirinhas que habitam o entorno da organização.
Mas, o reflorestamento foi só o passo inicial. O interessante desse processo é que nada é feito de forma isolada. Além de recompor a floresta, a mineradora desenvolve programas que a auxiliam no monitoramento completo e complexo da cadeia ambiental.
Em sua gestão ambiental, a MRN realiza o monitoramento físico-quimico e biológico das águas de rios e igarapés; da qualidade do ar; do nível de ruído; dá destino adequado aos resíduos produzidos pela empresa; recicla; faz do lixo úmido adubo para jardins; monitora e resgata a fauna, abelhas e a flora da reserva biológica antes de minerar; e ainda montou um banco de gesmoplasma de castanheiras. A maioria das atividades são desenvolvidas com apoio de centros de pesquisa de grandes universidades brasileiras - uma interação entre iniciativa privada e ciência que torna possível usar o que há de mais novo em pesquisas ambientais para o desenvolvimento de uma gestão sustentável.
Um bom exemplo do monitoramento de fauna é o trabalho feito com primatas nas áreas sujeitas à mineração de bauxita. A iniciativa tem alcançado importantes resultados, além de gerar conhecimento científico sobre a biodiversidade local.
O Brasil apresenta a maior riqueza de primatas em todo o mundo. São 128 espécies catalogadas, das quais 82 são de primatas amazônicos. “O Brasil é o país mais rico do mundo em biodiversidade e temos responsabilidade com isso”, diz o pesquisador e coordenador do projeto, Fabiano Melo, da Universidade de Goiás (UFG).
Fabiano coordena a pesquisa realizada com as espécies Sauim e o Cuxiú na Floresta Nacional Saracá-Taquera. “Não são espécies ameaçadas de extinção, mas o Sauim é raro e é parente do Saium de duas cores, que existe na região de Manaus, e que está em perigo de extinção”, completa o pesquisador.
As espécies monitoradas pela MRN e UFG mereceram destaque porque sinalizam o estado de conservação da floresta, uma vez que a Sacará-Taquera é classificada como área de alta importância para a conservação de mamíferos devido à diversidade de primatas, dentre outros fatores.
O monitoramento de macacos na área de atuação da MRN conta com biólogos e veterinários dedicados à primatologia que coletam e avaliam informações sobre as espécies. O objetivo deles é compreender como elas reagem às interferências de atividades humanas em seus ambientes, como explica a gerente do departamento de Controle Ambiental da empresa, Milena Moreira. “Queremos compreender suas dietas, áreas de vida, comportamentos sociais e reprodutivos, e completar as necessidades técnicas sobre o monitoramento da influência da mineração de bauxita sobre o meio ambiente”, diz.
Utilizando métodos de censo e habituação, os pesquisadores encontram os grupos de primatas e os seguem pela floresta com a intenção de coletar e avaliar diversos dados sobre a espécie. Em médio e longo prazos, o monitoramento pode apontar riscos potenciais às populações e comunidades de primatas, definindo medidas preventivas que anulem ou minimizem os efeitos negativos das atividades do homem sobre a dinâmica natural dos animais.
Além de coletar informações sobre os animais, os pesquisadores também estão montando um banco de informações com imagens fotográficas, textos e publicações científicas que vão auxiliar na divulgação dos resultados e na conscientização e educação ambiental das comunidades locais. (Foto: Thiago Gomide)
Ler mais: http://www.tribunadacalhanorte.com.br/news/mineradora-apresenta-suas-a%c3%a7%c3%b5es-na-gest%c3%a3o-ambiental-/
Secretaria realiza ações na Semana do Meio Ambiente em Monte Alegre
Entre as atividades houve mini palestra com o tema: Meio Ambiente, lixo e água. Outra atividade desenvolvida foi limpeza nas ruas, coleta do lixo, limpeza dos pocinhos existentes no Bairro de Serra Ocidental, plantio de mudas, no bairro de Serra Ocidental.
