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quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Petrobras, Abin e Transpetro abrem concursos com salários de até R$ 16 mil

Iniciou nesta terça-feira (09) o período de inscrições para as seleções da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), da Transpetro e Petrobras para a contratação de profissionais de diversos níveis de escolaridade. Os salários podem chegar a R$ 16.620,46.
ABIN
O órgão de Inteligência de Estado do Brasil, a Abin oferece salários de R$ 6.302,23 a R$ 16.620,46 nos cargos de agente de inteligência, Oficial Técnico de Inteligência e Oficial de Inteligência, para os níveis médio e superior. As inscrições podem ser feitas até às 18h do dia 30 de janeiro, pelo site da Cespe/UnB.
TRANSPETRO
Ao todo estão sendo oferecidas 3.531 vagas, sendo 321 vagas imediatas e 3.210 para formação de cadastro de reserva. Os salários vão de R$ 3.712,67 a R$ 6.619,90, para os cargos de auxiliar de saúde, condutor bombeador, condutor mecânico, cozinheiro, eletricista, moço de convés, moço de máquinas e taifeiro. Os profissionais trabalharão em navios da Transpetro. As inscrições poderão até 31 de janeiro no site da site da Fundação da Cesgranrio.  
PETROBRAS
O processo seletivo será para preencher 57 vagas, além de cadastro de reserva. A remuneração vai de R$ 9.786,14 a R$ 10.544,04, para os profissionais de nível superior no Estado do Rio de Janeiro, nas funções de Administrador Júnior (24), Advogado Júnior (1), Analista de Sistemas Júnior - Processos de Negócio (3), Contador Júnior (6), Economista Júnior (5), Engenheiro de Produção Júnior (16) e Estatístico Júnior (2). As inscrições poderão ser feitas até 30 de janeiro de 2018 no site da site da Fundação da Cesgranrio. 
Fonte: (DOL com informações do Extra)

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

MITOS E VERDADES SOBRE A TEMÍVEL SUCURI, A ANACONDA BRASILEIRA

“Anaconda consegue devorar bois inteiros, sem grande esforço? Dizem que a sucuri esmaga o animal e depois o engole, deixando para fora da boca apenas os chifres!!! Isso é verdade?”
MITO 1 – A ANACONDA PODE ENGOLIR UM BOI INTEIRO? A sucuri ou anaconda é uma cobra que mede até 9 m de comprimento (há relatos de que pode chegar aos 11,5 m), e pesa até 250 kg, sendo a cobra mais pesada do mundo.
Se analisarmos criticamente, vamos perceber que, para devorar um boi inteiro – que pesa entre 400 kg e 500 kg (ou até mais) – o réptil teria que ser muito maior. Ao que se sabe da literatura científica, não há registros de anacondas que engoliram bois inteiros. Além disso, outro fato que ajuda a derrubar a lenda é um costume da sucuri: Ela sempre começa a engolir sua presa pela cabeça, ou seja, seria IMPOSSÍVEL que os chifres do boi devorado permanecessem do lado de fora da boca da cobra.


 MITO 2 – A ANACONDA É VIOLENTA E CAÇA ANIMAIS INTENCIONALMENTE? Bem, um pequeno bezerro até poderia ser devorado se estivesse no lugar errado na hora errada. Isto porque a sucuri não caça bezerros e outros animais domésticos intencionalmente. Seus alimentos favoritos são animais que vivem próximos ou na água, como peixes, jacarés, tartarugas, capivaras, aves aquáticas e qualquer outro animal que tenha tamanho adequado. Mesmo assim, para conseguir engolir um bezerrinho ou animal do mesmo tamanho uma sucuri tem que medir mais de 5 m.


MITO 3 – A ANACONDA ESGUICHA VENENO PELAS PRESAS COMO NOS FILMES? De jeito nenhum, essas cobras não são peçonhentas (não são venenosas), matam por constrição (se enrolando na presa e a apertando para que ela sufoque) e/ou por afogamento.

MITO 4 – A ANACONDA ESCONDE SEUS OVOS EM BURACOS? De forma alguma. As sucuris são vivíparas (animal que pari filhos) e os filhotes (entre 20 e 70, com comprimento variando entre 15 e 45 cm) nascem na água, após cerca de oito meses de desenvolvimento embrionário.