O evento contou com participação de moradores do referido bairro, alunos e representantes dos órgãos parceiros da ação: EMATER, Secretaria de Obras, Secretaria de Trabalho e Inclusão Social, Secretaria de Agricultura, COSANPA –PAC e Associação do Bairro.
A programação foi encerrada com palestra na Escola Orlando Costa para alunos de ensino fundamental.
Ler mais: http://www.tribunadacalhanorte.com.br/news/secretaria-realiza-a%c3%a7%c3%b5es-na-semana-do-meio-ambiente-em-monte-alegre/
Equipe monitora em Juruti espécie ameaçada de extinção
Uma população com cerca de duas centenas de exemplares de pau-cravo (Dicypellium caryophyllaceum), especiaria intensamente explorada pelos europeus no período colonial, foi localizada por pesquisadores do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG), em Juruti. A árvore consta nas listas das espécies ameaçadas de extinção divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) e pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente do Pará (SEMA-PA).
A descoberta aconteceu durante uma expedição, realizada em 2009, que percorreu o Pará e parte do estado do Maranhão, na tentativa de encontrar indivíduos dessa espécie e, também de outra como o pau-rosa (Aniba rosaeodora) – árvore que já foi intensivamente explorada pela indústria da perfumaria, e por isso, corre risco de extinção.
“Até dez anos atrás, pensava-se que o pau-cravo estava extinto. Em 2002, foi realizada uma pesquisa para subsidiar os Estudos de Impactos Ambientais e o Relatório de Impacto Ambiental (EIA-RIMA) de um novo empreendimento na região da Transamazônica, e, por acaso, encontramos um único exemplar de pau-cravo em Vitória do Xingu, Sudoeste paraense”, conta o engenheiro florestal Rafael Salomão, pesquisador do MPEG.
Em 2008, na época da instalação da Mina de Bauxita de Juruti, empreendimento mineral da Alcoa na região Oeste do Pará, a Companhia se comprometeu a realizar estudos de viabilidade da espécie como condicionante para sua implantação, incluindo também outras três espécies muito importantes: o pau-rosa, a castanheira (Bertholletia excelsa) e a maçaranduba (Manilkara huberii). A partir daí, Salomão, que também coordena o Programa de Monitoramento Biótico realizado pela Alcoa em parceria com o MPEG, e sua equipe fizeram um levantamento dos locais de ocorrência da espécie antes de partir para campo.
Num primeiro momento, no município de Vitória do Xingu, onde foi encontrado o primeiro exemplar, foram descobertas outras 20 árvores. Mas foi em Juruti, próximo à área onde a Alcoa mantém suas operações, que se encontrou a maior população de pau-cravo já registrada em toda a Amazônia desde o século XVIII.
Neste local, foi implantado um projeto de estudo com parcelas permanentes, abrangendo uma área de 10 hectares, para monitorar o comportamento da espécie. “Por causa da raridade do pau-cravo, não há muita literatura disponível sobre seu ciclo de reprodução. É necessário ter essas informações para poder realizar o resgate da espécie, evitando assim seu desaparecimento”, explica o engenheiro florestal.
“Também foi protocolado o pedido do Museu Emílio Goeldi à SEMA-PA para a criação de uma Unidade de Conservação (UC) de Uso Sustentável, que permita, num segundo momento, estabelecer um projeto de manejo sustentável por parte dos comunitários”, diz Volnei Tenfen, superintendente da área de Meio Ambiente da Alcoa Juruti, setor que financia e apoia a pesquisa, que deve durar, inicialmente, dois anos. “Este pedido ainda está em curso, sendo analisado pela Secretaria”, completa.
DROGA DO SERTÃO - O pau-cravo é uma árvore da floresta amazônica conhecida também pelos nomes populares de cravo-do-maranhão, cravo-do-pará, cravo-do-mato e canela-cravo. Durante o período colonial do Brasil, era considerada uma concorrente à altura do cravo-da-índia e da canela-do-ceilão, com a vantagem de permitir a extração, na mesma planta, dos dois produtos: a canela de sua casca e o cravo de suas flores.
Árvore elegante e de porte médio com até 20 metros de altura, cuja madeira aromática (cheiro de rosas), amarelada, compacta, resistente, própria para construção civil e naval. A parte mais importante desta bela árvore consiste na casca a qual vai aos mercados em pedaços de 30 a 60 cm de comprimento e 3 cm de largura, enrolados uns sobre os outros, formando um cilindro. Casca fina, de cor violeta escuro, aroma idêntico ao da canela da Índia e sabor picante idêntico ao do cravo da Índia.
Graças a essas características, quando, no início do século XVII, os portugueses descobriram o pau-cravo, logo perceberam o potencial que a espécie poderia atingir na Europa. Na época, especiarias como a canela, o cravo, açafrão, anis e a noz-moscada, de origem indiana, eram muito apreciadas no Velho Mundo. Eram usadas para conservar e temperar os alimentos, sendo também empregadas na produção de remédios. Contudo, com a Índia sob o domínio dos ingleses, os preços de tais especiarias eram altíssimos. Tal era o prestígio e a importância conferida a esses produtos que eles chegavam até a fazer parte dos dotes das noivas, das heranças, e também funcionavam como moeda de troca.
Da descoberta à intensa exploração, foi um pulo. Expedições foram organizadas para buscar e extrair a espécie, que, junto com pimenta-do-reino, cacau, urucum, guaraná, e outras, foram chamadas de “drogas do sertão”, em referência ao nome pelo qual a Amazônia era conhecida na época. Além de utilizada como tempero e remédio popular, da espécie se obtinha um corante usado para tingir roupas de algodão. A comercialização tem ligação direta com a quase extinção da espécie, classificada como vulnerável, e apontada como sendo de alto risco de desaparecimento num futuro próximo.
Ler mais: http://www.tribunadacalhanorte.com.br/news/equipe-monitora-em-juruti-especie-amea%c3%a7ada-de-extin%c3%a7%c3%a3o-/
Estádio de Santarém será subsede da Copa do mundo de 2014
“Este evento é um marco significante para o Governo do Estado que através da Secretária do Estado de Esporte e Lazer faz a formalização oficial já com assinatura do contrato para Santarém como Centro de Treinamento de seleção na Copa de 2014”, relata Eiró.
Na oportunidade, ele apresentou o projeto de reforma do Colosso do Tapajós de acordo com as orientações repassadas pelo Comitê da Copa em reunião realizada em fevereiro deste ano.
Eiró destacou que Santarém tem uma posição geográfica privilegiada dentro do Brasil para ser uma subsede e afirmou que o evento deve contribuir para geração de renda e emprego no município.
Nos próximos dias, uma equipe de técnicos estará na cidade fazendo um trabalho de levantamento das potencialidades turísticas, infraestrutura, hospitais, condições do trânsito e hospedagens.
Ler mais: http://www.tribunadacalhanorte.com.br/news/estadio-de-santarem-sera-subsede-da-copa-do-mundo-de-2014/
Os dois lados do novo Código Florestal
Enquanto os ruralistas paraenses insistem em andar na
contramão da história e não perceber o mundo em que vivem, afirmando que
o aquecimento global é uma fraude, o novo Código Florestal brasileiro
foi aprovado e já sofreu mais de 600 emendas parlamentares, avaliadas
pela ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira como parte do processo
democrático. As emendas foram feitas justamente pelo setor que se coloca
como produtivo, em detrimento dos outros setores.
O Código Florestal pode não ser o ideal, mas segundo a advogada Syglea Rejane Magalhães Lopes, 46 anos, trouxe aspectos tantos positivos como negativos. Saber lidar com eles é o desafio. Coordenadora do curso de Direito do Grupo Ideal e doutora em Direitos Humanos e Meio Ambiente, Syglea Lopes ministrou uma palestra na faculdade no início da semana justamente para destacar os dois lados da moeda do novo Código.