 MITO 5 – AQUELA CENA NO FILME EM QUE A ANACONDA “COSPE” UM ANIMAL QUE JÁ ENGOLIU É MENTIRA. Não é mentira não. Após se alimentar as anacondas ficam mais pesadas e menos ágeis do que o normal. Quando se sentem ameaçadas podem “regurgitar” a presa para ficarem mais leves e poderem fugir da ameaça.
FONTE; Diário de Biologia/ Karla Patricia/Fotos Divulgação



Transamazônica se transforma em celeiro de cavernas!!!

"A Transamazônica, região Oeste do Pará, destaca-se pela quantidade de cavernas cadastradas, num total de 102 cavidades, até hoje".

As cavernas são ambientes subterrâneos e naturais que ocorrem principalmente em terrenos rochosos. Elas são formadas a partir de diversos processos geológicos e químicos, como a erosão das rochas pela água das chuvas e dos rios, o vulcanismo e os terremotos. Chamamos de meio epígeo, o ambiente externo à caverna e de hipógeo, ou cavernícola, o meio subterrâneo.
A caverna Paraíso tem até o momento 1.620 m de desenvolvimento de seus salões e condutos, o que a faz ser a maior caverna calcária da Amazônia.
Dentre as cavidades encontradas destacam-se a Caverna das Mãos (SBE-329), Caverna Caximbão (SBE-326), Caverna das Damas (SBE-466) e Caverna Fernanda Caroline (SBE-336), todas situadas no entorno da Rodovia Transamazônica. Tais cavernas, ainda não estudadas, foram habitadas, provavelmente, pelos índios Tapajó, entre 1000 e 1200 anos atrás.


A Caverna das Mãos é a de maior importância e tem esse nome por existir em seu interior a marca das mãos feitas por esses antepassados, bem como outros desenhos rupestres a mais de 300 metros dentro da caverna, ou seja, na escuridão total, fato raro no Brasil. Tal fato pode fazer da Caverna das Mãos a única do Brasil com essas características, semelhante somente às cavernas encontradas na França. O Estado do Pará, conforme o CNC – Cadastro Nacional de Cavernas do Brasil é o 4º colocado no ranking dos estados por ordem do número de cavernas e o 1º colocado no ranking dos municípios por ordem do número de cavernas com destaque para São Geraldo do Araguaia com 470 cavernas cadastradas (maior nº de cavernas cadastradas por municípios no Brasil), seguido por Rurópolis com 75 cavernas cadastradas, em 12º lugar do Brasil e com potencial para maiores descobertas.
Diante do trabalho apresentado, demonstra-se o potencial turístico e histórico das cavernas da região oeste do Pará. Muitos registros são inéditos  e poucos foram estudados, fazendo destes sítios, importantes objetos de pesquisa. O turismo pode ser implementado, mas com muita responsabilidade com vistas a preservar nosso patrimônio histórico. 

Inscrições e gravuras rupestre nas cavernas 
Ao longo da história da humanidade, desde os primórdios do Homem, as cavernas tem desempenhado um importante papel na proteção contra as intempéries. 
Ao se abrigarem em tais espaços, muitos grupos humanos deixavam registros de sua ocupação na forma de vestígios arqueológicos como material lítico, cinzas de fogueiras, ossos, pinturas, grafismos e outras representações rupestres. Até o momento 11 (onze) cavernas com pinturas rupestres encontradas na região foram cadastradas na SBE – Sociedade Brasileira de Espeleologia, com a possibilidade de serem encontradas outras, através das incursões previstas pelo Grupo 






Fonte:  Via Amazônia/Redação Via Amazônia

Temer sanciona lei para permitir mais investimentos pela Caixa

Com mais R$ 15 bilhões, banco poderá reforçar projetos em áreas como infraestrutura e saneamento básico