Leia a reportagem completa no site do Diário do Pará
“O perdão ambiental para infratores até a data de 22 de julho de 2008 é um dos aspectos negativos”, diz ela. “O golpe de misericórdia foi a flexibilização geral. Para as áreas consolidadas houve o perdão e o direito de permanecer fazendo aquela mesma atividade”. Segundo a especialista, o Código manteve os instrumentos, como as reservas legais e áreas de preservação permanente, mas atenuou a reparação de danos a essas áreas. “As áreas consolidadas, ou seja, já com danos ambientais, sobrepuseram-se as áreas de preservação e reservas legais, com excessos de flexibilização”, afirma.
O Código também dispensou a averbação da reserva legal. Reserva Legal é a área localizada no interior de uma propriedade ou posse rural, que não seja a de preservação permanente, onde não é permitido o corte raso, necessária ao uso sustentável dos recursos naturais, à conservação e reabilitação dos processos ecológicos, à conservação da biodiversidade e ao abrigo e proteção de fauna e flora nativas. A ideia de averbação é dar publicidade à reserva legal, para que futuros adquirentes saibam onde está localizada, seus limites e confrontações, uma vez que podem ser demarcadas em qualquer lugar da propriedade. E a lei determina que, uma vez demarcada, fica vedada a alteração de sua destinação, inclusive nos casos de transmissão, a qualquer título, nos casos de desmembramento ou de retificação de área. (Diário do Pará)
O Código Florestal pode não ser o ideal, mas segundo a advogada Syglea Rejane Magalhães Lopes, 46 anos, trouxe aspectos tantos positivos como negativos. Saber lidar com eles é o desafio. Coordenadora do curso de Direito do Grupo Ideal e doutora em Direitos Humanos e Meio Ambiente, Syglea Lopes ministrou uma palestra na faculdade no início da semana justamente para destacar os dois lados da moeda do novo Código.
Leia a reportagem completa no site do Diário do Pará
“O perdão ambiental para infratores até a data de 22 de julho de 2008 é um dos aspectos negativos”, diz ela. “O golpe de misericórdia foi a flexibilização geral. Para as áreas consolidadas houve o perdão e o direito de permanecer fazendo aquela mesma atividade”. Segundo a especialista, o Código manteve os instrumentos, como as reservas legais e áreas de preservação permanente, mas atenuou a reparação de danos a essas áreas. “As áreas consolidadas, ou seja, já com danos ambientais, sobrepuseram-se as áreas de preservação e reservas legais, com excessos de flexibilização”, afirma.
O Código também dispensou a averbação da reserva legal. Reserva Legal é a área localizada no interior de uma propriedade ou posse rural, que não seja a de preservação permanente, onde não é permitido o corte raso, necessária ao uso sustentável dos recursos naturais, à conservação e reabilitação dos processos ecológicos, à conservação da biodiversidade e ao abrigo e proteção de fauna e flora nativas. A ideia de averbação é dar publicidade à reserva legal, para que futuros adquirentes saibam onde está localizada, seus limites e confrontações, uma vez que podem ser demarcadas em qualquer lugar da propriedade. E a lei determina que, uma vez demarcada, fica vedada a alteração de sua destinação, inclusive nos casos de transmissão, a qualquer título, nos casos de desmembramento ou de retificação de área. (Diário do Pará)
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Fungo comedor de plástico é descoberto na Amazônia
Poliuretano tem uma presença grande nos resíduos descartados em todo o mundo e esta pode ser uma boa solução para eliminá-lo do meio ambiente.
Mais estudos são necessários para avaliar esta possibilidade. O trabalho dos alunos, que visitaram a região amazônica graças ao programa Rainforest Expedition and Laboratory (Expedição e Laboratório na Amazônia – também chamada de ‘floresta das chuvas’ em inglês), pode ser conferido na publicação científica: Applied and Environmental Microbiology (Microbiologia Ambiental Aplicada).
Policiais federais têm dificuldades para trabalhar no porto de Óbidos
Os policiais federais, que trabalham na Operação Sentinela, juntamente com policiais militares da Força Nacional de Segurança, em Óbidos, encontram dificuldades para realizar o trabalho. Eles não possuem transportes adequados nem locações apropriadas para exercerem a função.
Os policiais não possuem base nem embarcação para patrulhar os rios, tendo que utilizar barcos de passageiros. Um barco de passeio e uma lancha que deveriam ser utilizados no trabalho de combate ao crime estão num terreno que não pertence à Polícia Federal. Antes de serem levados para este local, os barcos estavam à beira do rio, correndo o risco de afundar.
A Polícia Federal havia alugado uma casa que serviria de base para a Operação Sentinela, com um custo de R$ 1.400, mas o imóvel está fechado há oito meses.
A Base Candiru foi desativada, em 2009, após uma inspeção da Marinha, por falta de condições de flutuabilidade e por apresentar condições insalubres de trabalho. A companhia Docas do Pará cedeu à Polícia Federal metade de um galpão para que fosse reformado e se tornasse a base de combate ao tráfico de drogas naquela região. Em 2010, a Superintendência de Logística da Polícia Federal no Pará fez uma licitação para reformar as novas instalações da Base Candirú, com serviços de infraestrutura elétrica, civil e lógica. Dois anos depois, o prédio está alagado, devido à cheia do Rio Amazonas. O projeto foi orçado em R$ 358 226,30, sendo que a empresa contratada praticamente não iniciou a obra.
O relatório elaborado por um fiscal da obra, indicado pela própria PF, aponta irregularidades e pendências relativas à documentação e não apresentação da licença que deveria ter sido expedida pela prefeitura. A empresa, no entanto, teria informado que concluiu 40% do trabalho.
Matéria completa no jornal Tribuna da Calha Norte
Restaurante prepara pratos usando apenas energia solar
A ideia é permitir que as pessoas tenham momentos de lazer, celebrando a vida e a arte, enquanto saboreiam pratos com um sabor único. Segundo os criadores da ideia, o calor do sol afeta o gosto e a textura dos alimentos de uma maneira surpreendente e positiva.
Quem quiser provar, precisa de espírito flexível, pois o restaurante fecha em dias de chuva e os pratos são preparados de acordo com a intensidade do sol e do calor de cada dia.
GESTÃO AMBIENTAL EM CADEIA
O
lago Batata está em franca recuperação e a MRN acumulou experiência o
bastante para constituir o que hoje é uma cadeia de ações ambientais
crescente, cujos impactos positivos de uma ação são sempre pensados como
os resultados que podem gerar em cadeia. Nesse sistema, o
microorganismo de um rio, as abelhas ou macacos que habitam a floresta
podem dizer muito sobre como o homem tem interagido com o ecossistema e,
bem mais que isso, o que é preciso fazer agora para garantir a
sobrevivência da floresta para as gerações futuras.
Mudança que começa na floresta
As atividades da MRN com o meio ambiente começaram pela essência da floresta – as árvores e também o solo.
A
empresa pratica o reflorestamento desde 1979, um ciclo de trabalho que
já reabilitou, de 1979 a 2011, cerca de 4.460 hectares de áreas
mineradas, onde foram plantadas 8,8 milhões de mudas de 450 espécies
arbóreas nativas. “Todas as espécies que plantamos são daqui da região,
não plantamos nenhuma espécie exótica”, reforça Ricardo Serafim,
engenheiro agrônomo do departamento de Controle Ambiental da MRN. As
mudas utilizadas no reflorestamento são produzidas no viveiro da própria
empresa, que tem capacidade de produção de 550 mil mudas. As sementes
são compradas das comunidades ribeirinhas que habitam o entorno da
organização.