 O presidente da República, Michel Temer, sancionou nesta quinta-feira (4) uma lei que permite um aporte de R$ 15 bilhões na Caixa Econômica Federal com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Com isso, a expectativa é que a instituição consiga emprestar e investir mais ao longo deste ano, gerando mais emprego e renda. O texto ainda será publicado no Diário Oficial da União (DOU).
“A importância desse ato para a Caixa, para o FGTS, para os trabalhadores, para o setor da construção civil, para todas as empresas que constroem moradias, que fazem obras [...] é fundamental; permitirá que a Caixa continue a fazer todos esses investimentos”, disse o presidente da Caixa, Gilberto Occhi, em entrevista ao Planalto após reunião com o presidente Temer.
Gestora do fundo de investimentos do FGTS, a Caixa já usa os recursos do fundo para financiar investimentos em infraestrutura e saneamento básico, por exemplo. Além disso, a instituição oferece créditos mais em conta para quem quer comprar a casa própria, como é o caso da linha Pró-Cotista.
Autor do projeto de lei, o deputado Fernando Monteiro (PP-PE) reforçou os benefícios da medida. “É importante porque gera emprego, gera renda. A gente observa que a Caixa é o grande motor do crédito imobiliário”, afirmou.
Fonte: Planalto

JUCÁ, O FRUTO AMAZÔNICO QUE PODE BARATEAR E SIMPLIFICAR O TRATAMENTO DA LEISHMANIOSE


Emulsão é feita a partir da vagem do jucá, já usada por ribeirinhos da região em forma de chá para tratar diversas doenças
Um fruto amazônico amplamente utilizado como remédio caseiro pelas populações ribeirinhas da região pode ser a chave para ajudar a baratear e simplificar o tratamento da leishmaniose, doença que provoca ulcerações na pele e que atinge cerca de 3 mil pessoas ao ano no Brasil.
Um grupo de pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) testa um creme fitoterápico à base do jucá (Libidibia ferrea) como terapia alternativa às dolorosas injeções do tratamento contra a leishmaniose do tipo tegumentar (LT).
Os testes iniciais com o creme, em roedores, foram animadores. Segundo os pesquisadores, os animais tratados com o preparado à base do jucá tiveram 25% de crescimento de lesões relacionadas à doença, em comparação ao aumento de 300% dos animais que não receberam nenhum tratamento.
O estudo, que começou no Laboratório de Leishmaniose e Doenças de Chagas do Inpa, tem o objetivo de desenvolver um medicamento eficaz, de uso tópico e com uma logística de distribuição simplificada para auxiliar os pacientes que moram em áreas de difícil acesso.
A ideia é que o creme feito com a planta possa ser associado à medicação recomendada pelo Ministério da Saúde e usada há mais de 50 anos, o glucantime, para agir como coadjuvante no tratamento da leishmaniose tegumentar.
O jucá, também conhecido como pau-ferro, é um velho conhecido dos ribeirinhos da região amazônica, muito utilizado por eles em forma de chá como remédio caseiro para diversas enfermidades.
Árvore nativa do Brasil, ele está amplamente presente nas regiões Norte e Nordeste. Tem propriedades antissépticas, antienvelhecimento, antioxidantes e antipigmentação. Também é usado como adstringente, antidiarreico, cicatrizante, sedativo, tônico, anti-inflamatório, expectorante e até mesmo afrodisíaco.

2 milhões de casos no mundo ao ano
A leishmaniose é uma doença grave que pode ser causada por várias espécies de protozoários do gênero Leishmania e é transmitida ao homem pela picada do inseto flebótomo, popularmente chamado de "birigui", "mosquito-palha" ou "cangalhinha".
Nas áreas urbanas, os cachorros, gatos e ratos são as maiores fontes de infecção. Já nas zonas rurais os agentes transmissores são animais silvestres como raposas, gambás e tamanduás. Ao contrário do Aedes aegypti, que transmite a dengue, chikungunya e zika, não é fácil localizar os criadouros dos mosquitos flebótomos.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 350 milhões de pessoas estejam expostas ao risco da leishmaniose no mundo, com registro aproximado de dois milhões de novos casos das diferentes formas clínicas ao ano no mundo.
Apesar de a infecção estar controlada no Brasil, estima-se que quase 3 mil pessoas são contaminadas todo ano.
Anteriormente restrita às áreas de floresta e zonas rurais, a doença tem avançado nas cidades, em função do desmatamento e da migração das famílias para os centros urbanos. As regiões Norte e Nordeste ainda são áreas de risco com maior número de registros da enfermidade.
Existem dois tipos de leishmaniose: a visceral (LV), conhecida como calazar, e a tegumentar (LT). Ambas são consideradas doenças infecciosas e são transmitidas por diferentes espécies de flebotomíneos (pequenos insetos) infectados pelo protozoário.
A LV é caracterizada, principalmente, por febre de longa duração, aumento do fígado e do baço, além de perda de peso acentuada, e pode levar a óbito em 90% dos casos se não for tratada adequadamente. Já a LT provoca úlceras na pele e mucosas.
Em uma década, o número de casos de LV no Brasil caiu apenas 8,5%, passando de 3.597 em 2005 para 3.289 em 2015. A redução da incidência da LT em dez anos foi mais expressiva, de 27%, de 26.685 para 19.395 casos no mesmo intervalo.
Em 2015, o Nordeste registrou o maior número de casos de LV (1.806), seguido pelas regiões Sudeste (538), Norte (469), Centro-Oeste (157) e Sul (5).
Em relação à LT, o Norte registrou o maior número de casos (8.939); seguido por Nordeste (5.152), Centro-Oeste (2.937), Sudeste (1.762) e Sul (493).
A OMS estima que entre 20 mil e 40 mil pessoas no mundo morrem, por ano, vítimas da doença. No Brasil, foram mais de 2,7 mil mortes entre 2000 e 2011. Os maiores índices de mortalidade foram registrados nos Estados do Pará, Tocantins, Maranhão, Piauí, Ceará, São Paulo, Bahia e Minas Gerais.
Os números melhores, no entanto, ainda não foram suficientes para tirar a leishmaniose da lista de doenças negligenciadas. Apesar do tratamento gratuito, a eliminação ou redução mais significativa de casos no país esbarra em gargalos. O diagnóstico é limitado. Tanto a população quanto os profissionais de saúde têm dificuldade em identificar os sintomas.