Mas, o reflorestamento foi só o passo inicial. O interessante desse processo é que nada é feito de forma isolada.
Além
de recompor a floresta, a mineradora desenvolve programas que a
auxiliam no monitoramento completo e complexo da cadeia ambiental. Em
sua gestão ambiental, a MRN realiza o monitoramento físico-quimico e
biológico das águas de rios e igarapés; da qualidade do ar; do nível de
ruído; dá destino adequado aos resíduos produzidos pela empresa;
recicla; faz do lixo úmido adubo para jardins; monitora e resgata a
fauna, abelhas e a flora da reserva biológica antes de minerar; e ainda
montou um banco de gesmoplasma de castanheiras.
A
maioria das atividades são desenvolvidas com apoio de centros de
pesquisa de grandes universidades brasileiras - uma interação entre
iniciativa privada e ciência que torna possível usar o que há de mais
novo em pesquisas ambientais para o desenvolvimento de uma gestão
sustentável.
Um
bom exemplo do monitoramento de fauna é o trabalho feito com primatas
nas áreas sujeitas à mineração de bauxita. A iniciativa tem alcançado
importantes resultados, além de gerar conhecimento científico sobre a
biodiversidade local. O Brasil apresenta a maior riqueza de primatas em
todo o mundo. São 128 espécies catalogadas, das quais 82 são de primatas
amazônicos. “O Brasil é o país mais rico do mundo em biodiversidade e
temos responsabilidade com isso”, diz o pesquisador e coordenador do
projeto, Fabiano Melo, da Universidade de Goiás (UFG). Fabiano coordena a
pesquisa realizada com as espécies Sauim e o Cuxiú na Floresta Nacional
Saracá-Taquera. “Não são espécies ameaçadas de extinção, mas o Sauim é
raro e é parente do Saium de duas cores, que existe na região de Manaus,
e que está em perigo de extinção”, completa o pesquisador. As espécies
monitoradas pela MRN e UFG mereceram destaque porque sinalizam o estado
de conservação da floresta, uma vez que a Sacará-Taquera é classificada
como área de alta importância para a conservação de mamíferos devido à
diversidade de primatas, dentre outros fatores. O
monitoramento de macacos na área de atuação da MRN conta com biólogos e
veterinários dedicados à primatologia que coletam e avaliam informações
sobre as espécies. O objetivo deles é compreender como elas reagem às
interferências de atividades humanas em seus ambientes, como explica a
gerente do departamento de Controle Ambiental da empresa, Milena
Moreira. “Queremos compreender suas dietas, áreas de vida,
comportamentos sociais e reprodutivos, e completar as necessidades
técnicas sobre o monitoramento da influência da mineração de bauxita
sobre o meio ambiente”, diz. Utilizando métodos de censo e habituação,
os pesquisadores encontram os grupos de primatas e os seguem pela
floresta com a intenção de coletar e avaliar diversos dados sobre a
espécie.
Em
médio e longo prazos, o monitoramento pode apontar riscos potenciais às
populações e comunidades de primatas, definindo medidas preventivas que
anulem ou minimizem os efeitos negativos das atividades do homem sobre a
dinâmica natural dos animais.
Além
de coletar informações sobre os animais, os pesquisadores também estão
montando um banco de informações com imagens fotográficas, textos e
publicações científicas que vão auxiliar na divulgação dos resultados e
na conscientização e educação ambiental das comunidades locais.
Fonte/Foto: Érica Bernardo - Assessoria de Comunicação – MRN/Viviane Sodré
ESTANDE DO PARÁ NA RIO + 20 SERÁ FEITO DE COMPENSADO DE MIRITI
O
compensado de miriti, uma tecnologia desenvolvida há seis anos por um
artesão paraense com o apoio da Empresa de Assistência Técnica e
Extensão Rural do Estado do Pará (Emater), será o principal material
utilizado na estruturação do espaço reservado ao Pará no estande
Amazônia, durante a Conferência das Nações Unidas sobre o
Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, que acontecerá no Rio de Janeiro
de 13 a 22 de junho.
O
mobiliário feito a partir da fibra do buritizeiro é uma alternativa
ecológica ao compensado tradicional, de madeira, além de representar um
dos artesanatos mais tradicionais do Pará. “Como empreendedor social,
quis criar uma solução sustentável que conjugasse funcionalidade e
aproveitamento de uma matéria-prima regional, cuja extração não
demandasse desmatamento ou qualquer outro dano ambiental. O miriti é
obtido naturalmente, com o manejo das árvores”, explica o artesão Joel
Silva, de Abaetetuba, no nordeste do Estado, atendido pelo escritório
local da Emater há mais de 20 anos.
De
acordo com Silva, o compensado de miriti tem a mesma durabilidade,
aparência mais rústica, manipulação e corte mais fáceis e textura mais
porosa e macia do que o de madeira. Um dos diferenciais, ainda, é a
capacidade de manutenção térmica e isolamento acústico. No mais, a
composição, por se valer de bases recicladas, tem potencial para se
tornar significativamente mais barata, desde que haja investimento em
maquinário. “Porque, hoje em dia, 80% dos meus custos são com
mão-de-obra”, diz Silva.
Segundo
a presidente da Emater, Cleide Amorim, a projeção 'além fronteiras' de
um resultado prático do trabalho que o Governo do Pará vem promovendo em
prol do desenvolvimento sustentável amazônico prova que é possível
produzir no meio rural com lucro e preservação. “A preocupação da Emater
é não só melhorar as cadeias produtivas, mas incentivar a expressão
cultural e as tradições das populações. A valorização do miriti agora
tem várias frentes”, aponta.
Estande
O
espaço do Pará no estande Amazônia, que abrigará também núcleos dos
outros oito estados da região, será de 25 m². O estande funcionará no
Parque dos Atletas, na Barra da Tijuca, com acesso livre e gratuito, de
13 a 20 de junho.
Fonte: Agência Pará de Notícias
“Caminha Ambiental” é realizada em Óbidos
Servidores da
Secretaria do Meio Ambiente, alunos e professores de algumas escolas do
Município participaram da caminhada, os quais empunhavam vários cartazes
alusivo ao Dia Mundial do Meio Ambiente. “O Lixo é um desafio cuja a
solução passa pela compreensão do indivíduo”, “Embora ninguém possa
voltar atrás e fazer um novo começo qualquer um pode começar agora e
fazer um novo fim”, foram algumas da frases estampadas nos cartazes.
O Dia Mundial do Meio
Ambiente, dia 05 de junho, foi criado em 1972, em virtude de um
encontro promovido pela ONU (Organização das Nações Unidas), a fim de
tratar de assuntos ambientais, que englobam o planeta, mais conhecido
como conferência das Nações Unidas.
A importância da data
está relacionada às discussões que se abrem sobre a poluição do ar, do
solo e da água; desmatamento; diminuição da biodiversidade e da água
potável ao consumo humano, destruição da camada de ozônio, destruição
das espécies vegetais e das florestas, extinção de animais, dentre
outros.
Em Óbidos,
uma das questões ambientais que consideramos bastante grave é a
degradação do Lago Pauxis, o Laguinho. A ocupação desordenada,
adicionado a falta de saneamento e o lixo jogado no lago, agravam ainda
mais a situação ambiental desse, que junto com a Serra da Escama, são
patrimônio dos obidenses e devem ser preservados.
Fotos de Odirlei Santos
Por João Canto
www.chupaosso.com.br
Belo Monte se abre aos fornecedores paraenses
A Federação das Indústrias do Estado do Pará, através
da Rede de Desenvolvimento de Fornecedores, assinou terça-feira (5) pela
manhã com a Norte Energia, o pool de empresas vencedoras da licitação
para construção
da hidrelétrica de Belo Monte, convênio destinado a promover a
aproximação do empreendimento com o empresariado paraense e, com isso,
impulsionar a compra de bens e serviços de fornecedores locais.