Bons resultados
De acordo com o farmacêutico responsável pela pesquisa, Bruno Jensen, o experimento ainda está restrito a roedores - mas com resultados satisfatórios.
O grupo de animais que não recebeu tratamento apresentou evolução clínica das lesões cutâneas de 300% (aquelas que dão origem às primeiras infecções). Já no grupo de controle, que recebeu tratamento das lesões com a formulação farmacêutica incorporada com a fração de uma substância encontrada no jucá, o diclorometano, foi observado crescimento de apenas 25% das lesões.
Já na comparação entre dois grupos que receberam tratamentos diferentes, um com a microemulsão (o creme fitoterápico) e o outro com o glucantime (a medicação preconizada pelo Ministério da Saúde como primeira escolha para o tratamento da leishmaniose), não houve diferença estatística quanto à evolução das lesões.
O desempenho, para Jensen, mostra que o tratamento da leishmaniose poderia ser complementado com o creme, aumentando sua eficácia e reduzindo os efeitos colateriais apresentados a partir da administração da medicação única indicada pelo governo.
Para a líder do grupo de pesquisa do Inpa, Antônia Maria Ramos Franco, o desenvolvimento de novos fármacos é importante para um país que necessita reduzir as despesas com o tratamento de uma doença considerada negligenciada - aquelas causadas por agentes infecciosos ou parasitas e que afetam principalmente as pessoas de menor poder aquisitivo.
"Somos especialistas na realização de pesquisas científicas envolvendo este tipo de enfermidade, que é considerada um grande problema mundial, não só no Brasil", diz Franco. "Agora, estamos iniciando uma nova etapa, a busca por parceiros que tenham interesse em produzir esse fitoterápico à base de jucá em escala industrial."
Há outros tratamentos alternativos para combater os efeitos colaterais associados ao tratamento da leishmaniose tegumentar, como a pomada à base de própolis vermelha e o extrato do vegetal, conhecido como saião (Kalanchoe pinnata).

A pesquisa
Durante um ano de experimentação (2016/2017), a pesquisa foi tema do mestrado de Jensen.
O grupo de pesquisa do Laboratório de Leishmaniose e Doenças de Chagas/Inpa vem investigando os estudos de frações da árvo
re do jucá que já tinham apresentado bons resultados. Agora, ele dá sequência à pesquisa no doutorado em Inovação Farmacêutica da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), com orientação de Franco.
Segundo Jensen, a pesquisa ainda não foi publicada em revista científica porque o estudo precisa aguardar o pedido de patente, que, de acordo com o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi), deve cumprir com o prazo estabelecido em Lei.
"Como a pesquisa é recente e o processo de patente geralmente leva de 18 a 36 meses para ser finalizado, ainda não podemos publicá-la", diz o pesquisador.


Fonte/Foto: G1.globo.com/Luciete Pedrosa, Ascom Inpa

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

DA AMAZÔNIA PARA O MUNDO: CONHEÇA AS PROPRIEDADES MEDICINAIS DA CORAMA



Amplamente utilizada na Amazônia, saiba mais sobre a planta corama com possíveis potenciais para combater de inflamações até gastrite.
Com possíveis propriedades medicinais para cicatrização de ferimentos a gastrite, a planta corama é usada na Amazônia no combate a várias doenças, segundo o técnico em plantas medicinais da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Moacir Biondo. A origem da planta ainda é certa, mas segundo Biondo, que também é apresentador do programa de TV Ervas e Plantas Medicinais da Amazônia, do canal Amazon Sat, é uma das plantas medicinais mais utilizadas na medicina tradicional amazônica.
A corama possui diversos nomes populares e, no interior do Amazonas, é conhecida como escama de pirarucu, diabinho, folha-da-fortuna e folha-santa. Biondo afirmou que a planta é capaz, também, de combate a inflamações e bactérias.
Como medicamento, a corama é usada em forma de chá. Especificamente para gastriste, Biondo recomenda separar de duas a três folhas de corama, um copo com água pequeno, bater no liquidificador, coar e beber o chá. Ele disse que a mistura deve ser tomada duas vezes por dia.
“Ao acordar, tomar em jejum meia hora antes do café e antes de dormir. O resultado é em aproximadamente 30 dias, mas lembrando: uma boa alimentação, sem excesso de frituras e gorduras, é essencial”, detalhou o apresentador.
Ele garante que a planta também serve como colírio natural no tratamento de infecções nos olhos, como conjuntivite. Para elaborar o colírio é necessário esquentar folhas da planta em água morna até que elas fiquem moles. Depois de espremidas, as folhas liberam um líquido que deve ser aplicado nos olhos. Biondo aconselha aplicar três gotas da solução, duas vezes ao dia: uma pela manhã e outra à noite, por quatro dias.

Fonte/Foto: Portal Amazônia

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Rede de fibra óptica será ampliada na região do Baixo Amazonas


A cooperação tem como principal motivação a criação e ampliação de backbone regional de alta capacidade, a fim de reduzir a dependência do Exército de provedores de comunicação corporativa, além de expandir e aprimorar a rede corporativa de dados sob a gestão da Prodepa para os municípios paraenses. “O governo do Estado vem trabalhando e fortalecendo as parcerias no sentido de levar as estradas do século XXI, que são as fibras ópticas, a todos os municípios paraenses. O Exército brasileiro, que é responsável pela guarda das nossas fronteiras, obrigatoriamente precisa chegar mais longe e estabelecer bases contínuas e eficazes, e essa parceria abrirá caminho para isso”, frisou o presidente da Prodepa, Theo Pires.
Integração - De acordo com a diretora de Projetos Especiais da Prodepa, Leila Daher, a parceria com a Isolux Energia e Participações S.A. vai permitir a ligação dos municípios de Almeirim e Oriximiná, no Baixo Amazonas, à Rede de Comunicação de Dados Corporativa do Estado. “A expectativa é que até março de 2018 as duas cidades estejam implantadas. Também estamos em fase de negociação com a Prefeitura Municipal de Belterra para a implantação de mais essa cidade digital na região”, adiantou Leila Daher.
Os 13 municípios do Baixo Amazonas (região oeste) ocupam 25% da área do Estado do Pará, com 315,86 mil quilômetros quadrados. A região é a maior produtora estadual de castanha do Pará (94%) e de mandioca (30%). A extração de bauxita é o grande destaque, dando ao município de Oriximiná o maior saldo da balança comercial regional, com 213.704.559 milhões de dólares (dados de 2014). Os principais produtos exportados pelo município são minério de alumínio (bauxita) e seus concentrados (52%).
Serviço: Navegapará - pontos de acesso livre à internet nos municípios do Baixo Amazonas
Alenquer – Avenida Getúlio Vargas, entre as travessas Dr. Lauro Sodré e Sete de Setembro.
Santarém - Praça 7 de Setembro (Alter do Chão), Parque de Santarém e Praça Barão de Belém.
Por Nátia Machado

Fonte:www.prodepa..pa.gov.br

Programa de combate às drogas forma mil alunos em Oriximiná

Evento foi realizado na Catedral do Amor (Igreja da Paz de Oriximiná)