“Nunca, na história, o Pará recebeu um montante tão expressivo de investimentos em apenas quatro anos”, afirmou José Conrado.
Acrescentou que a Federação das Indústrias se posicionou desde o início a favor do empreendimento e ressaltou que, “com essa obra gigantesca”, o Pará mais uma vez se apresenta para fortalecer a economia do país. “Mas é indispensável que os grandes projetos retribuam a nossa contribuição, buscando fazer aqui as suas compras de bens e serviços e atuando no sentido de internalizar o máximo possível de benefícios econômicos e sociais”, enfatizou.
ENERGIA
Diretores e representantes da Norte Energia e do Consórcio Construtor Belo Monte (CCBM), responsáveis pelo complexo hidrelétrico de Belo Monte – o primeiro como empreendedor, e o segundo como executor –, apresentaram a mais de 200 empregados de diversos setores as demandas de implantação da usina, bem como cronograma e políticas de fornecimento.
O diretor administrativo do CCBM, Marcos Sordi, disse que o consórcio já está fazendo muitos e bons negócios com empreendedores paraenses, mas ressaltou que há ainda um grande potencial de oportunidades a ser explorado. Hoje, segundo Marcos Sordi, as compras locais já representam 66% dos negócios da empresa.
O coordenador geral do Fórum Regional de Desenvolvimento Econômico e Socioambiental da Transamazônica e Xingu (Fort Xingu), Valdir Antonio Narzetti, disse que a maior aproximação da Norte Energia e do CCBM com o empresariado paraense deve trazer resultados benéficos para a região, tanto em termos econômicos quanto no aspecto social. O Fort Xingu, que hoje abriga mais ou menos 170 entidades, foi criado na fase inicial do projeto Belo Monte para fazer um trabalho de mobilização social em apoio ao empreendimento.
(Diário do Pará)
Câmara aprova prazo para SUS atender pacientes
A Câmara aprovou projeto fixando o prazo máximo para o início
de tratamento pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para pacientes com
diagnóstico de câncer. Os pacientes com neoplasia maligna terão direito a
se submeter ao primeiro tratamento junto ao SUS em até 60 dias contados
a partir da data em que for emitido o laudo patológico.
O texto da proposta afirma que o prazo poderá ser menor, conforme a necessidade de tratamento do caso registrado no prontuário do paciente. O projeto também obriga o SUS a fornecer gratuitamente os remédios para dor em pacientes com câncer, como a morfina e outros medicamentos entorpecentes.
Os defensores do projeto argumentaram que, atualmente, a espera por tratamento ultrapassa os 60 dias. A deputada Carmem Zanotto (PPS-SC) usou dados do Tribunal de Contas da União (TCU) com base em análises realizadas com informações extraídas do SUS e registros hospitalares de câncer para afirmar que o tempo médio de espera entre a data do diagnóstico e o início do tratamento de quimioterapia chega a 76,3 dias e para o tratamento de radioterapia a 113,4 dias.
O mesmo levantamento mostra que apenas 15,9% dos tratamentos de radioterapia e 35,6% dos tratamentos de quimioterapia iniciaram-se nos primeiros 30 dias do diagnóstico. "É de notório saber que o tratamento adequado e iniciado tempestivamente, além de aumentar as taxas de sobrevida, proporciona uma diminuição de custos em todos os sentidos", justifica a deputada.
Carmem Zanotto e a deputada Flávia Morais (PDT-GO) foram autoras da proposta da Câmara, em substituição ao texto aprovado pelos senadores. Como se trata de uma alteração, o projeto terá de ser votado novamente no Senado, antes de ir para sanção da presidente Dilma Rousseff. A aprovação na Câmara foi simbólica por meio de acordo entre os partidos.
(Agência Estado)
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