O Proerd foi implantado em Oriximiná no ano de 2010 e desde então vem trabalhando com alunos do ensino fundamental da rede pública municipal, estratégias preventivas a partir do uso de técnicas pedagógicas inseridas nas disciplinas da grade curricular. O programa é uma ação conjunta entre a Polícia Militar, escola e família, no sentido de prevenir e combater o uso de drogas e a violência entre estudantes, além de ajudá-los a reconhecer as pressões e as influências diárias que levam muitos jovens a escolher um caminho perigoso.
Com o apoio de parceiros, entre eles prefeituras, instituições públicas e iniciativa privada, o Proerd é desenvolvido atualmente em oito municípios da região - Santarém, Belterra, Juruti, Oriximiná, Óbidos, Terra Santa, Monte Alegre e Prainha. O Proerd vem ajudando a implantar uma cultura de paz, baseada na prevenção, como observa o comandante do CPR 1, coronel Heldson Tomazo.
“A Polícia Militar entende e tem o Proerd como uma bandeira de comando para ser um dos melhores mecanismos de prevenção primária para trabalharmos junto às crianças, preparando-as para o futuro no sentido de resistir às drogas ilícitas e, também, as lícitas. Com certeza, são crianças que vão disseminar os conhecimentos adquiridos entre seus colegas, amigos e familiares", observou o comandante.
Ao todo, o trabalho preventivo realizado pelo Proerd já formou aproximadamente 35 mil crianças e jovens multiplicadores, na região oeste, com o objetivo de informar e levar conscientização sobre os perigos e malefícios gerados pelo uso das drogas.
Por Samuel Alvarenga

Fonte: Agencia Pará de Noticias (http://www.agenciapara.com.br/)

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Lugar pesqueiro mais preservado da amazônia, auto rio Trombetas em Oriximiná - PA

Sítio pesqueiro no alto rio Trombetas, em Oriximiná. O maior pesqueiro preservado da Amazônia e talvez do Brasil, pois nessa parte do rio não há pesca artesanal comercial e está inserida na FLOTA TROMBETAS, unidade de conservação Estadual que admite a pesca esportiva sustentável e com base comunitária.
       
Pirarara no Rio Trombetas

Natureza plena

Muita diversidade 

Tucunaré

Área de preservação ambiental






Fone: Blogger espocabode (redacao@espocabode.com.br)

Arrecadação de ICMS neste ano dispara em Oriximiná


Oriximiná
Impressionam os números da arrecadação de ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadoria e Serviços) neste ano pela Regional da Sefa (Secretaria de Estado de Fazenda) no município de Oriximiná (foto), na Calha Norte.
O total arrecadado do tributo neste ano, de janeiro a setembro, já é maior do que todo o volume alcançado ao longo do ano de 2014. É quase um milhão de reais a mais.

Arrecadação de ICMS em Oriximiná - 2014 - e 2015 (janeiro a setembro)
2,200,0002,000,0001,800,0001,600,0001,400,0001,200,0001,000,000800,000600,000400,000200,0000JaneiroFevereiroMarçoAbrilMaioJunhoJulhoAgostoSetembroOutubroNovembroDezembro
Arrecadação 2015
Arrecadação 2014
Em 2015, a soma chega a R$ 17,1 milhões, contra R$ 16,2 milhões do ano passado.
Alta de quase 6%.
Oriximiná tem cerca de 70 mil habitantes. Em agosto deste ano, o município recebeu do Estado em repasses de ICMS um total de 2,6 milhões – só menor do que em janeiro, quando recebeu R$ 2,8 milhões.

Fonte: Blogger do Jesonarneiro

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Obras para a conclusão do terminal hidroviário de Oriximiná já começaram, veja a planta

A obra de conclusão do terminal hidroviário de Oriximiná já começou, são mais de 5 mi de reais investido do governo federal através do DNIT, o engenheiro Augusto Silva da empresa vencedora da licitação a Consultec, a pedido dos vereadores, foi a Câmara Municipal de Oriximiná para mostrar como será executado a obra, levou a planta para os vereadores e publico presente na câmara e deixou as pessoas que tiveram suas dúvidas tiradas.
Planta da obra - balça subirá conforme o nível do rio, terá acesso para carros e pedestre, o prédio do terminal hidroviário será reformado também


Fonte: Noticias de Oriximiná e região